Archive for category Web 2.0
O desenvolvimento de sites com Ruby on Rails
Posted by Diego Brito in Desenvolvimento, Ruby on Rails, Tecnologia, Web 2.0 on 26 de setembro de 2009
Olá a todos, estou aqui hoje para falar de desenvolvimento para Internet. Para quem não sabe desenvolvimento é a etapa onde se produz o código de um website. Não a interface (CSS, XHTML, JAVASCRIPT…) mas a parte dinâmica onde conversa com o servidor e banco de dados. Gostaria de contar um pouco sobre minha visão sobre o Ruby on Rails, uma das vedetes do momento. Para quem não sabe Ruby é uma linguagem de programação interpretada, com Tipagem Dinâmica e Tipagem Forte, orientada a objetos e com várias semelhanças com Perl, Python e SmallTalk. Já o Rails é um framework que torna a vida do desenvolvedor muita mais feliz, pois mastiga o Ruby e o torna muito poderoso para desenvolver aplicações ágeis para Internet.
No meu ponto de vista ainda não existia algo tão prático e objetivo para o desenvolvedor web como Rails. Pois ele torna as coisas muito organizadas e estruturadas para que você não esquente a cabeça tentando encaixar as coisas, pois o Rails sempre tem uma maneira Rails de fazer tudo muito mais fácil. Diferentemente do PHP, linguagem muito rápida, abrangente e poderosa, o Ruby sobre o Rails torna-se muito mais web 2.0 e de fácil manutenção. É comum vermos aplicações desenvolvidas em PHP que são uma verdadeira salada (existem algumas exceções como o Wordpress). Sem padrões e metodologia, algo feito de acordo do que dá na cabeça do desenvolvedor. Isso é ruim, pois torna a futura manutenção do código muito complicada para outra pessoa. Também existem aplicações opensource com código que deixam a desejar. Com o Rails a coisa fica mais organizada, pois todos os desenvolvedores são guiados de uma maneira a deixar tudo de acordo com o jeito Rails de se fazer.
Para quem está interessado em aprender sobre Ruby on Rails eu recomendo 2 livros que eu já li e considero muito bons. Para iniciantes eu sugiro o “Use a Cabeça Rails” (da consagrada série Head First) e o “Programando Rails a Bíblia” do Obie Fernandez (esse para intermediários).
Abaixo um vídeo no estilo da campanha da Apple, numa versão Rails vs PHP.
Até o próximo post, um abraço a todos!
Twitter, Meme, Google Wave e a Babel 2.0
Posted by Diego Brito in Cotidiano, Filosofia da Comunicação, Redes Sociais, Tecnologia, Web 2.0 on 4 de julho de 2009
Demagogias à parte. Quem não se sente numa Babel quando se está no Twitter? Bom, eu gosto da ferramenta, se você caçar eu por lá vai ver que hora ou outra dou uma twitada, @diegodebrito. Não quero entrar no mérito se o Twitter é cool ou não. A pergunta é: quem não se sente isolado às vezes utilizando o Twitter? Isolado como aqueles etezinhos gutiguti do clipe do Moby “In This World”. A questão é que quanto mais nos parecemos informados mais nos mantemos distantes apáticos e pseudo-esclarecidos, pseudo-conectados.
Pergunta: o que um usuário do Twitter falou para o outro?
Resposta: fala com a minha mão.

Fail Whale é a página de erro do Twitter. Embora ninguém goste de "site que dá pau" a galera adorou essa baleinha simpática.
