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O desenvolvimento de sites com Ruby on Rails

ruby on rails logo 179x214 custom O desenvolvimento de sites com Ruby on RailsOlá a todos, estou aqui hoje para falar de desenvolvimento para Internet. Para quem não sabe desenvolvimento é a etapa onde se produz o código de um website. Não a interface (CSS, XHTML, JAVASCRIPT…) mas a parte dinâmica onde conversa com o servidor e banco de dados. Gostaria de contar um pouco sobre minha visão sobre o Ruby on Rails, uma das vedetes do momento. Para quem não sabe Ruby é uma linguagem de programação interpretada, com Tipagem Dinâmica e Tipagem Forte, orientada a objetos e com várias semelhanças com Perl, Python e SmallTalk. Já o Rails é um framework que torna a vida do desenvolvedor muita mais feliz, pois mastiga o Ruby e o torna muito poderoso para desenvolver aplicações ágeis para Internet.

No meu ponto de vista ainda não existia algo tão prático e objetivo para o desenvolvedor web como Rails. Pois ele torna as coisas muito organizadas e estruturadas para que você não esquente a cabeça tentando encaixar as coisas, pois o Rails sempre tem uma maneira Rails de fazer tudo muito mais fácil. Diferentemente do PHP, linguagem muito rápida, abrangente e poderosa, o Ruby sobre o Rails torna-se muito mais web 2.0 e de fácil manutenção. É comum vermos aplicações desenvolvidas em PHP que são uma verdadeira salada (existem algumas exceções como o Wordpress). Sem padrões e metodologia, algo feito de acordo do que dá na cabeça do desenvolvedor. Isso é ruim, pois torna a futura manutenção do código muito complicada para outra pessoa. Também existem aplicações opensource com código que deixam a desejar. Com o Rails a coisa fica mais organizada, pois todos os desenvolvedores são guiados de uma maneira a deixar tudo de acordo com o jeito Rails de se fazer.

Para quem está interessado em aprender sobre Ruby on Rails eu recomendo 2 livros que eu já li e considero muito bons. Para iniciantes eu sugiro o “Use a Cabeça Rails” (da consagrada série Head First) e o “Programando Rails a Bíblia” do Obie Fernandez (esse para intermediários).

Abaixo um vídeo no estilo da campanha da Apple, numa versão Rails vs PHP.

Até o próximo post, um abraço a todos!

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Entrevista para o Jornal o Estado de S. Paulo

Olá a todos, estou aqui hoje para fazer um “jabazinho” e falar de Mídia Externa. Na semana passada fui procurado pela jornalista Juliana Portugal, do jornal o Estado de S. Paulo, para uma entrevista para o caderno Negócios e Oportunidades. O tema é Mídia Externa e tal entrevista serviria para embasamento de uma matéria que sairia em destaque no caderno na edição do jornal de domingo 06/09/2009. Abaixo segue a imagem da matéria publicada, para quem quiser ler é só clicar na imagem que abrirá uma versão ampliada:

Matéria publicada no Estadão

Matéria publicada no Estadão

Leia a entrevista na Íntegra:

Estadão:: Juliana:: > Qual a análise que você faz do mercado de mídias digitais?

Diego Brito:: > O mercado de mídias digitais está em rota ascendente. Estamos vivendo em um período tão importante quanto foi a prensa de Gutenberg para a comunicação. Estamos em tempos onde a tecnologia e a comunicação nunca antes estiveram tão juntas. As pessoas já não possuem mais tempo para ver televisão, algo que já foi o hype da grande massa. Com a chegada da internet de alta velocidade e diminuição dos preços dos equipamentos eletrônicos, cada vez mais, as pessoas dedicam seu tempo com equipamentos de tecnologia; é nesse contexto que a segmentação nas ações de comunicação trazem resultados mais eficazes para as campanhas de propaganda.

Estadão:: Juliana:: >Há espaço para este mercado crescer?

