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	<title>Diego Brito</title>
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	<description>Blog sobre Marketing Digital, Internet, Tecnologia e Publicidade &#38; Propaganda. Você sempre encontrará novidades e informações interessantes para lhe manter sempre antenado(a). Acesse e confira!</description>
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		<title>Obsolescência Programada: por que você compra tanto?</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 03:31:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>
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		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Você sabe o que é Obsolescência Programada? Claro que sabe! Lembra daquele guarda chuva que você acabou de comprar e já quebrou? Sabe aquele seu computador que já ficou ultrapassado? E então o celular que você comprou a pouco tempo e já parece estar fora de moda? Viu! Você sabe muito bem o que é Obsolescência Programada.
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2012/01/obsolescencia_programada.png" rel="lightbox[1491]"><img class="alignleft size-full wp-image-1497" title="obsolescencia_programada" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2012/01/obsolescencia_programada.png" alt="obsolescencia programada Obsolescência Programada: por que você compra tanto?" width="348" height="353" /></a>Você sabe o que é Obsolescência Programada? <span style="text-decoration: underline;">Claro que sabe</span>! Lembra daquele guarda chuva que você acabou de comprar e já quebrou? Sabe aquele computador que já ficou ultrapassado? E então o celular que você comprou a pouco tempo e já parece estar fora de moda? Viu! Você sabe muito bem o que é Obsolescência Programada. Mas para reforçar o conceito, segue abaixo uma definição:</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><cite><strong>&#8220;Obsolescência programada</strong> é o nome dado à vida curta de um bem ou <a title="Produto" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Produto">produto</a> projetado de forma que sua durabilidade ou funcionamento se dê apenas por um período reduzido.&#8221; (Fonte: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Obsolesc%C3%AAncia_programada" target="_blank">Wikipédia</a>)</cite></p>
<p style="text-align: justify;">Na prática podemos dizer que Obsolescência Programada é um <strong>desrespeito com o consumidor, com o planeta e com a economia</strong>. Pois nos faz comprar o que não precisamos para alimentar uma pseudo economia sustentável. Não pense você que esse tema é algo novo. Não, não&#8230; é um estratégia que surgiu em 1920 e teve o seu estopim em <strong><span style="font-size: large;">1929 &#8211; lembrou de algo? </span></strong>Sim, a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Depress%C3%A3o" target="_blank">crise de 1929 ou também conhecida como a Grande Depressão</a>, foi o pior momento econômico de todo o século XX. E para &#8220;tapar&#8221; o buraco a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Matrix" target="_blank">Matrix</a> (leia-se o sistema capitalista) teve a grande ideia de criar uma fórmula mágica para acabar com o desemprego e miséria. Alguém parou e pensou:</p>
<p style="text-align: justify;"><cite>Se todos os produtos tivessem uma vida útil menor, logo as pessoas precisariam consumir mais. É sabido que o consumo gera emprego e emprego alimenta o crédito e faz a economia girar. </cite></p>
<p style="text-align: justify;">E foi assim que tudo começou, uma medida que &#8220;salvou&#8221; a economia da época e que se tornou um problema para o planeta nos dias de hoje. Pense! Se você troca de celular uma vez por ano significa que você é um produtor de lixo tecnológico. Já ouviu aquele bordão &#8220;As coisas não duram mais como antigamente&#8221;? Pois então. Não duram mesmo, pois não foram feitas para durarem. Mas esse não é o único vilão, pois algumas coisas duram e nós que as descartamos. Hoje temos diversas formas de obsolescência, são elas:</p>
<p style="text-align: justify;">• <strong>Obsolescência</strong> <strong>Programada:</strong> é aquela onde o fabricante, bem sacana, desenvolve um produto para que quebre depois de um certo tempo de uso. Exemplos já comprovados: impressoras e lâmpadas (veja o documentário ao final do post).</p>
<p style="text-align: justify;">• <strong>Obsolescência</strong> <strong>Percebida: </strong>essa tem como maior culpada a Propaganda. Pois, nesse caso, sentimos a necessidade de comprar um novo produto, mesmo que o nosso produto atual atenda a todas as nossas necessidades fundamentais. Esse é o caso dos smartphones onde o fabricantes inovam muito pouco e fazem barulho na mídia reinventando a roda.</p>
<p style="text-align: justify;"> • <strong>Obsolescência</strong> <strong>Funcional: </strong>essa aqui pode ser legítima ou induzida. Ou seja, é legítima quando uma tecnologia é descoberta e você decide por comprar um produto mais moderno. E julgo induzida para o caso dos computadores que avançam de forma que as peças novas não sejam compatíveis com as antigas e você tenha sempre que comprar um computador novo.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2012/01/computer_dump.jpg" rel="lightbox[1491]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1499" title="computer_dump" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2012/01/computer_dump.jpg" alt="computer dump Obsolescência Programada: por que você compra tanto?" width="425" height="282" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conclusão</strong>: esse sistema é falho pois nos induz ao consumismo desacerbado e contribui para criarmos lixo tecnológico, tóxico e de todos os tipos. Esse problema já é bem grave em países da África, que recebem pilhas de lixo diariamente. É um caso típico de empurrar a sujeira para debaixo do tapete.  Por isso, faço um apelo a você leitor. Pense bem antes de sair comprando produtos por modismo. Tenha discernimento na hora de comprar e privilegie empresas que fabricam produtos duráveis (<span style="text-decoration: underline;">pesquise</span> avaliações de usuários no Google, nada melhor do que a opinião de quem já utilizou o produto). Seja consciente pois se você alimentar esse sistema além de o planeta ser prejudicado você terá que ficar gastando a sua grana comprando produtos novos sempre. E não é nenhum segredo que os fabricantes, muitas vezes, já possuem uma tecnologia nova, porém esperam a gente comprar a velha para depois lançar a nova e a gente comprar de novo.</p>
<p style="text-align: justify;">Sinta-se em casa para discutir o tema abaixo nos comentários!</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Coloco abaixo dois documentários sobre o assunto que eu recomendo:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/pDPsWANkS-g" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/3c88_Z0FF4k" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Nós vamos fazer uma SOPA (Stop Online Piracy Act)</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 00:45:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[lei]]></category>
