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	<title>Contraste ;)   Diego Brito em busca do contraste perfeito. &#187; Dicas</title>
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	<description>Blog sobre Marketing Digital, Internet, Tecnologia e Publicidade &#38; Propaganda. Você sempre encontrará novidades e informações interessantes para lhe manter sempre antenado(a). Acesse e confira!</description>
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		<title>Entrevista para o Jornal o Estado de S. Paulo</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 02:36:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Brito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá a todos, estou aqui hoje para fazer um "jabazinho" e falar de Mídia Externa. Na semana passada fui procurado pela jornalista Juliana Portugal, do jornal o Estado de S. Paulo, para uma entrevista para o caderno Negócios e Oportunidades. O tema é Mídia Externa e tal entrevista serviria para embasamento de uma matéria que sairia em destaque no caderno na edição do jornal de domingo 06/09/2009.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá a todos, estou aqui hoje para fazer um &#8220;jabazinho&#8221; e falar de <strong>Mídia Externa</strong>. Na semana passada fui procurado pela jornalista Juliana Portugal, do <strong>jornal o Estado de S. Paulo</strong>, para uma entrevista para o caderno <strong>Negócios e Oportunidades</strong>. O tema é Mídia Externa e tal <strong>entrevista</strong> serviria para embasamento de uma matéria que sairia em destaque no caderno na edição do jornal de <strong>domingo 06/09/2009</strong>. Abaixo segue a imagem da matéria publicada, para quem quiser ler é só clicar na imagem que abrirá uma versão ampliada:</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_833" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/09/materia_diego_brito_pq.jpg" rel="lightbox[830]"><img class="size-medium wp-image-833" title="materia_diego_brito_pq" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/09/materia_diego_brito_pq-300x255.jpg" alt="Matéria publicada no Estadão" width="300" height="255" /></a><p class="wp-caption-text">Matéria publicada no Estadão</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Leia a entrevista na Íntegra:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estadão:: Juliana:: &gt;</strong> <strong>Qual a análise que você faz do mercado de mídias digitais?</strong></p>
<p><strong>Diego Brito:: &gt;</strong> O mercado de mídias digitais está em rota ascendente. Estamos vivendo em um período tão importante quanto foi a prensa de Gutenberg para a comunicação. Estamos em tempos onde a tecnologia e a comunicação nunca antes estiveram tão juntas. As pessoas já não possuem mais tempo para ver televisão, algo que já foi o hype da grande massa. Com a chegada da internet de alta velocidade e diminuição dos preços dos equipamentos eletrônicos, cada vez mais, as pessoas dedicam seu tempo com equipamentos de tecnologia; é nesse contexto que a segmentação nas ações de comunicação trazem resultados mais eficazes para as campanhas de propaganda.</p>
<p><strong>Estadão:: Juliana:: &gt;</strong><strong>Há espaço para este mercado crescer?</strong><br />
<strong><br />
Diego Brito:: &gt;</strong> Sim, e muito. As mídias tradicionais estão cada vez mais perdendo espaço frente a estratégias de comunicação conhecidas como below the line. Muitos anunciantes já consideram por exemplo a Internet como uma mídia eficaz e importante para divulgar suas campanhas de propaganda. Acredito que a Mídia Indoor ganhou muito espaço a exemplo de São Paulo, após a Lei Cidade Limpa, pois nunca antes ser ecologicamente correto esteve tão em alta. Em painéis digitais os anunciantes podem segmentar suas campanhas, pois podem ser veiculadas em elevadores comerciais, academias, ônibus, etc. Desta maneira o anunciante e as agências possuem um canal altamente segmentado e com custos mais atrativos, comparados com mídias tradicionais como revistas de grande circulação e tv aberta, por exemplo. Ao meu ver é apenas uma questão de tempo para o bolo que envolve as mídias &#8220;analógicas&#8221; ser dividido ao meio com as mídias digitais, que crescem vertiginosamente. E com esse fenômeno instaurado acredito que os profissionais de mídia das agências enfrentaram um grande desafio que é &#8220;gastar&#8221; uma grande parte da verba de seus anunciantes de maneira segmentada.</p>
<p><strong>Estadão:: Juliana:: &gt;</strong><strong>Quais os cuidados que um empresário deve ter ao investir neste negócio?</strong></p>
<p><strong>Diego Brito:: &gt;</strong> Primeiramente acredito que deva ser feito uma boa pesquisa de público-alvo e nicho de mercado que será atingido. A mídia indoor possui como grande diferencial a segmentação. Portanto, o empresário que deseje montar um negócio nesse segmento precisa fazer uma pesquisa qualitativa e quantitativa para sentir o potencial do veículo que ele irá instaurar naquele local &#8211; do contrário não terá dados estatísticos para poder comercializar os espaços publicitários o que pode comprometer o sucesso comercial do negócio.</p>
<p><strong>Estadão:: Juliana:: &gt;</strong><strong>Quais as vantagens / desvantagens da área?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diego Brito:: &gt;</strong> Como já mencionado, acredito que o grande diferencial dessa área seja a segmentação. Os anunciantes estão cada vez mais em busca de resultados em suas campanhas e constantemente cobram suas agências de comunicação por mais eficiência. É nesse contexto que a mídia segmentada poderá &#8220;abocanhar&#8221; boa parte do mercado das mídias tradicionais, que já estão saturadas de propaganda e o consumidor em muitos casos já as ignoram. Como todo veículo de comunicação acredito que montar um negócio nessa área é algo que poderá trazer muito retorno financeiro para quem souber administrar bem o negócio. Uma receita que já vem se mostrando eficaz é unir a propaganda com o entretenimento, pois esse tipo de mídia além de divulgar os anunciantes, ao meu ver, cumpre um papel importante dentro da comunicação que é oferecer conteúdo informativo e de entretenimento nos intervalos dos anúncios. Agora com relação a desvantagens acredito que seja a concorrência por pontos de grande circulação o que no longo prazo poderá tornar a concorrência no segmento predatória. Também acho que uma desvantagem, que também pode ser vista como investimento, é que o empresário que ingressar em mídia indoor, nesse momento, terá que fomentar médios e pequenos anunciantes, pois estes acredito que serão os grandes mantenedores de toda a receita do setor se já forem trabalhados desde já.</p>
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[/caption]

Leia a entrevista na Íntegra:
Estadão:: Juliana:: &gt; Qual a análise que você faz do mercado de mídias digitais?
Diego Brito:: &gt; O mercado de mídias digitais está em rota ascendente. Estamos vivendo em um período tão importante quanto foi a prensa de Gutenberg para a comunicação. Estamos em tempos onde a tecnologia e a comunicação nunca antes estiveram tão juntas. As pessoas já não possuem mais tempo para ver televisão, algo que já foi o hype da grande massa. Com a chegada da internet de alta velocidade e diminuição dos preços dos equipamentos eletrônicos, cada vez mais, as pessoas dedicam seu tempo com equipamentos de tecnologia; é nesse contexto que a segmentação nas ações de comunicação trazem resultados mais eficazes para as campanhas de propaganda.
Estadão:: Juliana:: &gt;Há espaço para este mercado crescer?