Diego Brito:: >
Sim, e muito. As mídias tradicionais estão cada vez mais perdendo espaço frente a estratégias de comunicação conhecidas como below the line. Muitos anunciantes já consideram por exemplo a Internet como uma mídia eficaz e importante para divulgar suas campanhas de propaganda. Acredito que a Mídia Indoor ganhou muito espaço a exemplo de São Paulo, após a Lei Cidade Limpa, pois nunca antes ser ecologicamente correto esteve tão em alta. Em painéis digitais os anunciantes podem segmentar suas campanhas, pois podem ser veiculadas em elevadores comerciais, academias, ônibus, etc. Desta maneira o anunciante e as agências possuem um canal altamente segmentado e com custos mais atrativos, comparados com mídias tradicionais como revistas de grande circulação e tv aberta, por exemplo. Ao meu ver é apenas uma questão de tempo para o bolo que envolve as mídias “analógicas” ser dividido ao meio com as mídias digitais, que crescem vertiginosamente. E com esse fenômeno instaurado acredito que os profissionais de mídia das agências enfrentaram um grande desafio que é “gastar” uma grande parte da verba de seus anunciantes de maneira segmentada.

Estadão:: Juliana:: >Quais os cuidados que um empresário deve ter ao investir neste negócio?

Diego Brito:: > Primeiramente acredito que deva ser feito uma boa pesquisa de público-alvo e nicho de mercado que será atingido. A mídia indoor possui como grande diferencial a segmentação. Portanto, o empresário que deseje montar um negócio nesse segmento precisa fazer uma pesquisa qualitativa e quantitativa para sentir o potencial do veículo que ele irá instaurar naquele local – do contrário não terá dados estatísticos para poder comercializar os espaços publicitários o que pode comprometer o sucesso comercial do negócio.

Estadão:: Juliana:: >Quais as vantagens / desvantagens da área?

Diego Brito:: > Como já mencionado, acredito que o grande diferencial dessa área seja a segmentação. Os anunciantes estão cada vez mais em busca de resultados em suas campanhas e constantemente cobram suas agências de comunicação por mais eficiência. É nesse contexto que a mídia segmentada poderá “abocanhar” boa parte do mercado das mídias tradicionais, que já estão saturadas de propaganda e o consumidor em muitos casos já as ignoram. Como todo veículo de comunicação acredito que montar um negócio nessa área é algo que poderá trazer muito retorno financeiro para quem souber administrar bem o negócio. Uma receita que já vem se mostrando eficaz é unir a propaganda com o entretenimento, pois esse tipo de mídia além de divulgar os anunciantes, ao meu ver, cumpre um papel importante dentro da comunicação que é oferecer conteúdo informativo e de entretenimento nos intervalos dos anúncios. Agora com relação a desvantagens acredito que seja a concorrência por pontos de grande circulação o que no longo prazo poderá tornar a concorrência no segmento predatória. Também acho que uma desvantagem, que também pode ser vista como investimento, é que o empresário que ingressar em mídia indoor, nesse momento, terá que fomentar médios e pequenos anunciantes, pois estes acredito que serão os grandes mantenedores de toda a receita do setor se já forem trabalhados desde já.

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Twitter, Meme, Google Wave e a Babel 2.0

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yahoo meme Twitter, Meme, Google Wave e a Babel 2.0
Google Wave logo1 150x150 Twitter, Meme, Google Wave e a Babel 2.0
O hype do momento, o titi das celebridades e anônimos. A nova modinha da web 2.0.  A última bolachinha do pacote :P
Estratégia Assolan! Sonha em conquistar os fãs da Bombril, leia-se Twitter.
A bola quadrada do Kiko. Tinha que ser o Google!

Demagogias à parte. Quem não se sente numa Babel quando se está no Twitter? Bom, eu gosto da ferramenta, se você caçar eu por lá vai ver que hora ou outra dou uma twitada, @diegodebrito. Não quero entrar no mérito se o Twitter é cool ou não. A pergunta é: quem não se sente isolado às vezes utilizando o Twitter? Isolado como aqueles etezinhos gutiguti do clipe do Moby “In This World”. A questão é que quanto mais nos parecemos informados mais nos mantemos distantes apáticos e pseudo-esclarecidos, pseudo-conectados.