		<category><![CDATA[pirataria]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoal, não sei se acompanharam as notícias, mas ocorrerá em  18/01/2012,  um protesto contra o projeto de lei da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, que visa combater a pirataria online. Esse projeto de lei chama-se Stop Online Piracy Act (abreviado como SOPA). Para agitar esse caldo,  empresas como Google, Facebook, Twitter, Wikipédia, Wordpress, Creative Commons, Foursquare e muitas outras, se manifestaram contra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2012/01/sopa-blackout-brasil.jpeg" rel="lightbox[1476]"><img class="alignleft size-full wp-image-1478" title="sopa-blackout-brasil" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2012/01/sopa-blackout-brasil.jpeg" alt=" Nós vamos fazer uma SOPA (Stop Online Piracy Act)" width="180" height="250" /></a>Pessoal, não sei se acompanharam as notícias, mas ocorrerá em  18/01/2012,  um protesto contra o projeto de lei da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, que visa combater a pirataria online. Esse projeto de lei chama-se <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Stop_Online_Piracy_Act" target="_blank">Stop Online Piracy Act</a> (<strong>abreviado como</strong> <strong>SOPA)</strong>. Para agitar esse caldo,  empresas como Google, Facebook, Twitter, Wikipédia, Wordpress, Creative Commons, Foursquare e <a href="http://gameshow.com.br/2012/01/08/quase-50-empresas-sao-contra-o-s-o-p-a/" target="_blank">muitas outras</a>, se manifestaram contra o projeto. O motivo da polêmica é que o SOPA é muito radical e prevê restrições e punições que, com certeza, iriam censurar a internet da forma que conhecemos e é claro, que isso não pode acontecer! Essas empresas que são contra se preocupam com o fato de que serão obrigadas, caso o projeto se torne lei, a fiscalizar e responder pelo conteúdo que armazenam. Na prática, se o Google indexa na busca um site que contenha algum conteúdo pirata (vídeo, foto, textos, etc.) ele poderá ser punido e sair do ar.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, a responsabilidade sobre o conteúdo não mais é restrita a quem publica, mas também, a quem veicula e/ou hospeda. Nessa linha de raciocínio todos os servidores de hospedagem estariam sujeitos a essa lei e caberia a eles também fiscalizar seus clientes. Ou seja, na prática a única maneira de fiscalizar esse &#8220;monstro&#8221; que atende pelo nome de SOPA, seria criando imensos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Firewall" target="_blank">FIREWALLS</a> para bloquear e filtrar todo o conteúdo postado na Internet &#8211; e digo Internet pois a ideia dos americanos é que esse projeto se espalhe pelo mundo, sim, isso afetaria você.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1476"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Tenho acompanhado as notícias e depois de um <a href="http://www.whitehouse.gov/blog/2012/01/14/obama-administration-responds-we-people-petitions-sopa-and-online-piracy" target="_blank">pronunciamento da Casa Branca</a>, que diz não poder concordar com &#8220;um<em> projeto de lei que reduz a liberdade de expressão, amplia os riscos de segurança na computação ou solapa o dinamismo e a inovação na internet</em>&#8220;, sendo assim, é provável que a bancada pró SOPA tenha que se reorganizar. Pois se o presidente não está de acordo com o projeto, alguma coisa muito errada está acontecendo. Vale citar que os grandes beneficiados com a SOPA são gravadoras, emissoras de TV, grupos de mídia, etc. São empresas como Fox, ESPN, CBS, Disney, Warner Music Group, Sony Music Entertainment, Universal Music entre outras. Por motivos óbvios esse povo todo é a favor (GRANA). E há rumores de que são eles que fizeram <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lobby" target="_blank">lobby</a> com os políticos para redigirem essa lei.</p>
<p style="text-align: justify;">Na minha opinião do jeito que está não é o melhor dos mundos. Existe muito conteúdo publicado de forma indevida na Internet. Mas iniciativas como Creative Commons, vejo que são mais inteligentes e educativas. Porém, para estancar o problema vai muito mais do que edução, não sou contra punição legal, acho que é cabível, sim. Porém, façamos isso com <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Parcim%C3%B4nia" target="_blank">parcimônia</a> para não queimarmos o beiço nessa SOPA quente e mal temperada.</em></p>
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		<title>Brasileiro é empreendedor por necessidade ou oportunidade?</title>
		<link>http://www.diegobrito.com.br/brasileiro-empreendedor-por-necessidade-ou-oportunidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 00:09:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil possui, em média, cerca de 2 empreemdedores por oportunidade para cada um por necessidade, e isso é algo muito positivo para a nossa economia, pois comprova a curva de desenvolvimento econômico do país. Temos cerca de 22 milhões de pessoas que possuem seu próprio negócio com até 3 anos e meio de existência (fonte: Global Entrepreneurship Monitor - GEM 2010).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2011/12/empreendedorismo_brasileiro.jpg" rel="lightbox[1440]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1451" title="empreendedorismo_brasileiro" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2011/12/empreendedorismo_brasileiro.jpg" alt="empreendedorismo brasileiro Brasileiro é empreendedor por necessidade ou oportunidade?" width="600" height="300" /></a></p>
<p>É sabido que brasileiro é um povo criativo, trabalhador e que não foge da batalha. Mas qual a relação desses predicados do nosso povo com o empreendedorismo?</p>
<p>Para responder essa questão vale explicar brevemente sobre dois tipos de empreendedores, sendo eles:</p>
<p><strong>Por necessidade</strong>: que decide investir em um negócio próprio pois a situação em que se encontra acabou por levá-lo a isso.</p>
<p><strong>Por oportunidade</strong>: que torna-se empreendedor por ter detectado uma oportunidade de mercado na qual acredita que sua empresa possa se beneficiar.</p>
<p>O Brasil possui, em média, cerca de 2 empreemdedores por oportunidade para cada um por necessidade, e isso é algo muito positivo para a nossa economia, pois comprova a curva de desenvolvimento econômico do país. Temos cerca de 22 milhões de pessoas que possuem seu próprio negócio com até 3 anos e meio de existência (fonte: <em>Global Entrepreneurship Monitor &#8211; GEM 2010</em>).</p>
<p>Sendo assim, podemos concluir que as empresas brasileiras estão em ótimas mãos e que somos um case de sucesso para o mundo em matéria de empreendedorismo, certo? ERRADO!</p>
<p><span id="more-1440"></span></p>