Diego Brito:: &gt; Sim, e muito. As mídias tradicionais estão cada vez mais perdendo espaço frente a estratégias de comunicação conhecidas como below the line. Muitos anunciantes já consideram por exemplo a Internet como uma mídia eficaz e importante para divulgar suas campanhas de propaganda. Acredito que a Mídia Indoor ganhou muito espaço a exemplo de São Paulo, após a Lei Cidade Limpa, pois nunca antes ser ecologicamente correto esteve tão em alta. Em painéis digitais os anunciantes podem segmentar suas campanhas, pois podem ser veiculadas em elevadores comerciais, academias, ônibus, etc. Desta maneira o anunciante e as agências possuem um canal altamente segmentado e com custos mais atrativos, comparados com mídias tradicionais como revistas de grande circulação e tv aberta, por exemplo. Ao meu ver é apenas uma questão de tempo para o bolo que envolve as mídias &#8220;analógicas&#8221; ser dividido ao meio com as mídias digitais, que crescem vertiginosamente. E com esse fenômeno instaurado acredito que os profissionais de mídia das agências enfrentaram um grande desafio que é &#8220;gastar&#8221; uma grande parte da verba de seus anunciantes de maneira segmentada.
Estadão:: Juliana:: &gt;Quais os cuidados que um empresário deve ter ao investir neste negócio?
Diego Brito:: &gt; Primeiramente acredito que deva ser feito uma boa pesquisa de público-alvo e nicho de mercado que será atingido. A mídia indoor possui como grande diferencial a segmentação. Portanto, o empresário que deseje montar um negócio nesse segmento precisa fazer uma pesquisa qualitativa e quantitativa para sentir o potencial do veículo que ele irá instaurar naquele local &#8211; do contrário não terá dados estatísticos para poder comercializar os espaços publicitários o que pode comprometer o sucesso comercial do negócio.
Estadão:: Juliana:: &gt;Quais as vantagens / desvantagens da área?
Diego Brito:: &gt; Como já mencionado, acredito que o grande diferencial dessa área seja a segmentação. Os anunciantes estão cada vez mais em busca de resultados em suas campanhas e constantemente cobram suas agências de comunicação por mais eficiência. É nesse contexto que a mídia segmentada poderá &#8220;abocanhar&#8221; boa parte do mercado das mídias tradicionais, que já estão saturadas de propaganda e o consumidor em muitos casos já as ignoram. Como todo veículo de comunicação acredito que montar um negócio nessa área é algo que poderá trazer muito retorno financeiro para quem souber administrar bem o negócio. Uma receita que já vem se mostrando eficaz é unir a propaganda com o entretenimento, pois esse tipo de mídia além de divulgar os anunciantes, ao meu ver, cumpre um papel importante dentro da comunicação que é oferecer conteúdo informativo e de entretenimento nos intervalos dos anúncios. Agora com relação a desvantagens acredito que seja a concorrência por pontos de grande circulação o que no longo prazo poderá tornar a concorrência no segmento predatória. Também acho que uma desvantagem, que também pode ser vista como investimento, é que o empresário que ingressar em mídia indoor, nesse momento, terá que fomentar médios e pequenos anunciantes, pois estes acredito que serão os grandes mantenedores de toda a receita do setor se já forem trabalhados desde já.
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		<title>Será que SPAM é Crime no Brasil&#8230;</title>
		<link>http://www.diegobrito.com.br/archives/sera-que-spam-e-crime-no-brasil</link>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 19:52:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Brito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje resolvi abordar um tema que é polêmico como tudo aquilo que envolve a nossa Internet brazuca. SPAM é crime ou não é? É proibido, mas segundo quem? Tem como eu fazer algo contra os SPAMMERS? Eu posso mandar SPAMS pela minha empresa?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/07/spam_e_crime_no_brasil.png" rel="lightbox[775]"><img class="alignleft size-full wp-image-777" title="spam_e_crime_no_brasil" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/07/spam_e_crime_no_brasil.png" alt="spam e crime no brasil Será que SPAM é Crime no Brasil..." width="320" height="262" /></a>Olá meus queridos e queridas leitores do Contraste <img src='http://www.diegobrito.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' title="Será que SPAM é Crime no Brasil..." />  , estive um pouco sumido mas é por uma boa causa, em breve virão novidades por ai.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje resolvi abordar um tema que é polêmico como tudo aquilo que envolve a nossa Internet brazuca. <strong>SPAM é crime ou não é</strong>?<strong> É proibido, mas segundo quem? Tem como eu fazer algo contra os SPAMMERS? Eu posso mandar SPAMS pela minha empresa?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se essas dúvidas estão na sua cabeça quando pensa em SPAM, acho que será de bom grado continuar a leitura e adubar as idéias.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o Antispam.br SPAM é:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;o termo usado para referir-se aos </em><em>e-mails não     solicitados, que geralmente são enviados para um grande     número de pessoas. Quando o conteúdo é exclusivamente     comercial, esse tipo de mensagem é chamada de UCE     (do inglês </em><em>Unsolicited Commercial E-mail).&#8221;</em></p>
<h3 style="text-align: justify;"><a name="1"></a>Origem</h3>
<p style="text-align: justify;">As controvérsias acompanham o spam desde seu &#8220;nascimento&#8221;,         cuja data &#8220;oficial&#8221; pode ser considerada         como 5 de março 1994. Neste dia, dois advogados,         Canter e Siegel, enviaram uma mensagem sobre uma loteria         de <em>Green Cards</em> americanos para um grupo de discussão         da USENET. O ato de enviar uma mensagem de propaganda         para um fórum sem foco no assunto causou espanto         e revolta em muitos assinantes do grupo.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/07/SPAM_vikings.png" rel="lightbox[775]"><img class="alignright size-medium wp-image-790" title="SPAM_vikings" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/07/SPAM_vikings-300x216.png" alt="SPAM vikings 300x216 Será que SPAM é Crime no Brasil..." width="300" height="216" /></a>No entanto, o pior aconteceria no dia 12 de abril de         1994, quando os advogados enviaram a mesma mensagem para         diversos grupos de discussão da USENET. Foi utilizado         um programa capaz de automatizar o envio em massa da         mensagem de propaganda. As reações foram         imediatas e negativas, gerando apelos sobre a violação         da <strong>Netiqueta</strong> – um conjunto de         regras de boas maneiras para os usuários da rede.         O grande número de mensagens trocadas sobre o         assunto comprometeu o desempenho da rede, causando um         dos conhecidos efeitos colaterais do spam.</p>
<p style="text-align: justify;">As mensagens históricas podem ser encontradas         no WebArchive.org: <a href="http://web.archive.org/web/20011214024742/math-www.uni-paderborn.de/%7Eaxel/BL/CS941211.txt">http://web.archive.org/web/20011214024742/math-www.uni-paderborn.de/~axel/BL/CS941211.txt</a></p>
<p style="text-align: justify;">Durante as inflamadas discussões sobre o ocorrido,         surgiu a referência ao termo spam, relembrando         uma cena do programa de TV do grupo inglês Monty         Python, onde vikings inconvenientes estavam em uma lanchonete,         repetindo diversas vezes a palavra &#8220;spam&#8221;,         referindo-se a um conhecido enlatado americano composto         de presunto condimentado.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-large;">Tipos de SPAM</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Desde o aparecimento do primeiro 	  spam, em 1994, a prática de enviar e-mails não 	  solicitados tem sido aplicada com vários objetivos 	  distintos e também utilizando diferentes aplicativos 	  e meios de propagação na rede. Os tipos de spam 	  identificados até o momento são correntes, boatos, 	  lendas urbanas, propagandas, ameaças, pornografia, 	  códigos maliciosos, fraudes e golpes, spIM (spam via <em>Instant 	  Messenger</em>), spam via redes sociais e spit (<em>spam over 	  internet telephony</em>).</p>
<h3 style="text-align: justify;"><a name="1"></a>Correntes (<em>chain letters</em>)</h3>
<p style="text-align: justify;">Um texto característico de uma corrente geralmente     pede para que o usuário (destinatário) repasse     a mensagem um determinado número de vezes ou, ainda, &#8220;para     todos os amigos&#8221; ou &#8220;para todos que ama&#8221;.     O texto pode contar uma história antiga, descrever     uma simpatia (superstição) ou, simplesmente,     desejar sorte. Atualmente, o envio em massa de correntes     diminuiu bastante, continuando freqüente em grupos e     listas de discussão de amigos.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas correntes utilizam métodos     de engenharia social para convencer o usuário a repassar     a mensagem, ou seja, a &#8220;não quebrar a corrente&#8221;.     Alguns exemplos de correntes divulgadas por e-mail podem     ser consultadas em <a href="http://www.quatrocantos.com/LENDAS/index_crono.htm">http://www.quatrocantos.com/LENDAS/index_crono.htm</a>.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><a name="2"></a> Propagandas</h3>
<p style="text-align: justify;">Os spams com conteúdo de propaganda são conhecidos     como UCE (<em>Unsolicited Comercial E-mail</em>). A publicidade     pode envolver produtos, serviços, pessoas, <em>sites</em> etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse tipo de spam é motivo de discussão e     polêmica, afinal, é possível fazer marketing     na Internet <strong>sem</strong> fazer spam. No entanto,     aqueles que insistem em divulgar sua imagem ou negócio     por meio de mensagens não solicitadas, acabam comprometendo     sua credibilidade. A solução é o marketing     responsável na rede.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, alguns spams oferecem     produtos que não     existem e serviços que nunca serão entregues.     Os casos mais comuns são os e-mails vendendo pílulas     milagrosas para melhorar o desempenho sexual de homens e     mulheres ou, ainda, para perder peso dormindo.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><a name="3"></a> Ameaças, brincadeiras e difamação</h3>
<p style="text-align: justify;">Existem casos de envio de grande quantidade de e-mails     ou mensagens eletrônicas contendo ameaças, brincadeiras     inconvenientes ou difamação de amigos ou ex-(maridos,     esposas, namorados e namoradas). O ato de enviar uma grande     quantidade de mensagens, por si, já caracteriza o     spam.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando a pessoa ou empresa envolvida     nesse tipo de spam sentir-se lesada, pode registrar Boletim     de Ocorrência     na Polícia e, eventualmente, conduzir processo por     calúnia e difamação, por exemplo.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><a name="4"></a> Pornografia</h3>
<p style="text-align: justify;">O envio de material de pornografia por meio de mensagens     não solicitadas é uma das modalidades mais     antigas de spam. Duas questões importantes relacionadas     a este tópico são: o recebimento desse tipo     de spam pelas crianças e a propagação     de material de pedofilia. No primeiro caso, é importante     utilizar recursos técnicos anti-spam, além     de acompanhar as crianças que têm acesso ao     e-mail e aos demais aplicativos da rede desde muito jovens.</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação à pedofilia,     a orientação é clara:     notificar imediatamente aos órgãos competentes,     como a Polícia Federal. O e-mail para denúncias     de pedofilia é dcs@dpf.gov.br.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><a name="5"></a> Spit e spim<img src="http://www.antispam.br/images/spit.png" alt="spit Será que SPAM é Crime no Brasil..."  title="Será que SPAM é Crime no Brasil..." /></h3>