Tem exibido falando do carro novo, mulher chorando as mágoas, blogueiro desesperado promovendo posts, jornalistas abelhudos twittando de tudo que recebe, empreiteira vendendo apartamentos… tem de tudo. Só não vejo muito aquilo que seria inicialmente a “missão” do Twitter, conectar as pessoas. É um monte de gente falando com a parede, literalmente. Raras, são as exeções; figuras como @marcelotas e @rafinhabastos são exceções pois possuem uma legião de seguidores que devem realmente ler os posts desses figuraças. Mas no geral o twitter é composto de reles mortais que convivem com a realidade do que eu chamo de “Torre de Babel web 2.0“, um lugar onde ninguém se entende, ou melhor, não quer se entender. Essa é a realidade brasileira do Twitter. Os brazucas adoram se auto-promoverem, o Orkut já foi um estouro (para quem não sabe o Brasil é um dos únicos países no mundo onde o Orkut fez sucesso, tem muita gente no mundo que nem sabe o que é Orkut, rs) o Twitter então é melhor ainda, pois agora que não dá mais para bisbilhotar a vida alheia (criaram filtros, bloqueios, privacidade, antigamente o Orkut era terra de ninguém) chegou uma nova fase, a de ser bisbilhotado, mas a realidade é que ninguém quer mais saber de você. No Orkut éramos estrelas com 999 amigos, adorados e idolatrados, no Twitter somos mais um, mais um @nada brincando de #tagear jogo da velha.
Se quiser saber mais sobre a baleinha simpática acesse esse post no Blog Webmania, lá você verá que até artistas estão fazendo obras baseadas na Fail Whale, como diria o Faustão, ô Loko meu!
Meme, o filho pródigo do Yahoo!
Ps: Cão que ladra, não morde.
Para quem não sabe ainda, Meme é um serviço do Yahoo ainda em fase de testes (apenas convidados podem acessar) que pretende desbancar o Twitter. Bom, eu adorei o visual o Meme é lindo, essa foi minha primeira impressão. O Twitter tem cara daqueles chats antigos IRC/MIRC ou até mesmo de um leitor de RSS. Já o Meme é um colírio para os olhos, o que chamam por ai de eyecandy! A grande vantagem do Meme é que você pode postar mais do que os restritos “140 caracteres do Twitter” e ainda pode colocar fotos, vídeos e música em conjunto. Realmente em termos de layout, interatividade o Meme da um show de bola em cima do Twitter. Mas infelizmente sabemos que aquilo que pega, pegou – é uma forma de dizer que o que a massa elege nem sempre é o melhor mas é o que fica. Eu sou cético a ponto de dizer que o Meme irá superar o Twitter, na verdade quando eu ouvi rumores que a Yahoo estaria fazendo uma plataforma de micro-blogging para concorrer com o Twitter eu já logo pensei: barco furado. Não quero ser pessimista, eu particularmente adorei o Meme pois fui um dos privilegiados em possuir uma das primeiras contas, eu sou o http://meme.yahoo.com/diegobrito. Mas desde que a Yahoo veio com aquela barulheira toda com a campanha “Não subestime o Roxo” e depois não vi nada demais, fiquei decepcionado com a marca. Bom, espero que o Meme alcance seu lugar ao sol e que encontre seus fiéis usuários, no entanto, não boto muita fé no projeto pois acho que essa história de micro-blogging vai naufragar logo, logo, assim como foi com o Second Life e seus sucessores como o Lively.
Google Wave uma nova forma de se relacionar com seus e-mails
Uma ferramenta que está disponível ainda a pouquíssimas pessoas, apenas para teste, mas que já está começando a dar o que falar entre os comunicadores. Eu estive no Google Developer Day 2009 onde assisti uma palestra com Stephanie Hannon e Torsten Nelson, que demostraram o Google Wave e suas funcionalidades pra lá de exóticas e divertidas. Veja a foto dos Googlers abaixo:
Foto de Luís Leão.
É uma tacada ousada e inovadora do Google pois estão lançando um produto diferente e que pode revolucionar o modelo de comunicação entre as pessoas. É um misto de Instant Messenger, como o Gtalk, um pouco de e-mail, Gmail, uma dose de Micro-blogging, Twitter & Meme, e mais um monte de firulinhas interessantes. Realmente é algo complexo. Talvez com o tempo a massa assimile e utilize o tal do Google Wave, mas acredito que isso não está muito próximo de acontecer, se em 2012 o mundo não acabar talvez acho que seja uma boa data para o Wave estar bombando – e lá quem sabe até minha vó tenha uma continha, acreditem minha vó tem Orkut!