Pergunta: o que um usuário do Twitter falou para o outro?

Resposta: fala com a minha mão. :mrgreen:


Fail Whale é a página de erro do Twitter. Embora ninguém goste de site que dá pau a galera adora essa baleinha simpática.

Fail Whale é a página de erro do Twitter. Embora ninguém goste de "site que dá pau" a galera adorou essa baleinha simpática.


Tem exibido falando do carro novo, mulher chorando as mágoas, blogueiro desesperado promovendo posts, jornalistas abelhudos twittando de tudo que recebe, empreiteira vendendo apartamentos… tem de tudo. Só não vejo muito aquilo que seria inicialmente a “missão” do Twitter, conectar as pessoas. É um monte de gente falando com a parede, literalmente. Raras, são as exeções; figuras como @marcelotas e @rafinhabastos são exceções pois possuem uma legião de seguidores que devem realmente ler os posts desses figuraças. Mas no geral o twitter é composto de reles mortais que convivem com a realidade do que eu chamo de “Torre de Babel web 2.0“, um lugar onde ninguém se entende, ou melhor, não quer se entender. Essa é a realidade brasileira do Twitter. Os brazucas adoram se auto-promoverem, o Orkut já foi um estouro (para quem não sabe o Brasil é um dos únicos países no mundo onde o Orkut fez sucesso, tem muita gente no mundo que nem sabe o que é Orkut, rs) o Twitter então é melhor ainda, pois agora que não dá mais para bisbilhotar a vida alheia (criaram filtros, bloqueios, privacidade, antigamente o Orkut era terra de ninguém) chegou uma nova fase, a de ser bisbilhotado, mas a realidade é que ninguém quer mais saber de você. No Orkut éramos estrelas com 999 amigos, adorados e idolatrados, no Twitter somos mais um, mais um @nada brincando de #tagear jogo da velha.

Se quiser saber mais sobre a baleinha simpática acesse esse post no Blog Webmania, lá você verá que até artistas estão fazendo obras baseadas na Fail Whale, como diria o Faustão, ô Loko meu!


Meme, o filho pródigo do Yahoo!

Ps: Cão que ladra, não morde.

y meme final Twitter, Meme, Google Wave e a Babel 2.0

Para quem não sabe ainda, Meme é um serviço do Yahoo ainda em fase de testes (apenas convidados podem acessar) que pretende desbancar o Twitter. Bom, eu adorei o visual o Meme é lindo, essa foi minha primeira impressão. O Twitter tem cara daqueles chats antigos IRC/MIRC ou até mesmo de um leitor de RSS. Já o Meme é um colírio para os olhos, o que chamam por ai de eyecandy! A grande vantagem do Meme é que você pode postar mais do que os restritos “140 caracteres do Twitter” e ainda pode colocar fotos, vídeos e música em conjunto. Realmente em termos de layout, interatividade o Meme da um show de bola em cima do Twitter. Mas infelizmente sabemos que aquilo que pega, pegou – é uma forma de dizer que o que a massa elege nem sempre é o melhor mas é o que fica. Eu sou cético a ponto de dizer que o Meme irá superar o Twitter, na verdade quando eu ouvi rumores que a Yahoo estaria fazendo uma plataforma de micro-blogging para concorrer com o Twitter eu já logo pensei: barco furado. Não quero ser pessimista, eu particularmente adorei o Meme pois fui um dos privilegiados em possuir uma das primeiras contas, eu sou o http://meme.yahoo.com/diegobrito. Mas desde que a Yahoo veio com aquela barulheira toda com a campanha “Não subestime o Roxo” e depois não vi nada demais, fiquei decepcionado com a marca. Bom, espero que o Meme alcance seu lugar ao sol e que encontre seus fiéis usuários, no entanto, não boto muita fé no projeto pois acho que essa história de micro-blogging vai naufragar logo, logo, assim como foi com o Second Life e seus sucessores como o Lively.