<p style="text-align: justify;">O spit refere-se ao &#8220;spam via     Internet <em>Telephony</em>&#8220;.     Assim, as mensagens não solicitadas também     se propagam por outros meios, atingindo os usuários     dos &#8220;telefones IP&#8221; (VoIP). O spim é o     termo empregado para os &#8220;spams via <em>Instant Messenge&#8221;</em>,     ou seja, o envio de mensagens eletrônicas não     solicitadas por meio dos aplicativos de troca de mensagens     instantâneas como, por exemplo, o Microsoft <em>Messenger</em> e     o ICQ.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><a name="6"></a> Spam via redes de relacionamentos</h3>
<p style="text-align: justify;">Um dos <em>sites</em> de redes de relacionamentos     mais populares na Internet atualmente é o <em>Orkut</em> (<a href="http://www.orkut.com" target="_blank">www.orkut.com</a>),     além do <em>Linked In</em> (<a href="http://www.linkedin.com/">www.linkedin.com</a>)     e outros com as mesmas características. Esses <em>sites </em>propiciam     um terreno fértil para a propagação     de spam, principalmente, de boatos e propagandas. Por outro     lado, a maioria deles possui opções de configuração     que permitem aos usuários protegerem-se das mensagens     não solicitadas enviadas por pessoas que não     estejam em suas listas de contatos, por exemplo.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-large;"><a name="1"></a>Como reduzir o volume de spam</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/07/SPAM-reducao.png" rel="lightbox[775]"><img class="alignleft size-medium wp-image-795" title="SPAM-reducao" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/07/SPAM-reducao-300x268.png" alt="SPAM reducao 300x268 Será que SPAM é Crime no Brasil..." width="240" height="214" /></a>A resposta simples é navegar consciente na rede.     Este conselho é o mesmo que recebemos para zelar pela     nossa segurança no trânsito ou ao entrar e sair     de nossas casas. As dicas para reduzir o volume de spam estão     diretamente relacionadas aos cuidados recomendados aos usuários     da Internet, para que desfrutem de todos os recursos e benefícios     da rede, com segurança.</p>
<p style="text-align: justify;">Principais dicas:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li> Preservar as informações pessoais como        endereços de e-mail, dados pessoais e, principalmente,        cadastrais de bancos, cartões de crédito        e senhas. Um bom exercício é pensar que ninguém        forneceria dados pessoais a um estranho na rua, certo?        Então, por que o faria na Internet?</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li> Ter, sempre que possível, e-mails separados para        assuntos pessoais, profissionais, para as compras e cadastros        on-line. Certos usuários mantêm um e-mail        somente para assinatura de listas de discussão.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li> Não ser um &#8220;clicador compulsivo&#8221;,        ou seja, o usuário deve procurar controlar a curiosidade        de verificar sempre a indicação de um site        em um e-mail suspeito de spam. Pensar, analisar as características        do e-mail e verificar se não é mesmo um golpe        ou código malicioso.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li> Não ser um &#8220;caça-brindes&#8221;,        &#8220;papa-liquidações&#8221; ou        &#8220;destruidor-de-promoções&#8221;.        Ao receber e-mails sobre brindes, promoções        ou descontos, reserve um tempo para analisar o e-mail,        sua procedência e verificar no site da empresa as        informações sobre a promoção        em questão. Vale lembrar que os sites das empresas        e instituições financeiras têm mantido        alertas em destaque sobre os golpes envolvendo seus serviços.        Assim, a visita ao <em>site</em> da empresa pode confirmar        a promoção ou alertá-lo sobre o golpe        que acabou de receber por e-mail! No caso de promoções,        na maioria das vezes, será necessário preencher        formulários. Ter um e-mail para cadastros on-line é uma        boa prática para os usuários com o perfil        descrito. Ao preencher o cadastro, desabilite as opções        de recebimento de material de divulgação        do <em>site</em> e de seus parceiros. É justamente        nesse item que muitos usuários atraem spam,        inadvertidamente.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li> Ter um filtro anti-spam instalado, ou ainda, usar os        recursos anti-spam oferecidos pelo seu provedor de acesso.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li> Além do anti-spam, existem outras ferramentas        bastante importantes para o usuário da rede: <em>anti-spyware</em>,        firewall pessoal e antivírus.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-large;">Problemas causados pelo SPAM</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/07/SPAM-problema.png" rel="lightbox[775]"><img class="alignleft size-medium wp-image-797" title="SPAM-problema" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/07/SPAM-problema-300x234.png" alt="SPAM problema 300x234 Será que SPAM é Crime no Brasil..." width="300" height="234" /></a>O spam pode afetar os usuários do serviço    de correio eletrônico de diversas formas. Alguns exemplos    a seguir mostram como a produtividade, a segurança,    entre outros, podem ser ameaçadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Não recebimento de e-mails:</strong> Boa    parte dos provedores de Internet limita o tamanho da caixa    postal do usuário no seu servidor. Caso o número    de spams recebidos seja grande, ele corre o risco de ter sua    caixa postal lotada com mensagens não solicitadas.    Se isto ocorrer, passará a não receber e-mails    e, até que possa liberar espaço em sua caixa    postal, todas as mensagens recebidas serão devolvidas    ao remetente. Outro problema é quando o usuário    deixa de receber e-mails nos casos em que regras anti-spam    ineficientes são utilizadas, por exemplo, classificando    como spam mensagens legítimas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Gasto desnecessário de tempo:</strong> Para    cada spam recebido, o usuário necessita gastar um determinado    tempo para ler, identificar o e-mail como spam e removê-lo    da caixa postal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Aumento de custos:</strong> Independente do tipo    de acesso à Internet utilizado, quem paga a conta pelo    envio do spam é quem o recebe. Por exemplo, para um    usuário que utiliza acesso discado à Internet,    cada spam representa alguns segundos a mais de ligação    que ele estará pagando.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Perda de produtividade:</strong> Para quem usa o    e-mail como ferramenta de trabalho, o recebimento de spams    aumenta o tempo dedicado à tarefa de leitura de e-mails,    além de existir a chance de mensagens importantes não    serem lidas, serem apagadas por engano ou lidas com atraso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Conteúdo impróprio ou ofensivo:</strong> Como    a maior parte dos spams é enviada para conjuntos aleatórios    de endereços de e-mail, é bem provável    que o usuário receba mensagens com conteúdo    que julgue impróprio ou ofensivo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Prejuízos financeiros causados por fraude:</strong> O    spam tem sido amplamente utilizado como veículo para    disseminar esquemas fraudulentos, que tentam induzir o usuário    a acessar páginas clonadas de instituições    financeiras ou a instalar programas maliciosos, projetados    para furtar dados pessoais e financeiros. Esse tipo de spam é conhecido    como <em>phishing/scam</em>. O usuário pode sofrer    grandes prejuízos financeiros, caso forneça    as informações ou execute as instruções    solicitadas nesse tipo de mensagem fraudulenta.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-large;"><a name="1"></a>Como não se tornar um <em>spammer</em></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/07/email-netiqueta1.png" rel="lightbox[775]"><img class="alignleft size-medium wp-image-796" title="email-netiqueta" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/07/email-netiqueta1-300x166.png" alt="email netiqueta1 300x166 Será que SPAM é Crime no Brasil..." width="240" height="133" /></a>Muitas pessoas, mesmo sem perceber, em algum momento        já enviaram uma corrente da sorte, uma lenda urbana        ou algo parecido. Para não se tornar um <em>spammer,</em> mesmo        entre amigos, é importante respeitar as seguintes        dicas:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li> Siga as normas da etiqueta (Netiqueta). É recomendado,          por exemplo, sempre preencher o campo do <strong>assunto</strong> com          uma descrição significativa do conteúdo          do e-mail. Dessa forma, o destinatário terá a          opção de não abri-lo, caso não          seja de seu interesse.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li> Procure informações a respeito dos          diversos e-mails que receber. Muitos usuários,          por desconhecimento, reiniciam a propagação          de lendas urbanas ou boatos.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li> Antes de enviar um e-mail, reflita se o conteúdo          será útil ou de interesse do grupo para          o qual pretende remetê-lo.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li> Procure refletir antes de repassar e-mails suspeitos,          tais como: boatos, lendas urbanas e até mesmo,          golpes. Na dúvida, não envie.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li> Respeite o propósito e o formato das listas          de discussão e demais fóruns na rede.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li> Não use listas de mala direta ou particulares          de amigos de terceiros para enviar propaganda ou quaisquer          divulgações pessoais.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li> Se decidir fazer marketing de sua empresa ou negócios          na Internet, informe-se antes sobre as melhores práticas          para este fim.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-large;">SPAM é Crime no Brasil?