O Google Wave me chamou bastante a atenção pois propõe mais do que as outras ferramentas de comunicação que possuímos hoje, Twitter, MSN, E-mail, Blogs, ele se propõe a criar uma plataforma para consolidar tudo isso numa única ferramenta by Google. Eu já recebi um convite para ser um dos usuários testers do Google Wave mas ainda estou aguardando minha sandbox, quando ela chegar eu crio um post dedicado ao Wave e explico melhor como tudo funciona. Enquanto isso fiquem com um screenshot da ferramenta:
Bom, era isso que eu tinha para falar por hoje. Essas ferramentas as vezes mais nos distanciam do que nos aproximam. Não sei se a Internet está caminhando para aproximar as pessoas, às vezes, tenho minhas dúvidas. Em meados do ano 2000 me lembro de varar madrugadas nos chats e achava aquilo tudo muito legal. O ICQ então, nem se fala. Eu fiz muitos colegas naquela época. Hoje não sinto mais isso, antes todo mundo queria se conhecer, se conectar. Hoje parece que o mundo real e o “vírus do individualismo” estão começando a invadir o mundo virtual. Será que é o Agente Smith que está saindo da Matrix? Rsrsrs, bom se for isso eu não quero estar em Zion quando as máquinas chegarem.
Pessoas, obrigado pela visita e saiba que semanalmente o Contraste
conta com posts interessantes e novidades no mundo da Internet, Tecnologia, Marketing Digital e tudo que der na minha cabeça. Fui!
Já pensou em ter uma Rede Social na sua empresa?
Posted by Diego Brito in Endomarketing, Redes Sociais, Web 2.0 on 14 de maio de 2009
Sim, é isso mesmo. Uma Rede Social que você pode acessar tranquilo(a) sem se preocupar com o chefe fiscalizando, ou melhor, ele adoraria ver você participando desta teia de relacionamentos. Parece utopia mas já é realidade para algumas empresas. Hoje possuir uma Rede Social Corporativa é uma forma de promover a interatividade através do networking interno e da multiplicação da auto-motivação. Não é segredo para ninguém que os brasileiros adoram passar horas a fio em suas redes sociais favoritas como Orkut, Facebook, Twitter e por ai vai.
E quais os benefícios de uma empresa implementar uma Rede Social interna? São muitas as possibilidades de se beneficiar, no entanto, o modelo mais simples é funcionar como uma intranet onde é possível promover atividades, eventos, interação e principalmente a comunicação. Uma Rede Social Corporativa é um canal que contribui concomitantemente para diversos departamentos de uma empresa, tais como, recursos humanos e endomarketing.
Empresas que já apostam em Rede Social Corporativa:
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A Rede Social Corporativa é ainda pouco explorada pelas empresas que em termos de Internet estão sempre com um delay de uns 5 anos para entenderem o que o usuário realmente deseja. Ainda hoje vejo projetos sendo desenvolvidos totalmente 1.0, é a mesma coisa que comprar um vídeo-cassete novinho no Mappin. Não é a toa que existem dúzias de empresas ofertando serviços como “Ajudamos sua empresa a interagir com as Redes Sociais”. O problema não é mais tecnológico, vamos olhar para os números; 97% das empresas brasileiras com mais de 10 funcionários acessam a Internet (fonte cgi.net). As empresas estão cada vez mais presentes na web com seus “web folders” (catálogos de produtos) que ao meu ver é um efeito retardatário da bolha de anos atrás. As empresas precisam entender que a web não é um cabide para sites institucionais, como um closet virtual.
No entanto existem aquelas empresas, a esmagadora maioria da área de tecnologia e comunicação, que acompanham mais de perto o poder da Internet aliada as Redes Sociais e que já se beneficiam, como é o caso da Dell – recentemente a empresa anúncio ter faturado US$ 1 milhão com uso do Twitter para divulgar produtos e promoções (fonte).