<p>Você foi criado para ser um funcionário. Isso mesmo, a escola brasileira não forma empresário, mas sim, assalariado. Quantas vezes na escola você estudou sobre finanças? E administração? Marketing, talvez? Não, você ficou é decorando tabuada. Na melhor das hipóteses viu esses temas em um curso técnico e de maneira breve o suficiente para que você possa exercer uma função operacional dentro de uma companhia.</p>
<p>Uma outra questão é que a vida do brasileiro é pautada, no geral, pelo imediatismo. O que vou fazer hoje, agora, neste momento. Não faz parte da nossa cultura o planejamento de longo prazo, o que é uma característica fundamental para o empreendedorismo.</p>
<p>Você sabia que cerca de <strong>27% das empresas paulistas morrem no primeiro ano de vida</strong>? Veja abaixo alguns depoimentos de empresários que faliram e os motivos que eles mesmos declararam (conforme pesquisa realizada pelo SEBRAE em Ago/10):</p>
<ul>
<li>Não consegui trazer mais clientes. Precisava trabalhar o marketing da empresa. (<strong>Marketing</strong>)</li>
<li>Não consegui manter o lucro pretendido para manter um capital de giro satisfatório. (<strong>Finanças</strong>)</li>
<li>Administração, pois tinha noção apenas da produção. (<strong>Administração/ planejamento</strong>)</li>
<li>No início achei que era simples. Porém depois fui percebendo as dificuldades, problemas e obstáculos. (<strong>Planejamento e Gestão</strong>)</li>
</ul>
<div><strong>Fonte:</strong> <a href="http://bit.ly/s66Lyb" target="_blank">http://bit.ly/s66Lyb</a></div>
<div>Os depoimentos acima comprovam o despreparo do empreendedor com relação aos conhecimentos fundamentais para a sobrevivência e gestão de um negócio.</div>
<div>
<hr style="height: 5px; width: 100%;" size="5" width="100%" />
</div>
<div><strong><span style="font-size: large; margin-top: 8px!important;">Como faço para o meu negócio não morrer?</span></strong></div>
<div></div>
<div><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></div>
<div><span style="text-decoration: underline;">Não existe uma formula mágica</span>, afinal assim como nós, as empresas possuem um ciclo de vida. Nascem, crescem, amadurecem e morrem se não se reinventarem. Sendo assim, o que você tem a fazer é se informar e estudar, correr atrás do prejuízo. Foram anos e anos de educação que podem ter colaborado para atrofiar o seu cérebro para questões fundamentais pertinentes a gestão de um negócio. Não adianta saber fazer algo bem feito e ter um ótimo preço, pois é preciso saber fazer a &#8220;máquina&#8221; funcionar com perfeição e maestria pois por mínimo que seja o deslize você pode se machucar.</div>
<div>Você quer moleza? Então presta um concurso público que a sua vida profissional será previsível e estável por longos anos. Se você gosta de desafios, então estude bastante pois apesar de existirem oportunidades é bom estar o mais bem preparado possível para tornar o seu negócio um sucesso.</div>
<div>Bom é isso que tinha para compartilhar hoje com vocês, até a próxima e segue abaixo algumas dicas de links legais para aprender sobre o assunto:</div>
<div>
<ul>
<li><a href="http://www.sebraesp.com.br/" target="_blank">http://www.sebraesp.com.br/</a></li>
<li><a href="http://www.endeavor.org.br/" target="_blank">http://www.endeavor.org.br/</a></li>
<li><a href="http://www.portaldoempreendedor.gov.br/" target="_blank">http://www.portaldoempreendedor.gov.br/</a></li>
<li><a href="http://revistapegn.globo.com/" target="_blank">http://revistapegn.globo.com/</a></li>
</ul>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Rails 3 com RVM, GIT, HAML, SASS, COMPASS e 960gs</title>
		<link>http://www.diegobrito.com.br/rails-3-rvm-git-haml-sass-compass-960gs/</link>
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		<pubDate>Sun, 20 Nov 2011 15:55:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Ruby on Rails]]></category>
		<category><![CDATA[Screencasts]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem desenvolve em Ruby on Rails, sabe que iniciar uma aplicação requer ajustes iniciais que nem sempre são rápidos de serem implementados. Pensando nisso, resolvi criar um screencast para que você em 5 minutos consiga criar uma aplicação e configurá-la para utilizar o RVM, GIT, HAML, SASS, COMPASS e o 960gs.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem desenvolve em Ruby on Rails, sabe que iniciar uma aplicação requer ajustes iniciais que nem sempre são rápidos de serem implementados. Pensando nisso, resolvi criar um screencast para que você em 5 minutos consiga criar uma aplicação e configurá-la para utilizar o RVM, GIT, HAML, SASS, COMPASS e o 960gs.</p>
<p><strong>Veja o que irei lhe ensinar nesse screencast:</strong></p>
<p>• Criar um gemset no RVM e automatizar sua inicialização;</p>
<p>• Iniciar um repositório GIT local;</p>
<p>• Configurar o Ruby on Rails para utilizar RVM, GIT, HAML, SASS, COMPASS e o 960gs;</p>
<p>• Definir a time zone como Brasília;</p>
<p>• Criar um controller para páginas estáticas com uma página index.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/E_8mKgY2m8k" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p>Se você quiser ver os arquivos da aplicação eu os disponibilizei no Github: <a href="https://github.com/diegobrito/screencasts" target="_blank">https://github.com/diegobrito/screencasts</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Já pensou em ter uma Rede Social na sua empresa?</title>
		<link>http://www.diegobrito.com.br/rede-social-corporativa/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 07:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Endomarketing]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[CMS]]></category>
		<category><![CDATA[Open Source]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Social Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>

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		<description><![CDATA[Sim, é isso mesmo. Uma Rede Social que você pode acessar tranquilo(a) sem se preocupar com o chefe fiscalizando, ou melhor, ele adoraria ver você participando desta teia de relacionamentos. Parece utopia mas já é realidade para algumas empresas. Hoje possuir uma Rede Social Corporativa é uma forma de promover a interatividade através do networking [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/05/social-media-marketing.jpg" rel="lightbox[234]"><img class="size-medium wp-image-264 alignleft" style="margin-left: 5px; margin-right: 20px;" title="social-media-marketing" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/05/social-media-marketing-300x273.jpg" alt="social media marketing 300x273 Já pensou em ter uma Rede Social na sua empresa?" width="168" height="153" /></a>Sim, é isso mesmo. Uma Rede Social que você pode acessar tranquilo(a) sem se preocupar com o chefe fiscalizando, ou melhor, ele adoraria ver você participando desta teia de relacionamentos. Parece utopia mas já é realidade para algumas empresas. Hoje possuir uma <strong>Rede Social Corporativa</strong> é uma forma de promover a interatividade através do <strong><em>networking</em> interno</strong> e da <strong>multiplicação da auto-motivação</strong>. Não é segredo para ninguém que os brasileiros adoram passar horas a fio em suas redes sociais favoritas como Facebook, Twitter, LinkedIn e por aí vai.</p>