</span></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente ainda não. Tem alguns projetos de deputados mas nada que tenha sido aprovado e se tornado lei. No entanto, existem casos no Brasil de pessoas que processaram empresas por envio de SPAMS  que tiveram ganho de causa. Isso se dá pelo fato de que na própria legislação existem &#8220;brechas&#8221; para enquadrarmos cituações do mundo real com ocorridos no mundo virtual. Li um artigo muito interessante de autoria de  <em>RICARDO DE HOLANDA JANESCH, no site <a href="http://www.conteudojuridico.com.br/?artigos&amp;ver=2.23643" target="_blank">www.conteudojuridico.com.br</a> (<a href="http://www.conteudojuridico.com.br/?artigos&amp;ver=2.23643" target="_blank">link do artigo</a>), que fala sobre como enquadrar o SPAM na legislação vigente. Veja abaixo recortes do artigo do autor, quem quiser ler na íntegra clique no </em><em><a href="http://www.conteudojuridico.com.br/?artigos&amp;ver=2.23643" target="_blank">link do artigo</a></em><em>:</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LEI DE CONTRAVENÇÕES  PENAIS</strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: normal; text-align: justify;">A Lei de Contravenções Penais (LCP) condena em seu texto a perturbação da tranqüilidade, algo que, nitidamente, ocorre com envio de spams. Ela assim discorre:</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 4pt 4cm; text-align: justify;">Art. 65. Molestar alguém ou perturbar-lhe a  tranqüilidade, por acinte ou por motivo  reprovável:</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 12pt 4cm; text-align: justify;">Pena – prisão simples, de 15 (quinze) dias a 2 (dois)  meses, ou multa (ABREU FILHO, 2007, p. 337)</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: normal; text-align: justify;">Aqui se podem enquadrar vários tipos de mensagens, desde que se prove que a perturbação foi proposital ou sem motivação plausível, o que é muito freqüente no envio, mas difícil de demonstrar. Assim, embora não tenha muitos artigos que versem sobre o tema, a LCP consegue punir, ainda que brandamente os que enviam os e-mails indesejados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Direito Constitucional</strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: normal; text-align: justify;">Como se vê os spams são mensagens desagradáveis que incomodam o usuário e podem, inclusive, causar danos a seu computador – patrimônio material. Eles, além disso, ferem os princípios constitucionais da intimidade e da privacidade, especificados, no artigo 5º, X e XII:</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 4pt 4cm; text-align: justify;">X – são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 12pt 4cm; text-align: justify;">XII – é inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas, de dados e das comunicações telefônicas, salvo, no último caso, por ordem judicial, nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal; (ABREU FILHO, 2007, p. 15-16)</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: normal; text-align: justify;">Neste ponto, VIDONHO JÚNIOR (200-)  afirma:</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 12pt 4cm; text-align: justify;">O envio do spam viola a intimidade e a própria privacidade, pois, utiliza-se de informações conseguidas ou furtadas ao arredio dos internautas, e quando enviadas causam a ruptura e constrangimento entre os e-mails regulares ou autorizados, e os ditos spams; por segundo, o envio não autorizado do spam configura simplesmente um óbice à informação, pois é um processo que ocorre ao contrário do querido pelo legislador constitucional, ou seja, as informações desacertadas chegam ao correio eletrônico de tal forma a impedir o cibernauta a consultar outros e-mails informativos ao mesmo tempo gasto com a eliminação do spam, geralmente por demorado processo no webmail. (p. 9)</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: normal; text-align: justify;">Ademais, conforme o inciso II do mesmo artigo, ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer senão em virtude da lei. Os usuários que recebem estas mensagens; não tem, entretanto, essa faculdade, uma vez que são forçados a, pelo menos, depararem-se com tais correspondências indesejadas.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: normal; text-align: justify;">Dessa forma, fica claro que, apesar de o Direito Constitucional não tratar expressamente dos spams, a Magna Carta os condena segundo alguns de seus princípios básicos, contidos no artigo 5º. Inobservantes dessas flagrantes violações há, ainda, magistrados que tratam de forma inadequada o assunto, compreendendo essas correspondências indesejadas como mala direta. Este equívoco ocorreu, por exemplo, em 2001, quando a Juíza Rosângela Lieko Kato da Vara Cível do Mato Grosso do Sul igualou ambos, concluindo, assim, que não existem motivos para reclamar dessa prática quando empresas enviam estes e-mails­ com o intuito de fazer propaganda de seus produtos e serviços.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CONCLUSÃO</strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: normal; text-align: justify;">Conforme constatado no presente estudo, não há lei especial a respeito spamming, ou seja, não há nenhum dispositivo que vise o regulamentar particularmente. Pôde-se ver, contudo, que outras codificações contemplam o assunto de maneira eficiente.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: normal; text-align: justify;">Há, no entanto, um flagrante descompasso entre o poder judiciário e esta prática. Os magistrados, em sua maioria, ignoram todos estes delitos cometidos pelo spammer e julgam, geralmente, improcedentes as queixas contra os violadores. Isso, pois só vêem a mensagem em questão e não a prática como um todo – que causa prejuízos e constrangimento aos usuários.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: normal; text-align: justify;">Ademais tal exercício deve ser combatido porque facilita a disseminação de outros crimes como o estelionato e a pedofilia. Apenas nesses casos a justiça brasileira age como devido rigor, uma vez que estão tipificados no Código Penal.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: normal; text-align: justify;">Nos poucos casos em que o envio de mensagens tem sido condenado, é com base nos artigos 6º do Código de Defesa do Consumidor e 163 e 265 do Código Penal, sendo ignorados os outros delitos. Fica claro, então, não só o já citado desconhecimento dos magistrados, mas também dos advogados e promotores que não enquadram essa prática em todos os devidos casos.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: normal; text-align: justify;">A fim de resolver essa questão já tramita no congresso um projeto de lei que regulamenta essa questão. Embora seja útil, não é essencial, uma vez que o direito brasileiro já trata desta matéria. O que se precisa é somente mudar a jurisprudência e tornar mais rígidas as punições.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: normal; text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-large;">Posso denunciar os SPAMMERS?</span></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Tanto pode como deve. Uma forma de acabar com a praga que são os SPAMS é denunciar esse abuso dos correios eletrônicos para os servidores de onde partiram as mensagens. Eu sugiro que caso você queira ler mais sobre SPAM acesse o site <a href="http://www.antispam.br" target="_blank">www.Antispam.br</a> que é um site mantido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e é uma ótima referência sobre o tema. Veja abaixo o que diz o site <a href="http://www.antispam.br/" target="_blank">www.Antispam.br</a> sobre como denunciar os SPAMMERS:</p>
<h3 style="text-align: justify;">Que informações devo incluir numa reclamação de spam?</h3>
<p style="text-align: justify;">Para que os responsáveis por uma rede possam identificar a origem de um spam é necessário que seja enviada a mensagem recebida acompanhada do seu cabeçalho completo (<em>header</em>).</p>
<p style="text-align: justify;">É no cabeçalho de uma mensagem que estão as informações sobre o endereço IP de origem da mensagem, por quais servidores de <em>e-mail</em> a mensagem passou, entre outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Informações sobre como obter os cabeçalhos de mensagens podem ser encontradas em <a href="http://www.spambr.org/header.html" class="broken_link" >http://www.spambr.org/header.html</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Informações sobre como entender os diversos campos normalmente encontrados nos cabeçalhos de e-mails estão disponíveis nas páginas abaixo (em inglês):</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li> Reading Email Headers — http://www.stopspam.org/email/headers.html</li>
<li> Tracking Spam — <a href="http://www.claws-and-paws.com/spam-l/tracking.html">http://www.claws-and-paws.com/spam-l/tracking.html</a></li>
</ul>
<h3 style="text-align: left;"><a name="3"></a> O que devo fazer ao identificar em um spam um caso de phishing/scam?</h3>
<p style="text-align: justify;">Ao identificar um spam como sendo um caso de <em>phishing/scam</em>, você deve enviar uma reclamação para os responsáveis pela rede de onde partiu a mensagem e para os responsáveis pelo <em>site</em> onde o esquema fraudulento está sendo hospedado. A reclamação deve conter não só o <strong>cabeçalho completo</strong>, mas também o <strong>conteúdo completo</strong> da mensagem recebida.</p>
<p style="text-align: justify;">Dicas sobre como obter o conteúdo completo de mensagens em diversos programas leitores de <em>e-mails</em> estão disponíveis em <a href="http://www.spamcop.net/fom-serve/cache/19.html">http://www.spamcop.net/fom-serve/cache/19.html</a> (em inglês).</p>
<p style="text-align: justify;">Além de enviar a reclamação para os responsáveis pela rede de onde saiu a mensagem e pelo <em>site</em> onde o esquema fraudulento está sendo hospedado, procure manter o <em>e-mail</em> <tt>cert@cert.br</tt> na cópia da reclamação. Deste modo, o CERT.br pode manter dados estatísticos sobre a incidência e origem de fraudes no Brasil e, também, repassar a reclamação para os contatos dos responsáveis que, por ventura, não tenham sido identificados.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale ressaltar que é muito importante incluir o conteúdo completo da mensagem na reclamação, pois só assim será possível identificar o site utilizado para hospedar o esquema fraudulento, que pode ser uma página clonada de uma instituição financeira, um arquivo malicioso para furtar dados pessoais e financeiros de usuários, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais detalhes sobre <em>phishing/scam</em> e outros tipos de fraude via Internet podem ser encontrados na <a href="http://cartilha.cert.br/fraudes/">Cartilha de Segurança para Internet – Parte IV: Fraudes na Internet</a>.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><a name="4"></a> Como encontro os responsáveis pela rede de onde partiu o spam?</h3>
<p style="text-align: justify;">Na Internet são mantidas diversas bases de dados com as informações a respeito dos responsáveis pelos blocos de números IP existentes. Estas bases de dados estão nos chamados &#8220;Servidores de Whois&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O servidor de Whois para os IPs alocados ao Brasil pode ser consultado em <a href="http://registro.br/">http://registro.br/</a>. Para os demais países e continentes existem diversos outros servidores. O site <a href="http://www.geektools.com/whois.php">http://www.geektools.com/whois.php</a> aceita consultas referentes a qualquer número IP e redireciona estas consultas para os servidores de Whois apropriados.</p>
<p style="text-align: justify;">Os passos para encontrar os dados dos responsáveis incluem:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li> Acessar o site <a href="http://registro.br/">http://registro.br/</a> e fazer uma        pesquisa pelo número IP ou pelo nome de domínio da máquina de        onde partiu a atividade;</li>
<li> Se o IP da máquina estiver alocado para o Brasil, os dados dos        responsáveis serão exibidos;</li>
<li> Se aparecer a mensagem: &#8220;<tt>Não alocado para o Brasil</tt>&#8220;,        significa que o IP está alocado para algum outro país. Uma        consulta no site <a href="http://www.geektools.com/whois.php">http://www.geektools.com/whois.php</a> pode retornar os e-mails dos responsáveis.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Vale lembrar que os <em>e-mails</em> que são encontrados a partir destas consultas não são necessariamente os <em>e-mails</em> da pessoa que praticou o ataque. Estes <em>e-mails</em> são dos responsáveis pela rede onde a máquina está conectada, ou seja, podem ser os administradores da rede, sócios da empresa, ou qualquer outra pessoa que foi designada para cuidar da conexão da instituição com a Internet.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><a name="5"></a> Por que devo reclamar de um spam?</h3>