Bom, agora vamos ao que interessa. Se você ficou pensando enquanto lia este post “..bom e como eu implemento uma Rede Social Corporativa na minha empresa?” a resposta é procure uma empresa com essa expertise para poder lhe prestar uma consultoria, no momento me vem uma na cabeça…rs (D2B Consultoria). A implementação de uma Rede Social Corporativa pode ser feita de duas maneiras, respectivamente o método de reinventar a roda e o outro de aprimorá-la – colocar um pneuzão aro 17 e pegar a estrada. O primeiro método é fazer um sistema do zero, ou seja, programar uma rede social inteira “na mão” utilizando uma linguagem dinâmica e um framework atual como Ruby on Rails, PHP (Cake, Symphony…), Dot Net, Python (Django), o que pode ser um caminho para 5% dos casos. O segundo método acho que é o mais viável para 95% das empresas que pensarem em implementar uma Rede Social Corporativa que é utilizar um CMS Open Source. Para quem não sabe, um CMS Open Source é uma espécie de sistema pronto para ser utilizado e disponível gratuitamente, no entanto, ele possui um visual padrão simples mas que pode ser customizado para atender a sua necessidade de uso, para citar um exemplo seria como a página inicial do Wordpress quando você cria um blog utilizando-o, que com alguma customização pode se tornar um Blog como este que você está navegando agora.
Agora que você já sabe que utilizar um Sistema Gerenciador de Conteúdo (CMS) gratuito (Open Source) é uma ótima maneira de implementar uma Rede Social Corporativa vou listar abaixo algumas das ferramentas disponíveis:
As ferramentas listadas acima com alguma customização podem tornar-se o seu Orkut interno, Facebook, Digg, não dei uma sugestão para Twitter interno pois já existe uma bem bacana que é o Yammer, e que você pode utilizá-la a partir do seu site oficial.
Também existe uma outra forma de iniciar uma Rede Social Corporativa rapidamente que é utilizando o Ning – site conhecido por abrigar Redes Sociais de empresas brasileiras como o da Agência Click (já citado) e Revista Info.
Como pude mostrar existem diversas possibilidades de implementar uma Rede Social Corporativa na sua empresa e com ela poder se beneficiar de muitas formas – networking interno, multiplicação do conhecimento – estímulo a pró-atividade coletiva, integração, divulgação de memorandos, promoção de eventos, concursos, organização dos dados, listar dados pessoais, conhecer melhor as pessoas da empresa, são “n” possibilidades. Você pode ter uma Rede Social interna que apenas pode ser acessada de dentro da empresa, ou melhor, uma rede segura na Internet com senha. Tudo depende de seu objetivo. O valor de implementação também depende muito da complexibilidade da customização que será necessária. Procure uma Consultoria para lhe auxiliar na implementação de sua Rede Social Corporativa (D2B Consultoria) e descubra o que o poder das Redes Sociais pode fazer por você e sua empresa.
Processo criativo do site da D2B Consultoria
Posted by Diego Brito in Dicas, Web 2.0, criação on 26 de abril de 2009
“Depois de muitas perguntas resolvi compartilhar o processo criativo que nos levou a construir o site da D2B Consultoria, aqui para a Comunidade Contraste
“
Olá galera! Hoje vou falar de um assunto que já estão me perguntando a mais de um mês, desde quando subimos o site da D2B Consutoria para o ar. Bom, vou explicar o processo criativo e como ocorreu o desenvolvimento do projeto, de maneira a “matar cusriosidade” e também poder contribuir com o aprendizado coletivo. Primeiramente tenho que dizer: não é Flash! Me perguntaram após o site ir ao ar que era muito bacana porque utilizava Flash. Não, eu disse. O site é puro XHTML + DHTML + JAVASCRIPT + JQUERY + AJAX. Ué, pensei que era Flash, foi a resposta que ouvi algumas vezes. Bom, para desenvolvedores e diretores de arte da web 2.0 sabem que hoje em dia pode ser um “tiro no pé” começar um projeto inteiro em Flash, pois acarreta em prejuízos de SEO (Search Engine Optimization), ou seja, o site dificilmente aparece