<p style="text-align: justify;">E quais os benefícios de uma empresa implementar uma Rede Social interna? São muitas as possibilidades de se beneficiar, no entanto, o modelo mais simples é funcionar como uma extranet onde é possível promover atividades, eventos, interação e principalmente a comunicação. Uma Rede Social Corporativa é um canal que contribui concomitantemente para diversos departamentos de uma empresa, tais como, recursos humanos e endomarketing.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-234"></span></p>
<h3 style="text-align: center;">Empresa que já aposta em Rede Social Corporativa:</h3>
<div style="text-align: center;">
<dl>
<dt><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/05/mydw-profile.jpg" rel="lightbox[234]"><img title="mydw-profile" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/05/mydw-profile-300x193.jpg" alt="mydw profile 300x193 Já pensou em ter uma Rede Social na sua empresa?" width="210" height="135" /></a></dt>
<dt></dt>
<dt></dt>
<dt></dt>
<dt></dt>
<dt></dt>
<dt><a href="http://www-01.ibm.com/software/lotus/socialcollaboration/" target="_blank">Rede Social da IBM</a></dt>
<dd></dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">No entanto existem aquelas empresas, a esmagadora maioria da área de tecnologia e comunicação, que acompanham mais de perto o poder da Internet aliada as Redes Sociais e que já se beneficiam, como é o caso da Dell &#8211; recentemente a empresa anunciou ter faturado US$ 1 milhão com uso do Twitter para divulgar produtos e promoções (<a href="http://www.riot.com.br/?p=134" target="_blank">fonte</a>).A Rede Social Corporativa é ainda pouco explorada pelas empresas, que em termos de Internet estão sempre com um <em>delay</em> de uns 5 anos para entenderem o que o usuário realmente deseja. Ainda hoje vejo projetos sendo desenvolvidos totalmente 1.0, é a mesma coisa que comprar um vídeo-cassete novinho no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mappin" target="_blank">Mappin</a>. Não é a toa que existem dúzias de empresas ofertando serviços como &#8220;Ajudamos sua empresa a interagir com as Redes Sociais&#8221;. O problema não é mais tecnológico, vamos olhar para os números; 97% das empresas brasileiras com mais de 10 funcionários acessam a Internet (<a href="http://www.cetic.br/empresas/2008/analise-tic-empresas-2008.pdf" target="_blank">fonte cgi.net</a>). As empresas estão cada vez mais presentes na web com seus &#8220;web folders&#8221; (catálogos de produtos) que ao meu ver é um efeito retardatário da bolha de anos atrás. As empresas precisam entender que a<strong> web não é um cabide para sites institucionais e sim uma plataforma de interação.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/05/rede_social_corporativa.jpeg" rel="lightbox[234]"><img class="margin-left: 40px; margin-right: 5px; alignright" title="rede_social_corporativa" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/05/rede_social_corporativa-300x257.jpg" alt="rede social corporativa 300x257 Já pensou em ter uma Rede Social na sua empresa?" width="210" height="180" /></a>Bom, agora vamos ao que interessa. Se você ficou pensando enquanto lia este post &#8220;..bom e como eu implemento uma Rede Social Corporativa na minha empresa?&#8221; a resposta é procure uma agência digital com essa expertise, como a (<a title="Agência Comunicação SP" href="http://www.d2bagenciadigital.com.br/">D2B Comunicação</a>). <strong>A implementação de uma Rede Social Corporativa pode ser feita de duas maneiras, respectivamente o método de reinventar a roda e o outro de aprimorá-la</strong>. O primeiro método é fazer um sistema &#8220;do zero&#8221;, ou seja, desenvolver uma rede social utilizando uma linguagem dinâmica e um framework atual como Ruby on Rails, PHP (Cake, Symphony&#8230;), .Net, Python (Django), o que pode ser um caminho para 5% dos casos. O segundo método acho que é o mais viável para<strong> 95% das empresas que pensam em implementar uma Rede Social Corporativa, </strong>que é utilizar um<strong> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_gerenciamento_de_conte%C3%BAdo" target="_blank">CMS</a> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3digo_aberto" target="_blank">Open Source</a></strong>. Para quem não sabe, um CMS Open Source é uma espécie de sistema pronto para ser utilizado e está disponível gratuitamente, no entanto, ele possui um visual padrão mas que pode ser customizado para atender a sua necessidade de uso.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora que você já sabe que utilizar um Sistema Gerenciador de Conteúdo (CMS) gratuito (Open Source) é uma ótima maneira de implementar uma Rede Social Corporativa vou listar abaixo algumas das ferramentas disponíveis:</p>
<table style="text-align: left; height: 240px; width: 500px;" border="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<p><div id="attachment_279" class="wp-caption alignnone" style="width: 160px"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/05/buddy_press.png" rel="lightbox[234]"><img class="size-thumbnail wp-image-279" title="buddy_press" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/05/buddy_press-150x150.png" alt="buddy press 150x150 Já pensou em ter uma Rede Social na sua empresa?" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Buddy Press - CMS baseado no WordPress</p></div></td>
<td>
<p><div id="attachment_280" class="wp-caption alignnone" style="width: 160px"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/05/joomla_social.png" rel="lightbox[234]"><img class="size-thumbnail wp-image-280" title="joomla_social" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/05/joomla_social-150x150.png" alt="joomla social 150x150 Já pensou em ter uma Rede Social na sua empresa?" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Joomla Social - CMS baseado no Joomla</p></div></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><div id="attachment_281" class="wp-caption alignnone" style="width: 160px"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/05/elgg.gif" rel="lightbox[234]"><img class="size-thumbnail wp-image-281" title="elgg" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/05/elgg-150x150.gif" alt="elgg 150x150 Já pensou em ter uma Rede Social na sua empresa?" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Elgg - CMS para Social Network</p></div></td>
<td>