<p style="text-align: justify;">Ao reclamar de um spam para os responsáveis pela rede de onde partiu a mensagem, se esta rede possuir uma política de uso aceitável, a pessoa que enviou o spam pode receber as penalidades que nela estão previstas.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes, porém, é difícil conhecer a real origem do spam. Os spammers costumam enviar suas mensagens através de máquinas mal configuradas, que permitem que terceiros as utilizem para enviar os <em>e-mails</em>. Se isto ocorrer, a reclamação para a rede de origem do spam servirá para alertar os seus responsáveis sobre possíveis problemas com suas máquinas, como por exemplo:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li> spams partindo de uma máquina infectada com um programa          malicioso (spam <em>zombie</em>) que está enviando          <em>e-mails</em> de maneira automatizada;</li>
<li> spams partindo de máquinas mal-configuradas, que permitem ao          <em>spammer</em> enviar e-mails de forma anônima.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Quando o spam parte de uma máquina que foi vítima de um spam <em>zombie</em> ou que estava mal-configurada, reportar este spam para os responsáveis pela máquina que originou o ataque vai ajudá-los a identificar o problema e resolvê-lo.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><a name="6"></a> Por que devo manter o CERT.br na cópia das notificações?</h3>
<p style="text-align: justify;">O <a href="http://www.cert.br/">Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br)</a>, mantido pelo <a href="http://www.cgi.br/">Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br)</a>, é responsável pelo tratamento de incidentes de segurança em computadores envolvendo redes conectadas à Internet no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre as atribuições do CERT.br estão:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li> ser um ponto central para notificações de incidentes de        segurança no Brasil, de modo a prover a coordenação e o apoio        no processo de resposta a incidentes, colocando as partes        envolvidas em contato quando necessário;</li>
<li> manter estatísticas sobre os incidentes a ele        reportados;</li>
<li> desenvolver documentação de apoio para usuários e        administradores de redes Internet.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Manter o CERT.br nas cópias das notificações de spam e de incidentes de segurança é importante para permitir que:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li> as estatísticas geradas reflitam os incidentes ocorridos na        Internet brasileira;</li>
<li> o CERT.br escreva documentos direcionados para as necessidades        dos usuários da Internet no Brasil;</li>
<li> o CERT.br possa correlacionar dados relativos a vários        incidentes, identificar ataques coordenados, novos tipos de        ataques, etc.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-large;">Minhas Recomendações<br />
</span></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Não envie SPAMS. Sempre utilize um formulário &#8220;<em>opt-in</em>&#8221; para que o usuário possa optar por receber seus e-mais, caso ele não seja seu cliente diretamente, pois nestes casos existe uma relação implícita onde o envio de mensagens não é considerado SPAM. Sempre coloque em seus e-mails marketings um e-mail para &#8220;<em>opt-out</em>&#8221; onde o usuário poderá sair de sua lista de e-mails se assim desejar. E por último e não menos importante, não seja chato pois na web insistência não é sinônimo de persistência, mas sim, um insulto e é &#8220;numa dessas&#8221; que o tiro acaba saindo pela culatra e você ao invés de investir em branding estará investindo na degradação da sua marca.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Use com moderação, até o próximo post!</strong></p>
<form id="vozme_form_d85d15a1419161ac436f4c14f0731f0a" method="post" name="vozme_form_d85d15a1419161ac436f4c14f0731f0a" target="d85d15a1419161ac436f4c14f0731f0a" action="http://vozme.com/text2voice.php"><input name="text" type="hidden" value="Será que SPAM é Crime no Brasil&#8230;. Olá meus queridos e queridas leitores do Contraste   , estive um pouco sumido mas é por uma boa causa, em breve virão novidades por ai.
Hoje resolvi abordar um tema que é polêmico como tudo aquilo que envolve a nossa Internet brazuca. SPAM é crime ou não é? É proibido, mas segundo quem? Tem como eu fazer algo contra os SPAMMERS? Eu posso mandar SPAMS pela minha empresa?
Se essas dúvidas estão na sua cabeça quando pensa em SPAM, acho que será de bom grado continuar a leitura e adubar as idéias.
Segundo o Antispam.br SPAM é:
&#8220;o termo usado para referir-se aos e-mails não     solicitados, que geralmente são enviados para um grande     número de pessoas. Quando o conteúdo é exclusivamente     comercial, esse tipo de mensagem é chamada de UCE     (do inglês Unsolicited Commercial E-mail).&#8221;
Origem
As controvérsias acompanham o spam desde seu &#8220;nascimento&#8221;,         cuja data &#8220;oficial&#8221; pode ser considerada         como 5 de março 1994. Neste dia, dois advogados,         Canter e Siegel, enviaram uma mensagem sobre uma loteria         de Green Cards americanos para um grupo de discussão         da USENET. O ato de enviar uma mensagem de propaganda         para um fórum sem foco no assunto causou espanto         e revolta em muitos assinantes do grupo.
No entanto, o pior aconteceria no dia 12 de abril de         1994, quando os advogados enviaram a mesma mensagem para         diversos grupos de discussão da USENET. Foi utilizado         um programa capaz de automatizar o envio em massa da         mensagem de propaganda. As reações foram         imediatas e negativas, gerando apelos sobre a violação         da Netiqueta – um conjunto de         regras de boas maneiras para os usuários da rede.         O grande número de mensagens trocadas sobre o         assunto comprometeu o desempenho da rede, causando um         dos conhecidos efeitos colaterais do spam.
As mensagens históricas podem ser encontradas         no WebArchive.org: http://web.archive.org/web/20011214024742/math-www.uni-paderborn.de/~axel/BL/CS941211.txt
Durante as inflamadas discussões sobre o ocorrido,         surgiu a referência ao termo spam, relembrando         uma cena do programa de TV do grupo inglês Monty         Python, onde vikings inconvenientes estavam em uma lanchonete,         repetindo diversas vezes a palavra &#8220;spam&#8221;,         referindo-se a um conhecido enlatado americano composto         de presunto condimentado.
Tipos de SPAM
Desde o aparecimento do primeiro 	  spam, em 1994, a prática de enviar e-mails não 	  solicitados tem sido aplicada com vários objetivos 	  distintos e também utilizando diferentes aplicativos 	  e meios de propagação na rede. Os tipos de spam 	  identificados até o momento são correntes, boatos, 	  lendas urbanas, propagandas, ameaças, pornografia, 	  códigos maliciosos, fraudes e golpes, spIM (spam via Instant 	  Messenger), spam via redes sociais e spit (spam over 	  internet telephony).
Correntes (chain letters)
Um texto característico de uma corrente geralmente     pede para que o usuário (destinatário) repasse     a mensagem um determinado número de vezes ou, ainda, &#8220;para     todos os amigos&#8221; ou &#8220;para todos que ama&#8221;.     O texto pode contar uma história antiga, descrever     uma simpatia (superstição) ou, simplesmente,     desejar sorte. Atualmente, o envio em massa de correntes     diminuiu bastante, continuando freqüente em grupos e     listas de discussão de amigos.
Algumas correntes utilizam métodos     de engenharia social para convencer o usuário a repassar     a mensagem, ou seja, a &#8220;não quebrar a corrente&#8221;.     Alguns exemplos de correntes divulgadas por e-mail podem     ser consultadas em http://www.quatrocantos.com/LENDAS/index_crono.htm.
 Propagandas
Os spams com conteúdo de propaganda são conhecidos     como UCE (Unsolicited Comercial E-mail). A publicidade     pode envolver produtos, serviços, pessoas, sites etc.
Esse tipo de spam é motivo de discussão e     polêmica, afinal, é possível fazer marketing     na Internet sem fazer spam. No entanto,     aqueles que insistem em divulgar sua imagem ou negócio     por meio de mensagens não solicitadas, acabam comprometendo     sua credibilidade. A solução é o marketing     responsável na rede.
Por outro lado, alguns spams oferecem     produtos que não     existem e serviços que nunca serão entregues.     Os casos mais comuns são os e-mails vendendo pílulas     milagrosas para melhorar o desempenho sexual de homens e     mulheres ou, ainda, para perder peso dormindo.
 Ameaças, brincadeiras e difamação
Existem casos de envio de grande quantidade de e-mails     ou mensagens eletrônicas contendo ameaças, brincadeiras     inconvenientes ou difamação de amigos ou ex-(maridos,     esposas, namorados e namoradas). O ato de enviar uma grande     quantidade de mensagens, por si, já caracteriza o     spam.
Quando a pessoa ou empresa envolvida     nesse tipo de spam sentir-se lesada, pode registrar Boletim     de Ocorrência     na Polícia e, eventualmente, conduzir processo por     calúnia e difamação, por exemplo.
 Pornografia
O envio de material de pornografia por meio de mensagens     não solicitadas é uma das modalidades mais     antigas de spam. Duas questões importantes relacionadas     a este tópico são: o recebimento desse tipo     de spam pelas crianças e a propagação     de material de pedofilia. No primeiro caso, é importante     utilizar recursos técnicos anti-spam, além     de acompanhar as crianças que têm acesso ao     e-mail e aos demais aplicativos da rede desde muito jovens.
Em relação à pedofilia,     a orientação é clara:     notificar imediatamente aos órgãos competentes,     como a Polícia Federal. O e-mail para denúncias     de pedofilia é dcs@dpf.gov.br.
 Spit e spim
O spit refere-se ao &#8220;spam via     Internet Telephony&#8220;.     Assim, as mensagens não solicitadas também     se propagam por outros meios, atingindo os usuários     dos &#8220;telefones IP&#8221; (VoIP). O spim é o     termo empregado para os &#8220;spams via Instant Messenge&#8221;,     ou seja, o envio de mensagens eletrônicas não     solicitadas por meio dos aplicativos de troca de mensagens     instantâneas como, por exemplo, o Microsoft Messenger e     o ICQ.
 Spam via redes de relacionamentos
Um dos sites de redes de relacionamentos     mais populares na Internet atualmente é o Orkut (www.orkut.com),     além do Linked In (www.linkedin.com)     e outros com as mesmas características. Esses sites propiciam     um terreno fértil para a propagação     de spam, principalmente, de boatos e propagandas. Por outro     lado, a maioria deles possui opções de configuração     que permitem aos usuários protegerem-se das mensagens     não solicitadas enviadas por pessoas que não     estejam em suas listas de contatos, por exemplo.
Como reduzir o volume de spam
A resposta simples é navegar consciente na rede.     Este conselho é o mesmo que recebemos para zelar pela     nossa segurança no trânsito ou ao entrar e sair     de nossas casas. As dicas para reduzir o volume de spam estão     diretamente relacionadas aos cuidados recomendados aos usuários     da Internet, para que desfrutem de todos os recursos e benefícios     da rede, com segurança.
Principais dicas:

 Preservar as informações pessoais como        endereços de e-mail, dados pessoais e, principalmente,        cadastrais de bancos, cartões de crédito        e senhas. Um bom exercício é pensar que ninguém        forneceria dados pessoais a um estranho na rua, certo?        Então, por que o faria na Internet?


 Ter, sempre que possível, e-mails separados para        assuntos pessoais, profissionais, para as compras e cadastros        on-line. Certos usuários mantêm um e-mail        somente para assinatura de listas de discussão.


 Não ser um &#8220;clicador compulsivo&#8221;,        ou seja, o usuário deve procurar controlar a curiosidade        de verificar sempre a indicação de um site        em um e-mail suspeito de spam. Pensar, analisar as características        do e-mail e verificar se não é mesmo um golpe        ou código malicioso.


 Não ser um &#8220;caça-brindes&#8221;,        &#8220;papa-liquidações&#8221; ou        &#8220;destruidor-de-promoções&#8221;.        Ao receber e-mails sobre brindes, promoções        ou descontos, reserve um tempo para analisar o e-mail,        sua procedência e verificar no site da empresa as        informações sobre a promoção        em questão. Vale lembrar que os sites das empresas        e instituições financeiras têm mantido        alertas em destaque sobre os golpes envolvendo seus serviços.        Assim, a visita ao site da empresa pode confirmar        a promoção ou alertá-lo sobre o golpe        que acabou de receber por e-mail! No caso de promoções,        na maioria das vezes, será necessário preencher        formulários. Ter um e-mail para cadastros on-line é uma        boa prática para os usuários com o perfil        descrito. Ao preencher o cadastro, desabilite as opções        de recebimento de material de divulgação        do site e de seus parceiros. É justamente        nesse item que muitos usuários atraem spam,        inadvertidamente.


 Ter um filtro anti-spam instalado, ou ainda, usar os        recursos anti-spam oferecidos pelo seu provedor de acesso.


 Além do anti-spam, existem outras ferramentas        bastante importantes para o usuário da rede: anti-spyware,        firewall pessoal e antivírus.


Problemas causados pelo SPAM
O spam pode afetar os usuários do serviço    de correio eletrônico de diversas formas. Alguns exemplos    a seguir mostram como a produtividade, a segurança,    entre outros, podem ser ameaçadas.
 Não recebimento de e-mails: Boa    parte dos provedores de Internet limita o tamanho da caixa    postal do usuário no seu servidor. Caso o número    de spams recebidos seja grande, ele corre o risco de ter sua    caixa postal lotada com mensagens não solicitadas.    Se isto ocorrer, passará a não receber e-mails    e, até que possa liberar espaço em sua caixa    postal, todas as mensagens recebidas serão devolvidas    ao remetente. Outro problema é quando o usuário    deixa de receber e-mails nos casos em que regras anti-spam    ineficientes são utilizadas, por exemplo, classificando    como spam mensagens legítimas.
 Gasto desnecessário de tempo: Para    cada spam recebido, o usuário necessita gastar um determinado    tempo para ler, identificar o e-mail como spam e removê-lo    da caixa postal.
 Aumento de custos: Independente do tipo    de acesso à Internet utilizado, quem paga a conta pelo    envio do spam é quem o recebe. Por exemplo, para um    usuário que utiliza acesso discado à Internet,    cada spam representa alguns segundos a mais de ligação    que ele estará pagando.
 Perda de produtividade: Para quem usa o    e-mail como ferramenta de trabalho, o recebimento de spams    aumenta o tempo dedicado à tarefa de leitura de e-mails,    além de existir a chance de mensagens importantes não    serem lidas, serem apagadas por engano ou lidas com atraso.
 Conteúdo impróprio ou ofensivo: Como    a maior parte dos spams é enviada para conjuntos aleatórios    de endereços de e-mail, é bem provável    que o usuário receba mensagens com conteúdo    que julgue impróprio ou ofensivo.
 Prejuízos financeiros causados por fraude: O    spam tem sido amplamente utilizado como veículo para    disseminar esquemas fraudulentos, que tentam induzir o usuário    a acessar páginas clonadas de instituições    financeiras ou a instalar programas maliciosos, projetados    para furtar dados pessoais e financeiros. Esse tipo de spam é conhecido    como phishing/scam. O usuário pode sofrer    grandes prejuízos financeiros, caso forneça    as informações ou execute as instruções    solicitadas nesse tipo de mensagem fraudulenta.
Como não se tornar um spammer
Muitas pessoas, mesmo sem perceber, em algum momento        já enviaram uma corrente da sorte, uma lenda urbana        ou algo parecido. Para não se tornar um spammer, mesmo        entre amigos, é importante respeitar as seguintes        dicas:

 Siga as normas da etiqueta (Netiqueta). É recomendado,          por exemplo, sempre preencher o campo do assunto com          uma descrição significativa do conteúdo          do e-mail. Dessa forma, o destinatário terá a          opção de não abri-lo, caso não          seja de seu interesse.


