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Do que os usuários gostam

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Dicas para você se tornar o Mel Gibson da Web!

Quem não se lembra de Nick Marshall, o publicitário encarnado por Mel Gibson no filme “Do que as Mulheres Gostam“? Dotado do poder de ler os pensamentos das mulheres Nick podia antever tendência e despertar necessidades de consumo no “sexo frágil” (nem sempre tão frágil asim, rs).

Quem possui um projeto na web e monitora seus acessos por Google Analytics sabe daquela famosa “Taxa de Rejeição”, no entanto, muitas vezes não faz nada a respeito para poder melhorar; simplesmente encara o fato como “é normal para o meu tipo de site e público-alvo”. No máximo fica “entuchando” de informações para ver se a coisa anda o que na maioria das vezes torna o projeto um grande Franskstein.com. As vezes não dá para ser tão otimista e vale o ditado “nao gaste vela com defunto morto“. Não tenha medo, mudar não dói, pelo contrário, é um ótimo analgésico para projetos de websites (sistemas, web app) e principalmente para seus CEOs.

Fiz um apanhado de tópicos e segue abaixo algumas dicas de como antever o seu Target de forma a poder oferecer o que melhor lhe agrada nos meios digitais e quem sabe poder lhe conferir o título de Mel Gibson da Web ;)


Diagramação

A diagramação é um dos fatores mais importantes para cativar um usuário para o seu site. No dia-a-dia da profissão já me deparei por várias vezes com criativos (designers, diretores de arte, web designer…) que ora ou outra cometiam algumas gafes por  falta de referencial teórico para auxiliar no processo de “paginação” (termo da minha época de bureau). O que eu percebo é que falta realmente prática e domínio da técnica de distribuir os elementos numa página. Sim, técnica. Não podemos somente nos basear pelo parâmetro do “ficou bonitinho“, temos que ter em mente que pessoas são diferentes e o conteúdo terá diferentes percepções por conta disso. Sim, isso eu já sei, e como resolver esse dilema? Simples, copiando a natureza (método de Fibonacci) e seguindo os ensinamentos de Charles Peirce acerca da ciência dos signos (semiótica). No google você encontrará bastante conteúdo a respeito das teorias de Fibonacci e sua proporção áurea

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Proporção Áurea

Já o melhor uso da semiótica Peirceana se dá ao entender o processo pelo qual passa a percepção dos signos e desta maneira poder “configurar” o layout para atender as necessidades e expectativas do projeto. Segue abaixo um exemplo com o método de aplicação:

Semiótica Peirciana

Semiótica Peirciana


Redação

Um dos maiores problemas em alguns sites é que são escritos por jornalistas, rs. Nada contra, eu tenho vários amigos jornalistas, no entanto, alguns ainda não entraram na era da Internet. Na web os textos são mais dinâmicos e nem sempre precisam seguir as “regrinhas” dissertativas que costumamamos ver nas revistas, é outro meio e consequentemente outra mensagem. Bons exemplos disso é a forma que os grandes portais e sites de revistas escrevem em sua versão online; a Folha online é bem diferente do jornal Folha de São Paulo. O conteúdo na Internet é mais rápido, frases mais curtas são melhores para prender a atenção de um usuário que pode estar freneticamente mexendo em seu iTunes, vendo um site de culinária, falando no msn com amigos e visitando o site de sua empresa. Você não tem toda a atenção do usuário, portanto não fale como se tivesse. Esse é o ponto fraco dos “Web Folders” sites institucionais que são uma xerox do material impresso da empresa  – isso com certeza é desistimulante para o usuário que busca na web informações complementares e não somente uma réplica do material impresso com frases do tipo “possuímos uma equipe altamente capacitada”, “agradecemos a preferência”, “aqui você é especial”, e por ai vai…. Segue abaixo algumas dicas para uma boa redação na Internet:

- Utilizar frases curtas;

- Lembre-se você não tem total a total atenção do usuário, portanto não aja como se tivesse;

- Não diga inverdades, dubiedades ou enalteça demais o produto pois o usuário está a um clique do Google para comprovar o que você escreve;

- Textos grandes são melhores para serem lidos na Internet, lembre-se que seu usuário pode ter uma certa idade e dificuldade com fontes menores que 12px;


Arquitetura

Sites são, na maioria das vezes, fontes de informação e conhecimento e devem se comportar como tal. Tão importante quanto o design é a estrutura de informação e sua disposição para o usuário. O seu site não pode ser complexo como um labirinto para que as pessoas entendam do que se trata, deve ser algo direto e objetivo. Um dos 10 mandamentos do internauta é a “Lei do Menor Esforço“. A arquitetura de informação do site precisa fazer sentido na cabeça do público-alvo, do contrário este ficará “frustado” e com certeza deixará seu site contribuindo para a taxa de rejeição do mesmo. Dicas:

- Faça wireframes antes de “abrir o Photoshop”;

- Utilizar menus intuitivos tanto quanto atrativos;

- Lembre-se a home é a capa do site, procure dispor um breve dos conteúdos mais importantes nela.

- O fluxo de navegação precisa ser enxuto e objetivo, não faça o usuário “rodar em circulo” ou até mesmo entrar num “labirinto de links” (sempre que possível utilize um breadcrumb);

- Quase sempre o caminho da simplicidade é o melhor caminho (um controle remoto com vários botões fazia sucesso na década de 80, hoje o hype é algo como o Ipod);

Faça bom proveito das dicas e caso tenha algo que eu não tenha citado e que gostaria de saber fique à vontade para comentar logo abaixo!