<p><div id="attachment_282" class="wp-caption alignnone" style="width: 160px"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/05/pligg.jpeg" rel="lightbox[234]"><img class="size-thumbnail wp-image-282" title="pligg" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/05/pligg-150x150.jpg" alt="pligg 150x150 Já pensou em ter uma Rede Social na sua empresa?" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Pligg - CMS inspirado no famoso Digg</p></div></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">As ferramentas listadas acima com alguma customização podem tornar-se o seu &#8220;Facebook interno&#8221;, não dei uma sugestão para Twitter interno pois já existe uma bem bacana que é o <a href="https://www.yammer.com/" target="_blank">Yammer</a>, e que você pode utilizá-la a partir do seu site oficial.</p>
<p style="text-align: justify;">Também existe uma outra forma de iniciar uma Rede Social Corporativa rapidamente que é utilizando o <a href="http://www.ning.com/" target="_blank">Ning</a> &#8211; site conhecido por abrigar Redes Sociais conhecidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe um leque de possibilidades ao implementar uma Rede Social Corporativa na sua empresa. Sua empresa pode se beneficiar, por exemplo: com networking interno, com multiplicação do conhecimento,  estímulo para pró-atividade coletiva, integração, divulgação de memorandos, promoção de eventos, concursos, organização dos dados, listar dados pessoais, conhecer melhor as pessoas da empresa, são &#8220;n&#8221; possibilidades.</p>
<p style="text-align: justify;">O custo de implementação também depende muito da complexibilidade da customização que será necessária. Procure uma <a title="Agência Digital em São Paulo" href="http://www.d2bagenciadigital.com.br/">agência digital</a> para lhe auxiliar na implementação de sua Rede Social Corporativa e descubra o que o poder das Redes Sociais pode fazer por sua empresa.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Navegue pelas categorias na lateral direita do Blog e leia mais sobre assuntos referentes a redes sociais, marketing digital e tecnologia, Obrigado pela visita <img src='http://www.diegobrito.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Já pensou em ter uma Rede Social na sua empresa?" class='wp-smiley' title="Já pensou em ter uma Rede Social na sua empresa?" /> </em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tornando-se um cidadão global com o Intercâmbio</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 02:43:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiba mais sobre o papel do intercâmbio para os cidadãos do mundo globalizado. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1345" class="wp-caption alignleft" style="width: 240px"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2011/10/marcopolo.jpg" rel="lightbox[1339]"><img class="size-full wp-image-1345 " title="marcopolo" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2011/10/marcopolo.jpg" alt="marcopolo Tornando se um cidadão global com o Intercâmbio" width="230" height="317" /></a><p class="wp-caption-text">Marco Polo</p></div>
<p style="text-align: justify;">Em meados do século XII um homem conhecido como Marco Polo desbravou o oriente, vivenciando em sua viagem uma aventura inspiradora. Marco Polo é conhecido por suas viagens pelo oriente, que chegavam a levar muitos meses. Sem contar que era perigoso, pois a viagem era feita de cavalo, navio e até a pé pelo deserto. Hoje, em um dia você sai de São Paulo e pousa em Tóquio. E com as facilidades de pagamento e com serviços prestados por empresas como a <a title="Intercâmbio" href="http://www.stb.com.br/" target="_blank">STB</a>, você pode curtir uma das melhores experências de sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">A fascinação do homem por viagens e novas culturas é algo inato. Desde o homem primata, com suas habilidades de caçador e explorador, o homem almeja o conhecimento de seu território e do mundo que o cerca. Quem nunca parou para pensar, nem que seja por um instante, em como seria a sua vida se tivesse nascido em outro país. Você seria o mesmo? Essa é, com certeza, uma questão intrigante. E como somos seres chamados de BIOPSICOSSOCIAL, ou seja, influenciados por fatores  biológicos, psicológicos e sociais, devemos primar por boas experências de vida e aprendizado. Os teóricos <em>Carver, Charles S. &amp; Scheier, Michael F.</em> no livro &#8220;<a href="http://www.amazon.com/Perspectives-Personality-6th-Charles-Carver/dp/0205522629" target="_blank">Perspectives on Personality</a>&#8221; defendem que a personalidade é  influenciada culturalmente. Sendo assim, experiências culturais são tão importantes para a formação de um indivíduo quanto frequentar a escola e aprender os valores morais.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1339"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Antigamente viajar para outros países era algo somente para os ricos. Pois os custos envolvidos eram muito altos e o transporte não era tão ágil como hoje. Quando digo antigamente, quero dizer muitooo antigamente. Pois hoje em dia, só não viaja quem não quer. Você pode fazer intercâmbio com valores muito acessíveis e com bons parcelamentos. Hoje o cidadão tem que ser global. Me lembro de ter aprendido no colégio sobre uma tal globalização que envolvia questões político econômicas. Pouco tempo se passou e cada vez mais o mundo está integrado. A necessidade de conhecer outras culturas não é mais um luxo e sim uma necessidade. Nas empresas o conhecimento de uma outra língua já é importante há muito tempo. Mas do que adianta você saber falar inglês, por exemplo, e não compreender que um britânico não tolera atrasos? Se você trabalhar em uma empresa japonesa, como deverá se comportar? São perguntas que, na minha singela opnião, são muito bem respondidas com um intercâmbio.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas temos que entender que tornar-se um cidadão glogal não é tarefa fácil. Requer determinação e muita força de vontade, pois &#8220;abandonar&#8221; família, trabalho, namorada e o cahorro não é para qualquer um. Mas as pessoas que conheço que ultrapassaram essa barreira se tornaram melhores, mais maduras e porque não dizer, mais vividas. Confesso que tenho uma imensa vontade de embarcar em uma viagem para outro país, mas devido eu ser empresário desde os 18 anos esse tipo de &#8220;luxo&#8221; eu nunca pude me dar. Mas quem sabe um dia. Pois, atualmente existem diversos tipos de intercâmbio (turismo, trabalho, estudo, etc.), cada um para um perfil diferente de pessoa. Quem sabe um dia eu não embarco nessa?</p>
<p style="text-align: justify;">Resolvi escrever sobre o tema a convite do Bernardo Pina (<em><a href="http://produzindo.net/">Produzindo.Net</a>)</em><em>. Trata-se de uma Blogagem Coletiva, iniciativa muito bacana da STB  para discutirmos sobre Intercâmbio.<br />
</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Porque devemos lamentar a morte de Steve Jobs</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 02:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[jobs]]></category>