bem posicionado na busca orgânica do google. Graças aos milagres visuais oferecidos pela biblioteca javascript Jquery (saber mais sobre Jquery), conseguimos desenvolver uma navegação intuitiva e diferenciada da maioria dos websites. Com uma proposta de navegação em duplo eixo (x,y) oferecemos uma experiência com o conteúdo de maneira particular, cada usuário trilha seu próprio caminho no site da D2B Consultoria. Bom primeiramente queríamos um site que estivesse alinhado com nossa proposta de consultoria em marketing estratégico e que refletisse nossa expertise em web 2.0. Após alguns brainstormings e rafs chegamos a esse layout:
O visual ficou um pouco com cara de Blog e com aqueles rodapés “kilométricos” que custumamos ver bastante hoje em dia. Utilizamos alguns gadgets externos e uma linguagem descontraída. Fizemos o dever de casa mas no final das contas chegamos a conclusão que não era isso que queríamos. O site estava seguindo a “modinha” web 2.0, e sinceramente não era esse nosso objetivo. Não queríamos ter um site da moda, queríamos algo que traduzisse nossa essência que é a criação de projetos com base em marketing digital, seguindo metodologias próprias de desenvolvimento e com o perfil de consultoria, não agência! Ai voltamos a estaca zero. Lápis, papel e correr para sala de reunião para pensar novamente a respeito do site da D2B Consultoria. Conversando com minha sócia por algumas horas chegamos a conclusão que nosso site teria uma navegação em uma página só. E o que seria isso? Bom, um projeto que o usuário não precisasse entrar em links, mas sim, literalmente navegaria pelo conteúdo de forma intuitiva. Essa foi a premissa inicial. Logo após, visitamos alguns sites para ver referências de sites com navegação em uma página só. Entre eles os que mais nos inspiraram foram esses:
Outra referência importante para citar é influência da trilogia de filmes da série “Cubo”. A nevagação em quadrantes foi uma idéia pensando na dinâmica de movimentação do Cubo, onde os personagens tentavam sair “desesperadamente” por conta das armadilhas espalhadas pelos quadrantes que iam desde gases letais até esguichos de ácido. Bom, realmente por este ângulo não nos baseamos muito no Cubo, fique tranquilo pois você não será surpreendido com armadilhas enquanto navegar no site da D2B Consultoria, rsrs. Mas com relação a movimentação confesso que nos inspiramos bastante no Cubo.
Com base nessas referências lá fui eu brincar com meus papéis e após alguns minutos tinhamos algo como isso:
Os post-its foram uma forma de organizar as idéias de maneira lúdica, como um teste psicotécnico ou algo do tipo. Pensando mais um pouco fui “rafear” a idéia para ver o que poderia sair daí, e obtivemos isso:
Ficamos debatendo sobre esses rascunho e chegamos a fazer uns outros 4 ou 5 modelos com base nesse. Tinhamos chegado em um concenso do que seria a estrutura macro do projeto, no entanto, agora ficava uma das questões mais delicadas: e o layout? Vamos seguir qual estilo? Qual tipografia? Qual linguagem? Bom, lá fomos nós meditar um pouco e no dia seguinte resolvi fazer uma experiência, e não é que deu certo! Veja:
Saiu a base do layout. Tivemos a idéia de fazer uma espécie de diagrama, representando o planejamento estratégico (um dos diferenciais de nossa consultoria), onde o site todo seria um mapa de uma apresentação da empresa. As setas ao longo do layout representantam essa idéia, o restante vocês já conhecem! Mas para quem não viu ainda segue abaixo:
Após termos feito a base do layout o restantente fluiu, como deve ser em qualquer trabalho criativo. Como já disse o grande Toquinho em “Aquarela”:
Numa folha qualquer
Eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo…
E assim foi por ai que chegamos ao resultado final do site de nossa consultoria. Espero que tenha ajudado a contribuir de alguma forma para o conhecimento coletivo. É raro você ver alguém falando de como fez isso ou aquilo, lembro de alguém que fazia isso bastante. MISTER M…rs
