Google Wave uma nova forma de se relacionar com seus e-mails

Uma ferramenta que está disponível ainda a pouquíssimas pessoas, apenas para teste, mas que já está começando a dar o que falar entre os comunicadores. Eu estive no Google Developer Day 2009 onde assisti uma palestra com Stephanie Hannon e Torsten Nelson, que demostraram o Google Wave e suas funcionalidades pra lá de exóticas e divertidas. Veja a foto dos Googlers abaixo:

google developer day 2009 s Twitter, Meme, Google Wave e a Babel 2.0Foto de Luís Leão.

É uma tacada ousada e inovadora do Google pois estão lançando um produto diferente e que pode revolucionar o modelo de comunicação entre as pessoas. É um misto de Instant Messenger, como o Gtalk, um pouco de e-mail, Gmail, uma dose de Micro-blogging, Twitter & Meme, e mais um monte de firulinhas interessantes. Realmente é algo complexo. Talvez com o tempo a massa assimile e utilize o tal do Google Wave, mas acredito que isso não está muito próximo de acontecer, se em 2012 o mundo não acabar talvez acho que seja uma boa data para o Wave estar bombando – e lá quem sabe até minha vó tenha uma continha, acreditem minha vó tem Orkut!

O Google Wave me chamou bastante a atenção pois propõe mais do que as outras ferramentas de comunicação que possuímos hoje, Twitter, MSN, E-mail, Blogs, ele se propõe a criar uma plataforma para consolidar tudo isso numa única ferramenta by Google. Eu já recebi um convite para ser um dos usuários testers do Google Wave mas ainda estou aguardando minha sandbox, quando ela chegar eu crio um post dedicado ao Wave e explico melhor como tudo funciona. Enquanto isso fiquem com um screenshot da ferramenta:

google wave Twitter, Meme, Google Wave e a Babel 2.0

Bom, era isso que eu tinha para falar por hoje. Essas ferramentas as vezes mais nos distanciam do que nos aproximam. Não sei se a Internet está caminhando para aproximar as pessoas, às vezes, tenho minhas dúvidas. Em meados do ano 2000 me lembro de varar madrugadas nos chats e achava aquilo tudo muito legal. O ICQ então, nem se fala. Eu fiz muitos colegas naquela época. Hoje não sinto mais isso, antes todo mundo queria se conhecer, se conectar. Hoje parece que o mundo real e o “vírus do individualismo” estão começando a invadir o mundo virtual. Será que é o Agente Smith que está saindo da Matrix? Rsrsrs, bom se for isso eu não quero estar em Zion quando as máquinas chegarem.

Pessoas, obrigado pela visita e saiba que semanalmente o Contraste ;) conta com posts interessantes e novidades no mundo da Internet, Tecnologia, Marketing Digital e tudo que der na minha cabeça. Fui!

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Google Developer Day 2009 e o HTML5

Patrick Chanezon, palestrou sobre HTML5

Patrick Chanezon falou sobre HTML5. Foto de Luís Leão, link com mais fotos no final do post.

Estive nesta última segunda-feira (29/06/2009) no Google Developer Day 2009, para quem não sabe é um evento anual promovido pela Google com o objetivo de apresentar tendências e novos produtos da empresa.

O conteúdo das palestras foi interessante pois abordaram novas formas de interação do usuário com o browser e melhorias na interatividade num futuro próximo.

Achei o pessoal da Google bastante otimista com o HTML 5 e os novos browsers, Firefox 3.5 e Safari 4 da Apple e futuramente o Google Chrome que ainda precisa de alguns ajustes.