		<category><![CDATA[steve]]></category>

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		<description><![CDATA["Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que almejam o Paraíso não querem morrer para chegar lá. Ainda assim, a morte é um destino que nos espera a todos. Ninguém jamais escapou dela. E isso é como deveria ser porquê a morte é provavelmente a mais bela invenção da vida. É o que renova a vida. É o que tira o velho do caminho e abre espaço para o novo." Steve Jobs
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2011/10/stevejobs.png" rel="lightbox[1316]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1323" title="stevejobs" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2011/10/stevejobs.png" alt="stevejobs Porque devemos lamentar a morte de Steve Jobs" width="494" height="451" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">É com muita tristeza e, ao mesmo tempo, felicidade, que escrevo esse post, em decorrência do anúncio do falecimento de Steve Jobs (1955-2011).</p>
<p style="text-align: justify;">Steve foi uma pessoa emblemática e de personalidade forte, conquistou fãs e incomodou muita gente. Entre seus maiores rivais esteve Bill Gates, fundador da Microsoft. No entanto, Bill também ajudou Jobs em algumas ocasiões e podemos dizer que a relação entre os dois sempre foi a de <a href="http://economia.ig.com.br/steve-jobs-e-bill-gates-amigos-e-rivais/n1597258877795.html" target="_blank">amigos e rivais</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1316"></span></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_1320" class="wp-caption aligncenter" style="width: 532px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2011/10/steve_jobs_e_bill_gates.jpg" rel="lightbox[1316]"><img class="size-full wp-image-1320 " title="steve_jobs_e_bill_gates" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2011/10/steve_jobs_e_bill_gates.jpg" alt="steve jobs e bill gates Porque devemos lamentar a morte de Steve Jobs" width="522" height="326" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Steve Jobs e Bill Gates em 1984</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">Falar de Steve Jobs é o mesmo que falar sobre ums dos &#8220;pais&#8221; da computação e da tecnologia. Estamos falando de um legado de <a href="http://www.nytimes.com/interactive/2011/08/24/technology/steve-jobs-patents.html?ref=business" target="_blank">317 patentes</a> registradas por este inventor. E entre elas estão ferramentas indispensáveis do nosso dia a dia, como o computador pessoal, o mouse, o teclado, entre muitas outras. Os fãs de Jobs permeiam diversas gerações, desde os fãs do Macintosh (hoje conhecido apenas como Mac), aos fãs dos gadgets iPod, iPhone e iPad.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de inventor Jobs foi um grande empreendedor. Fundou a Apple em 1976, em uma garagem, e fez dela a empresa mais valiosa dos Estados Unidos. O que não impediu que em 1985 ele tenha sido &#8220;expulso&#8221; da empresa, pelo conselho de administração. Nesse interim, enquanto esteve fora da Apple, ele aproveitou para fundar a <a title="NeXT" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/NeXT" target="_blank">NeXT</a> (empresa que foi comprada pela Apple anos depois). Jobs também comprou a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pixar" target="_blank">Pixar</a> e produziu o primeiro filme infantil animado na sua totalidade por computador, <em><a title="Toy Story" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Toy_Story">Toy Story</a></em>. Em 1997 a Apple passa por sérios problemas financeiros (com o risco da empresa falir) e Jobs reassumiu a empresa tornando-a o sucesso que é hoje. Em 2006 a <a title="Walt Disney Company" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Walt_Disney_Company">Walt Disney Company</a> adquiriu a <a title="Pixar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pixar">Pixar</a> por 7,4 bilhões de dólares. A <a title="Disney" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Disney">Disney</a>/<a title="Pixar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pixar">Pixar</a> é atualmente o maior estúdio de filmes animados do mundo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2011/10/toy_story_buzz_and_woody_steve_jobs.jpeg" rel="lightbox[1316]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1326" title="toy_story_buzz_and_woody_steve_jobs" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2011/10/toy_story_buzz_and_woody_steve_jobs.jpeg" alt=" Porque devemos lamentar a morte de Steve Jobs" width="496" height="240" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Trabalho dedicação, perfeição e amor pelo que faz. Foram os ingredientes da receita de sucesso de Steve Jobs. Ontem o mundo perdeu um homem que irá fazer falta. Alguém que imprimiu uma história através da superação, competência e amor pelo que faz. Encerro este post com as palavras de Steve Jobs sobre a morte, proferidas durante um discurso de colação de grau em Stanford (12 de junho de 2005).</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que almejam o Paraíso não querem morrer para chegar lá. Ainda assim, a morte é um destino que nos espera a todos. Ninguém jamais escapou dela. E isso é como deveria ser porquê a morte é provavelmente a mais bela invenção da vida. É o que renova a vida. É o que tira o velho do caminho e abre espaço para o novo.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Steve Jobs</em></p>
<p style="text-align: left;">Confira o discurso completo no vídeo abaixo:</p>
<p style="text-align: left;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/DcqwkdTvTzs" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><div class='et-box et-shadow'>
					<div class='et-box-content'>Ual! A Revista ProXXIma, do grupo Meio &amp; Mensagem, publicou a minha nota de homenagem ao Steve Jobs. A Revista tinha saído em Novembro e só vi hoje (22/12/2011) <img src='http://www.diegobrito.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt="icon razz Porque devemos lamentar a morte de Steve Jobs" class='wp-smiley' title="Porque devemos lamentar a morte de Steve Jobs" />  </div></div></p>
<div id="attachment_1474" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2011/10/revista_proxxima_baixa.jpg" rel="lightbox[1316]"><img class="size-large wp-image-1474 " title="revista proxxima" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2011/10/revista_proxxima_baixa-1024x669.jpg" alt="revista proxxima baixa 1024x669 Porque devemos lamentar a morte de Steve Jobs" width="614" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Revista Proxxima, edição novembro de 2011</p></div>
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		<title>A verdade é que somos devoradores de informações</title>
		<link>http://www.diegobrito.com.br/sociedade-de-consumo-devoradores-de-informacoes/</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Sep 2011 23:48:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia da Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[consumismo]]></category>