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Falando de Web 2.0

web20 300x225 Falando de Web 2.0

Bom, acredito que todos já tenham ouvido falar desse termo. Mas e o que ele significa? Segundo a wikipedia web 2.0 é:

“…a segunda geração de comunidades e serviços, tendo como conceito a “Web como plataforma”, envolvendo wikis, aplicações baseadas em folksonomia, redes sociais e Tecnologia da Informação… (ler mais)”

Existem muitos que criticam o termo pois o julgam marqueteiro. Já outros se empolgam e chegam até a dizer que é uma revolução da Internet. Partidarismos a parte, não quero entrar nessa disputa de “cabo de força”. Independente do rótulo todos concordam que algo mudou ou evoluiu na web – e por ai que seguirá nosso raciocínio. O que é e o que não é web 2.0 afinal? Segue abaixo uma lista que elaborei com base em minhas experiências:


O que é e o que não é Web 2.0?

Não é Web 2.0 É Web 2.0
Código produzido em HTML. Código produzido em XHTML.
Utilização de Tabelas na construção do código para estruturar o layout e o conteúdo. Código produzido em Tableless, ou seja, sem tabelas para estruturar o layout, mas sim, o uso de CSS.
Sites construído sem estrutura semântica. Sites produzidos com SEO (Search Engine Optmization).
Código escrito sem metodologia. Código produzido de acordo com padrões web.
Internet Explorer 6 Firefox 3
Sites que restingem através de severas moderações a participação dos usuários. Wikis e sistemas de participação onde o usuário pode expor sua opnião de forma simples e transparente.
Utilização excessiva de recursos visuais em Flash. Utilização de bibliotecas javascript para efeitos visuais, tais como, Jquery, Prototype, MooTools, etc.
Produzir o layout e o código fonte no mesmo arquivo. Utilizar CSS para dinamizar e otimizar a exibição da página.
Conexão discada (rede Dial-Up). Cable Modem, 3G e banda larga.
Chat e ICQ. Redes sociais (Orkut, Facebook, Twitter…) e Msn.
Pop-Up e SPAM. Pop-Up Modal e White List.
Asp, Php, CGI. AspX, Php 5, Ajax, XML, RSS.
Acessar diversos sites para ver as notícias diárias de seu interesse. Utilizar widgets, igoogle, RSS, podcast, blogs, videocast, comunidades e micro-blog para manter-se informado.
Sites que funcionam em computadores. Sites cross-platform, ou seja, que funcionem em outros dispositivos como celulares, smartphones, PDA’s, video-games e demais dispositivos com conexão a Internet.
“Web Folders”, ou seja, sites que apenas fazem o papel de ser um material da empresa na Internet, sem estratégia de marketing digital. Sites utilizados como ferramentas importantes no mix de comunicação da empresa e resposável pela conversão de novos clientes e demais estratégias de marketing digital.
Internet sem resultados mensuráveis. Data Intelligence e ferramentas web analytics que possibilitam extrair relatórios detalhados sobre a experiência do usuário e retorno sobre o investimento.

Bom é isso! Espero ter ajudado a melhor compreender o que vem a ser a tão falada web 2.0. Para debater acerca do tema ou falar a respeito sinta-se à vontade para comentar este post.

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Marketing Digital, como usar isso?

presenca digital 300x180 Marketing Digital, como usar isso?Já não é nenhum segredo que o diferencial competitivo de uma marca pode estar em como ela se relaciona com seus clientes através da Internet. Meus clientes sempre falam algo do tipo, “…eu não sei como funciona mas eu quero isso!”. E “isso” nada mais é do que Marketing Digital. Hoje as pessoas estão cada vez mais exigentes e com toda razão. Um projeto seja de website ou campanha necessita de um planejamento estratégico, caso contrário, o bordão “Propaganda é gasto”, é provável que esteja correto. Seria como navegar em alto-mar sem bússola (e claro que também sem sol, constelações e etc….). É isso que é o Marketing Digital, um “Norte”, ou seja, um início meio e fim onde é possível mensurar, quantificar e avalaiar o retorno do investimento (ROI).

Abaixo vou dar algumas dicas de boas práticas no marketing digital que você pode começar a aplicar a partir de agora:


1º  Utilizar o CIM (Comunicação Integrada de Marketing), desta forma sua estratégia de Marketing Digital estará sempre alinhada com a comunicação de uma forma macro. Essa estratégia garante um fortalecimento na marca (branding) e maior potência na mensagem de sua campanha.

2º O usuário é o foco. E o que isso quer dizer? Simples, para que sua estratégia seja um sucesso o usuário precisa estar no centro das atenções, pois ele será o responsável para validar se sua campanha foi boa ou ruim. Trocando em miúdos, o conteúdo da mensagem (site, campanha, social media…) deve sempre estar de acordo com o que o seu público-alvo espera ouvir de uma empresa/serviço/pessoa como você. Não são um nem dois projetos legais pra caramba que foram sinônimo de prejuízo para seus proprietários. Existem inúmeras boas idéias e bons layouts que no final das contas eram bons para serem moldurados na parede e adornados por seu criador. O importante é o usuário!!!

3º Seja uma praga, no bom sentido. Empresas que são sinônimos de sucesso em marketing digital estão presentes em redes sociais (orkut, ning, facebook, twitter…). Mas somente criar um monte de perfis não vai fazer de sua marca um sucesso – é necessário fazer o acompanhamento devido e dialogar com a comunidade e o mais importante, estar aberto a ouvir críticas e consequentemente elogios.

Como, onde e quando?

Resposta: Já!

Não perca mais nenhum dia. Se você possui sua marca na Internet e não trabalha sua presença digital, através da utilização do marketing digital, procure uma empresa especialista na área (clique e acesse o site de minha consultoria) para lhe auxiliar, os benefícios são imediatos .

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E nunca se esqueça disso ;)
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