 Procure informações a respeito dos          diversos e-mails que receber. Muitos usuários,          por desconhecimento, reiniciam a propagação          de lendas urbanas ou boatos.


 Antes de enviar um e-mail, reflita se o conteúdo          será útil ou de interesse do grupo para          o qual pretende remetê-lo.


 Procure refletir antes de repassar e-mails suspeitos,          tais como: boatos, lendas urbanas e até mesmo,          golpes. Na dúvida, não envie.


 Respeite o propósito e o formato das listas          de discussão e demais fóruns na rede.


 Não use listas de mala direta ou particulares          de amigos de terceiros para enviar propaganda ou quaisquer          divulgações pessoais.


 Se decidir fazer marketing de sua empresa ou negócios          na Internet, informe-se antes sobre as melhores práticas          para este fim.


SPAM é Crime no Brasil?
Infelizmente ainda não. Tem alguns projetos de deputados mas nada que tenha sido aprovado e se tornado lei. No entanto, existem casos no Brasil de pessoas que processaram empresas por envio de SPAMS  que tiveram ganho de causa. Isso se dá pelo fato de que na própria legislação existem &#8220;brechas&#8221; para enquadrarmos cituações do mundo real com ocorridos no mundo virtual. Li um artigo muito interessante de autoria de  RICARDO DE HOLANDA JANESCH, no site www.conteudojuridico.com.br (link do artigo), que fala sobre como enquadrar o SPAM na legislação vigente. Veja abaixo recortes do artigo do autor, quem quiser ler na íntegra clique no link do artigo:
LEI DE CONTRAVENÇÕES  PENAIS
A Lei de Contravenções Penais (LCP) condena em seu texto a perturbação da tranqüilidade, algo que, nitidamente, ocorre com envio de spams. Ela assim discorre:
Art. 65. Molestar alguém ou perturbar-lhe a  tranqüilidade, por acinte ou por motivo  reprovável:
Pena – prisão simples, de 15 (quinze) dias a 2 (dois)  meses, ou multa (ABREU FILHO, 2007, p. 337)
Aqui se podem enquadrar vários tipos de mensagens, desde que se prove que a perturbação foi proposital ou sem motivação plausível, o que é muito freqüente no envio, mas difícil de demonstrar. Assim, embora não tenha muitos artigos que versem sobre o tema, a LCP consegue punir, ainda que brandamente os que enviam os e-mails indesejados.
Direito Constitucional
Como se vê os spams são mensagens desagradáveis que incomodam o usuário e podem, inclusive, causar danos a seu computador – patrimônio material. Eles, além disso, ferem os princípios constitucionais da intimidade e da privacidade, especificados, no artigo 5º, X e XII:
X – são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;
XII – é inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas, de dados e das comunicações telefônicas, salvo, no último caso, por ordem judicial, nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal; (ABREU FILHO, 2007, p. 15-16)
Neste ponto, VIDONHO JÚNIOR (200-)  afirma:
O envio do spam viola a intimidade e a própria privacidade, pois, utiliza-se de informações conseguidas ou furtadas ao arredio dos internautas, e quando enviadas causam a ruptura e constrangimento entre os e-mails regulares ou autorizados, e os ditos spams; por segundo, o envio não autorizado do spam configura simplesmente um óbice à informação, pois é um processo que ocorre ao contrário do querido pelo legislador constitucional, ou seja, as informações desacertadas chegam ao correio eletrônico de tal forma a impedir o cibernauta a consultar outros e-mails informativos ao mesmo tempo gasto com a eliminação do spam, geralmente por demorado processo no webmail. (p. 9)
Ademais, conforme o inciso II do mesmo artigo, ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer senão em virtude da lei. Os usuários que recebem estas mensagens; não tem, entretanto, essa faculdade, uma vez que são forçados a, pelo menos, depararem-se com tais correspondências indesejadas.
Dessa forma, fica claro que, apesar de o Direito Constitucional não tratar expressamente dos spams, a Magna Carta os condena segundo alguns de seus princípios básicos, contidos no artigo 5º. Inobservantes dessas flagrantes violações há, ainda, magistrados que tratam de forma inadequada o assunto, compreendendo essas correspondências indesejadas como mala direta. Este equívoco ocorreu, por exemplo, em 2001, quando a Juíza Rosângela Lieko Kato da Vara Cível do Mato Grosso do Sul igualou ambos, concluindo, assim, que não existem motivos para reclamar dessa prática quando empresas enviam estes e-mails­ com o intuito de fazer propaganda de seus produtos e serviços.
CONCLUSÃO
Conforme constatado no presente estudo, não há lei especial a respeito spamming, ou seja, não há nenhum dispositivo que vise o regulamentar particularmente. Pôde-se ver, contudo, que outras codificações contemplam o assunto de maneira eficiente.
Há, no entanto, um flagrante descompasso entre o poder judiciário e esta prática. Os magistrados, em sua maioria, ignoram todos estes delitos cometidos pelo spammer e julgam, geralmente, improcedentes as queixas contra os violadores. Isso, pois só vêem a mensagem em questão e não a prática como um todo – que causa prejuízos e constrangimento aos usuários.
Ademais tal exercício deve ser combatido porque facilita a disseminação de outros crimes como o estelionato e a pedofilia. Apenas nesses casos a justiça brasileira age como devido rigor, uma vez que estão tipificados no Código Penal.
Nos poucos casos em que o envio de mensagens tem sido condenado, é com base nos artigos 6º do Código de Defesa do Consumidor e 163 e 265 do Código Penal, sendo ignorados os outros delitos. Fica claro, então, não só o já citado desconhecimento dos magistrados, mas também dos advogados e promotores que não enquadram essa prática em todos os devidos casos.
A fim de resolver essa questão já tramita no congresso um projeto de lei que regulamenta essa questão. Embora seja útil, não é essencial, uma vez que o direito brasileiro já trata desta matéria. O que se precisa é somente mudar a jurisprudência e tornar mais rígidas as punições.

Posso denunciar os SPAMMERS?
Tanto pode como deve. Uma forma de acabar com a praga que são os SPAMS é denunciar esse abuso dos correios eletrônicos para os servidores de onde partiram as mensagens. Eu sugiro que caso você queira ler mais sobre SPAM acesse o site www.Antispam.br que é um site mantido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e é uma ótima referência sobre o tema. Veja abaixo o que diz o site www.Antispam.br sobre como denunciar os SPAMMERS:
Que informações devo incluir numa reclamação de spam?
Para que os responsáveis por uma rede possam identificar a origem de um spam é necessário que seja enviada a mensagem recebida acompanhada do seu cabeçalho completo (header).
É no cabeçalho de uma mensagem que estão as informações sobre o endereço IP de origem da mensagem, por quais servidores de e-mail a mensagem passou, entre outras.
Informações sobre como obter os cabeçalhos de mensagens podem ser encontradas em http://www.spambr.org/header.html.
Informações sobre como entender os diversos campos normalmente encontrados nos cabeçalhos de e-mails estão disponíveis nas páginas abaixo (em inglês):

 Reading Email Headers — http://www.stopspam.org/email/headers.html
 Tracking Spam — http://www.claws-and-paws.com/spam-l/tracking.html

 O que devo fazer ao identificar em um spam um caso de phishing/scam?
Ao identificar um spam como sendo um caso de phishing/scam, você deve enviar uma reclamação para os responsáveis pela rede de onde partiu a mensagem e para os responsáveis pelo site onde o esquema fraudulento está sendo hospedado. A reclamação deve conter não só o cabeçalho completo, mas também o conteúdo completo da mensagem recebida.
Dicas sobre como obter o conteúdo completo de mensagens em diversos programas leitores de e-mails estão disponíveis em http://www.spamcop.net/fom-serve/cache/19.html (em inglês).
Além de enviar a reclamação para os responsáveis pela rede de onde saiu a mensagem e pelo site onde o esquema fraudulento está sendo hospedado, procure manter o e-mail cert@cert.br na cópia da reclamação. Deste modo, o CERT.br pode manter dados estatísticos sobre a incidência e origem de fraudes no Brasil e, também, repassar a reclamação para os contatos dos responsáveis que, por ventura, não tenham sido identificados.
Vale ressaltar que é muito importante incluir o conteúdo completo da mensagem na reclamação, pois só assim será possível identificar o site utilizado para hospedar o esquema fraudulento, que pode ser uma página clonada de uma instituição financeira, um arquivo malicioso para furtar dados pessoais e financeiros de usuários, entre outros.
Mais detalhes sobre phishing/scam e outros tipos de fraude via Internet podem ser encontrados na Cartilha de Segurança para Internet – Parte IV: Fraudes na Internet.
 Como encontro os responsáveis pela rede de onde partiu o spam?
Na Internet são mantidas diversas bases de dados com as informações a respeito dos responsáveis pelos blocos de números IP existentes. Estas bases de dados estão nos chamados &#8220;Servidores de Whois&#8221;.
O servidor de Whois para os IPs alocados ao Brasil pode ser consultado em http://registro.br/. Para os demais países e continentes existem diversos outros servidores. O site http://www.geektools.com/whois.php aceita consultas referentes a qualquer número IP e redireciona estas consultas para os servidores de Whois apropriados.
Os passos para encontrar os dados dos responsáveis incluem:

 Acessar o site http://registro.br/ e fazer uma        pesquisa pelo número IP ou pelo nome de domínio da máquina de        onde partiu a atividade;
 Se o IP da máquina estiver alocado para o Brasil, os dados dos        responsáveis serão exibidos;
 Se aparecer a mensagem: &#8220;Não alocado para o Brasil&#8220;,        significa que o IP está alocado para algum outro país. Uma        consulta no site http://www.geektools.com/whois.php pode retornar os e-mails dos responsáveis.