		<category><![CDATA[futilidade]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[sabedoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Somos todos ruminantes que regurgitamos notícias sem fazer digestão. É o que reflete Diego Brito em seu mais recente artigo publicado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-1304 alignleft" title="somos-todos-ruminantes-de-informação" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2011/09/ruminantepensadormascotebq1.jpeg" alt=" A verdade é que somos devoradores de informações" width="229" height="358" /></p>
<p style="text-align: justify;">Não é de hoje que vivemos numa sociedade de consumo. Uma sociedade que triunfa sobre o progresso e que renega suas bases humanas em prol de uma pseudo emancipação tecnológica. Somos o que consumimos! Somos todos famigerados por conteúdo fresco, por não dizer quentinho. Produzimos diálogos entre <span style="text-decoration: underline;">corpos ocos de sabedoria e inflados de informação</span>. Não raro você se depara com uma conversa de &#8220;panelinha&#8221; onde o ponto de vista do jornal &#8220;A&#8221; é contraposto pelo do blog &#8220;B&#8221;. São corpos ocos de conteúdo e fartos de informação se degladiando em busca de manter o status-quo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1300"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A verdade é que somos devoradores de informações. <span style="text-decoration: underline;">Lê-mos apenas as resenhas do que é importante e fritamos a retina assistindo o que não é.</span> Contraditório, mas real. Este não é um discurso pseudo intelectual qualquer, mas sim, uma constatação do quão pequenez nós podemos ser, todos nós. Pois afinal, quem não entra na dança é carta fora do baralho.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, afirmo e digo: A verdade é que somos devoradores de informações. Não mais vale o discurso, apenas expelir tags e leads de notícia. E nesse ponto regredimos ó meu caro <em>Charles Darwin</em>, pois <strong>passamos a ser ruminantes</strong>. Refrescando a memória, ruminantes são seres que: depois de ingerirem rapidamente um alimento regurgitam o alimento para a boca. Alguma semelhança com o discurso retro?</p>
<p style="text-align: justify;">Há uma cura? Sempre há! Cada um pode despertar, temos livre arbítrio para tal. Mas saiba que é uma opção, ou seja, uma escolha. Que irá lhe revelar um novo horizonte e a práxis lhe trará o sentimento recompensador pelo seu esforço.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Informação vs Conhecimento</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jul 2011 04:36:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>

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		<description><![CDATA[Me pego refletindo sobre uma questão evolucionária do profissional nos dias de hoje. Vivemos num momento onde a máxima &#8220;quem tem a informação tem o poder&#8221;  precisa ser questionada. Hoje, a informação é massificada, imediata e de fácil acesso. Esse excesso de informação sobrecarrega nossa mente e nos causa diversas sensações. Não raramente sentimos que podemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2011/07/midia1.jpg" rel="lightbox[1259]"><img class="alignleft size-full wp-image-1276" title="midia" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2011/07/midia1.jpg" alt="midia1 Informação vs Conhecimento" width="307" height="320" /></a>Me pego refletindo sobre uma questão evolucionária do profissional nos dias de hoje. Vivemos num momento onde a máxima &#8220;quem tem a informação tem o poder&#8221;  precisa ser questionada. Hoje, a informação é massificada, imediata e de fácil acesso. Esse excesso de informação sobrecarrega nossa mente e nos causa diversas sensações. Não raramente sentimos que podemos saber qualquer coisa, que não sabemos de nada, que estamos esquecendo de alguma coisa, etc. O escritor José Saramago chamou isso de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ensaio_sobre_a_Cegueira">cegueira branca</a>, ou seja, uma quantidade de informação tão grande que se torna não-informação.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1259"></span></p>
<p style="text-align: justify;">É a Internet com suas redes sociais, os blogs, os jornais, a TV e até mesmo o rádio. Todos esses meios de comunicação nos oprimem de maneira constante, nos pressionam, nos abatem, e quer saber porque? Somos consumidores massivos de qualquer tipo de informação, até mesmo, as mais inúteis que acabam sendo absorvidas &#8220;goela abaixo&#8221;. Você liga a TV e um volume enorme de informação é transmitida, ao sair na rua diversos letreiros, propagandas e placas ofuscam a visão &#8211; todos os lugares estão repletos de informações.</p>
<p style="text-align: justify;">Frente a essa situação, voltando ao início do texto, <span style="text-decoration: underline;">quem tem a informação tem mesmo o poder</span>? Com o excesso de informação disponível quem se destaca são os profissionais que conseguem produzir conhecimento. Isso mesmo, <strong>produzir</strong>. Pois o processo do conhecimento, diferentemente do processo de absorção da informação, é pró-ativo. O processo de conhecimento, basicamente, consiste em três estágios: dados &gt; informação &gt; conhecimento. Os dados são apenas fatos sem nenhuma conclusão. A informação é um conjunto de fatos que faz algum sentido. O conhecimento é uma maneira de preparar o indivíduo para resolver problemas complexos sendo difícil de mensurar, por ser algo subjetivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos dias atuais o mercado busca um profissional que tenha visão macro. Essa visão culmina em ter condições de avaliar o cenário, cujo o qual, o seu trabalho está inserido dentro da empresa. Estamos falando da &#8220;<strong>Era do Conhecimento</strong>&#8220;. Este é o profissional que não é refém do Google, mas sim, o torna seu melhor aliado na busca por informações que poderão ser transformadas em conhecimento. As empresas passam a valorizar o profissional que entende como as coisas funcionam para que, desta maneira, elas consigam gerar ofertas de valor para o mercado. Um apertador de parafusos não tem mais espaço no mercado, pois existem máquinas para substituí-lo. Vivemos numa época onde a informação é gratuita. Onde não mais nos indagamos onde vamos encontrar uma determinada informação, mas sim, como vamos fazer para obter uma informação confiável e a partir dela produzir algum conhecimento sobre determinado assunto. Pois a informação não é mais suficiente. Precisamos produzir conhecimento a partir do bombardeio de conteúdo que recebemos diariamente e o profissional que souber fazer isso, muito bem, será, com certeza, muito valorizado.</p>