O Html 5 e a evolução do Browser

Para quem acompanha a Internet desde 1999, como eu, sabe a importância do código e o que a melhoria do mesmo possibilitou para a Internet. Antigamente me lembro de comandos como <marquee></marquee> que eram o hype do Netscape Navigator, essa tag de comando fazia o texto rolar horizontalmente na página como um letreiro; naquela época era o que tinhamos. Com o tempo veio o fabuloso Macromedia Flash (hoje da Adobe) que revolucionou a web com animações e efeitos visuais arrojados; no entanto recentemente o uso de Flash vem caindo vertiginosamente pois ele é prejudicial para o SEO (Search Engine Optimization) da página além de que muitas vezes é pesado e/ou requer a instalação de plugin na máquina do usuário; esse dilema ocorre também com o Silverlight da Microsoft.

Bom, como o HTML 5 pode substituir o Flash ou tornar as coisas mais dinâmicas? Primeiramente, o HTML 5 não vai mudar nada sozinho e o é importante saber que o HTML5 só funciona em navegadores compatíveis (como já citado Firefox 3.5 e Safari 4 até o momento).  Então o que muda? Muda que agora o browser ganhou poder, não é mais passivo a ponto de apenas exibir códigos, torna-se um potencial concorrente aos sistemas operacionais e a forma com que nos relacionamos com os computadores.


Assista vídeo de abertura do Google Developer Day 2009 em SP


As novidades do HTML 5 são muitas entre elas:

Tag Canvas: possibilitando renderizar imagens no browser de forma nativa, alguns dizem que essa é uma das tags Flash Killer.

Tags de Vídeo: possibilidade de embutir vídeos diretamente no HTML e efeitos como o Chroma Key, Adobe Premiere que se cuide, rs.

Geolocalização: o browser te encontra onde estiver, nada de GPS ou Google Maps. Algo nativo do HTML e que poderá ser utilizado para muitas coisas interessantes; as namoradas, mães & cia irão adorar isso.

Caching de aplicações: o browser ganha o poder de fazer atividades off-line e depois sincronizar mudanças de forma nativa.

E muito mais que está ainda por vir, a promessa é que a versão final do HTML 5 esteja disponível em 2012, conforme site da W3C.


Assista vídeo de abertura do evento  mostrando o poder do HTML 5.
Ps: não é Flash, é puro HTML 5!


Uma Internet “Limpinha” e Semântica será que é possível?

Muito já se foi feito para organizar a web, que sempre foi uma tremenda zona (perdoe-me pela palavra). A W3C se esforça para criar padrões, conhecidos como webstandars, e no entanto ainda tem gente fazendo sites com “tabelão”. Com tanto material que há disponível hoje de aprendizado não há motivo para não adotar o Tableless. Muitas agências / consultorias de Internet já adotaram o Tableless, no entanto como existem muitos “sobrinhos” (aquele sobrinho esperto que sabe tudo de informática) ainda são feitos muitos sites de forma ultrapassada e que não contribuem para a organização da web. A tão almejada web semântica, também conhecida como web 3.0 poderá começar a tornar-se realidade com o HTML 5, pois o código terá tags mais a pares da realidade de construção de sites modernos, isso será muito bom pois conseguiremos buscas mais relevantes no Google e outros mecanismos de pesquisa.

Enquanto o HTML 5 não se torna uma realidade ficamos com esse gostinho na boca de inovação e aguardando ansiosamente pela tecnologia que está por chegar. Só para não passar em branco, se você usa Internet Explorer não deixe de baixar os browser modernos que recomendei no inicio deste post, pois a Microsoft não parece estar acompanhando muito bem o bonde da história com relação a Internet e ao menos que você queira ficar de fora é melhor se atualizar! E se você usa Internet Explorer 6 nem se fala, bom espero que meus leitores sejam pessoas esclarecidas e atualizadas e não utilizem um browser precário lançado em 2001 e que é um incoveniente para a modernização da Internet. Movimento anti-IE 6, eu apóio!

Veja mais fotos do evento na galeria do FlickR do Luís Leão clicando aqui.

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