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		<title>Marketing Digital, TI e o Mainstream</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 23:08:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Brito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos últimos dias tive a oportunidade de visitar alguns importantes eventos de comunicação que ocorreram esse ano. Estou me referindo ao Proxxima, CILIC, EMMBRASIL e 13º Encontro Locaweb. E algumas coisas soaram de forma uníssona, como sendo as principais tendências na área de Marketing Digital e TI. No entanto, me perguntei por algumas vezes qual a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nos últimos dias tive a oportunidade de visitar alguns importantes eventos de comunicação que ocorreram esse ano. Estou me referindo ao <a href="http://grupomm.mmonline.com.br/eventos/proxxima/2011/home/" target="_blank">Proxxima</a>, <a href="http://www.cilic.com.br/" target="_blank">CILIC</a>, <a href="http://www.emmbrasil.com/" target="_blank">EMMBRASIL</a> e <a href="http://www.locaweb.com.br/encontro/index.html" target="_blank">13º Encontro Locaweb</a>. E algumas coisas soaram de forma uníssona, como sendo as principais tendências na área de Marketing Digital e TI. No entanto, me perguntei por algumas vezes qual a relevância desse discurso todo para a grande massa, ou melhor, o Mainstream?  E esse foi o norte para que eu começasse a escrever o post que você está lendo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1240"></span></p>
<h2><strong>As Redes Sociais são a última bolachinha do pacote?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong>De forma otimista: </strong>criaram um universo de colaboração e interatividade jamais visto antes. Empresas que prestarem a atenção nisso certamente irão reinventar a forma de lidar com pesquisa e desenvolvimento. Cases interessantes já foram desenvolvidos e provam como é possível se beneficiar dessa via de mão dupla. E hoje, como nunca antes visto, é possível as marcas focarem seus esforços na construção do consumidor engajado, isso mesmo. O consumidor engajado advoga pela sua marca, multiplica e divulga com entusiasmo de forma espontânea, esse cliente é o filet mignon que todo e bom marqueteiro quer abocanhar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>De forma pessimista:</strong> ao meu ver as redes sociais são uma pedra no sapato das empresas. Foi a partir delas que a comunicação deixou de ser uma via de mão única e passou a ser realmente um terreno de conversa e de troca. E é uma pedra no sapato pois é mais fácil para uma marca deter o controle de sua comunicação do que estar a mercê da achincalhação pública. Sendo assim, cabe as empresas se antenarem para essa realidade monitorando as redes sociais e produzindo conteúdo relevante. Alguns profissionais da área de marketing digital falam de redes sociais com bastante empolgação eu, sinceramente, prefiro lidar com o tema com maior frieza e sou adepto da opinião que é necessário manter uma política de transparência, prestação de contas, diálogo e relevância para com o seu público. Ou seja, considero que redes sociais são super legais pois democratizaram a comunicação dando voz ao cliente, no entanto, conferiram um queixo de vidro as empresas que devem se atentar ao tema com seriedade.</p>
<h2><strong>Tecnologias e tendências</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">No momento temos algumas tecnologias que se destacam pois de alguma maneira começaram a ganhar público. Me refiro a realidade aumentada, tablets, cloud computing, monitores 3D que segundo o Gartner Hype Cycle prometem de 2 a 5 anos serem adotadas pela grande massa. Veja o gráfico abaixo:</p>
<div id="attachment_1243" class="wp-caption aligncenter" style="width: 570px"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2011/06/gartner-hype-cycle.gif" rel="lightbox[1240]"><img class="size-full wp-image-1243" title="gartner-hype-cycle" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2011/06/gartner-hype-cycle.gif" alt="gartner hype cycle Marketing Digital, TI e o Mainstream" width="560" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">Gartner Hype Cycle (publicado em agosto de 2010)</p></div>
<h2>Mobilidade é o futuro</h2>
<p style="text-align: justify;">Nunca antes tivemos a possibilidade de estarmos conectados quase que o tempo todo. Os dispositivos móveis (smartphones, tablets, notebooks, etc.) formam uma nova realidade de interação e conexão, onde não mais importa o dispositivo, mas sim, o fato de estar sempre &#8220;on&#8221;. Com esse advento não só a barreira do espaço foi quebrada, mas também, a da exclusão. Pois hoje cada vez mais a tecnologia tornou-se acessível a todos possibilitando a inclusão de milhares de pessoas que a poucos anos atrás eram analfabetos digitais. O Japão, por exemplo, já superou o acesso a internet pelos computadores desktop através do acesso pelo celular. Por outro lado, no Brasil, 82% dos aparelhos habilitados são pré-pagos (conforme relatório da Anatel em março de 2011). E vale mencionar que hoje existem 210,5 milhões de linhas contra 198 milhões de habitantes no país, ou seja, tem mais celular que gente. E esse mercado não para de crescer, veja uma matéria que saiu no Jornal Propaganda &amp; Marketing em 25/04/2011:</p>
<p><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2011/06/materia_mobile.jpg" rel="lightbox[1240]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1250" title="jornal_mobile" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2011/06/materia_mobile-300x268.jpg" alt="materia mobile 300x268 Marketing Digital, TI e o Mainstream" width="300" height="268" /></a></p>
<h2 style="text-align: justify;">E o Mainstream?</h2>
<p style="text-align: justify;">Essa pergunta é tão sensata quanto insana, diga-se de passagem. Ou no português claro: e o povão? Esse tipo de reflexão se dá ao passo que nós das áreas de comunicação e tecnologia temos a tendência de ver o mundo sob o nosso ponto de vista. Nesse nosso mundo, TODO mundo tem conta no facebook, possui um smatphone, usa o twitter e quer ganhar um iPAD, não é verdade? Mas esquecemos que o Brasil é um país com mais de 190 milhões de habitantes, sendo que as classes menos favorecidas são a regra e não a exceção. A classe &#8220;C&#8221;, ou melhor, a Nova Classe Média brasileira representa 50% do consumo de banda larga hoje (conforme dados do Data Popular). E o que eles buscam? Segundo pesquisas de comportamento o nosso povo está buscando I-N-C-L-U-S-Ã-O. O mainstream quer ser reconhecido, ouvido, fazer parte. Por isso, acredito que Redes Sociais, Tecnologias e Mobilidade fazem mais sentido quando pensamos em &#8220;nível Brasil&#8221; do que como tens bradejado muitos entusiastas <a href="http://www.catho.com.br/jcs/inputer_view.phtml?id=8439" target="_blank">early adopters</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">É isso pessoal, fiquem livres para comentar abaixo!</p>
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