Vale lembrar que os e-mails que são encontrados a partir destas consultas não são necessariamente os e-mails da pessoa que praticou o ataque. Estes e-mails são dos responsáveis pela rede onde a máquina está conectada, ou seja, podem ser os administradores da rede, sócios da empresa, ou qualquer outra pessoa que foi designada para cuidar da conexão da instituição com a Internet.
 Por que devo reclamar de um spam?
Ao reclamar de um spam para os responsáveis pela rede de onde partiu a mensagem, se esta rede possuir uma política de uso aceitável, a pessoa que enviou o spam pode receber as penalidades que nela estão previstas.
Muitas vezes, porém, é difícil conhecer a real origem do spam. Os spammers costumam enviar suas mensagens através de máquinas mal configuradas, que permitem que terceiros as utilizem para enviar os e-mails. Se isto ocorrer, a reclamação para a rede de origem do spam servirá para alertar os seus responsáveis sobre possíveis problemas com suas máquinas, como por exemplo:

 spams partindo de uma máquina infectada com um programa          malicioso (spam zombie) que está enviando          e-mails de maneira automatizada;
 spams partindo de máquinas mal-configuradas, que permitem ao          spammer enviar e-mails de forma anônima.

Quando o spam parte de uma máquina que foi vítima de um spam zombie ou que estava mal-configurada, reportar este spam para os responsáveis pela máquina que originou o ataque vai ajudá-los a identificar o problema e resolvê-lo.
 Por que devo manter o CERT.br na cópia das notificações?
O Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br), mantido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), é responsável pelo tratamento de incidentes de segurança em computadores envolvendo redes conectadas à Internet no Brasil.
Dentre as atribuições do CERT.br estão:

 ser um ponto central para notificações de incidentes de        segurança no Brasil, de modo a prover a coordenação e o apoio        no processo de resposta a incidentes, colocando as partes        envolvidas em contato quando necessário;
 manter estatísticas sobre os incidentes a ele        reportados;
 desenvolver documentação de apoio para usuários e        administradores de redes Internet.

Manter o CERT.br nas cópias das notificações de spam e de incidentes de segurança é importante para permitir que:

 as estatísticas geradas reflitam os incidentes ocorridos na        Internet brasileira;
 o CERT.br escreva documentos direcionados para as necessidades        dos usuários da Internet no Brasil;
 o CERT.br possa correlacionar dados relativos a vários        incidentes, identificar ataques coordenados, novos tipos de        ataques, etc.


Minhas Recomendações

Não envie SPAMS. Sempre utilize um formulário &#8220;opt-in&#8221; para que o usuário possa optar por receber seus e-mais, caso ele não seja seu cliente diretamente, pois nestes casos existe uma relação implícita onde o envio de mensagens não é considerado SPAM. Sempre coloque em seus e-mails marketings um e-mail para &#8220;opt-out&#8221; onde o usuário poderá sair de sua lista de e-mails se assim desejar. E por último e não menos importante, não seja chato pois na web insistência não é sinônimo de persistência, mas sim, um insulto e é &#8220;numa dessas&#8221; que o tiro acaba saindo pela culatra e você ao invés de investir em branding estará investindo na degradação da sua marca.
Use com moderação, até o próximo post!
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		<title>A Sociedade de Consumo e o Lixo Tecnológico</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 02:01:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Brito</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Responsabilidade Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos os dias são lançados novos equipamentos eletrônicos, são eles desde desde modelos novos de televisores ou gadgets do dia-a-dia, celulares, players, etc. Uma verdade precisa ser dita, não é possível que a tecnologia avança tão rapidamente. A amarga e cega realidade é que somos "doutrinados" pela sociedade de consumo e suas estratégia de marketing da obsolescência planejada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_426" class="wp-caption alignleft" style="width: 218px"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/06/lixo_eletronico_sociedade_de_consumo.jpg" rel="lightbox[425]"><img class="size-full wp-image-426" title="lixo_eletronico_sociedade_de_consumo" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/06/lixo_eletronico_sociedade_de_consumo.jpg" alt="Montanha de lixo eletrônico" width="208" height="146" /></a><p class="wp-caption-text">Montanha de lixo eletrônico</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>De onde vem os bebês</strong>? <strong>Perguntinha ingênua feita por qualquer criança</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Para onde vai o nosso lixo eletrônico? De onde vem a necessidade de produzir o e-lixo? Perguntinha que não quer calar e serve para todos nós <strong>Geeks, Publicitários, Marketeiros, Descolados, Cinéfilos &amp; Cia .</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Gente, vamos comprar agora! A Apple lançou o <strong>Iphone 3G</strong>. Você já tem um aparelho <strong>Blue-Ray</strong>? Você já jogou Rock Band do <strong>Nintendo Wii</strong>? O seu <strong>Ipod</strong> tem 1 terabyte e acende no escuro?  Vamos Comprar Agora!!!!!</p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><span style="font-size: large;">Somos eternas crianças:</span> o meu celular é MENOR que o seu</strong></span>!</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os dias são lançados novos equipamentos eletrônicos, são eles desde  modelos novos de televisores ou gadgets do dia-a-dia, celulares, players, etc. Uma verdade precisa ser dita, não é possível que a tecnologia avança tão rapidamente. A amarga e cega realidade é que somos &#8220;doutrinados&#8221; pela <strong>sociedade de consumo</strong> e suas <strong>estratégia de marketing da obsolescência planejada</strong>. No mundo capitalista em que vivemos as pessoas já nascem infectadas com o &#8220;<strong>vírus da moda&#8221;</strong>. Nossa, eu adoro a moda, não quero critica-la enquanto expressão e arte. O problema não é a moda, mas sim, o modismo viral, que embora ainda não constatado é uma patologia de toda criança. <strong>Mãe, fulano tem um carrinho maior que o meu, compra mãe, compra!</strong> Ouvi uma frase na semana passada de um cliente que é do segmento de Modelismo da qual gostaria de compartilhar: &#8220;<span style="text-decoration: underline;">A diferença do adulto e da criança é que conforme crescem os brinquedos vão ficando mais caros</span>&#8221; &#8211; quando ouvi isso, parei, respirei e pensei, esse cara tem toda a razão. Somos &#8220;crianças grandes&#8221; e a moda é o nosso quintal, adoramos os modismos, nos banhamos nele como se fosse nos oferecer uma vida eterna na &#8220;<strong>terra do nunca</strong>&#8220;.</p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><span style="font-size: large;">A que preço? </span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Diversas ONG&#8217;s se empenham, políticos como o ex vice presidente americano Al Gore, anônimos em todo o planeta dia após dia lutam contra os males causados pela <strong>falta de consciência ecológica</strong>. São <strong>evangelizadores de </strong><em><strong>gaia</strong> </em>na luta contra os crimes contra o Planeta.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses dias atras fui a farmácia e quando estava no caixa percebi que havia um reservatório para depósito de pilhas usadas. Achei a idéia genial e curioso como sou fui dar uma bisbilhotada para ver quantas pilhas tinham &#8211; absolutamente nenhuma! Esse tipo de campanha é <strong>totalmente #fail</strong> me parece que é apenas para a marca dizer, fazemos nossa parte, <span style="text-decoration: line-through;">somos responsáveis</span>.</p>
<p style="text-align: justify;">Vocês sabiam que empresas como a <strong>Microsoft e Nintendo</strong> <strong>estão entre as mais irresponsáveis</strong> pois extrapolam no uso de         substâncias tóxicas e não possuem iniciativas significativas de recolhimento dos         equipamentos usados? Por outro lado, Sony e Sony Ericsson saem na frente mas não de goleada, confira o ranking da lista de <strong>&#8220;fabricantes de eletrônicos verdes&#8221;</strong> segundo a ONG <em>Greenpeace</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/06/greenpeace_lixo_eletronico.jpg" rel="lightbox[425]"><img class="size-full wp-image-432 aligncenter" style="margin-top: 20px; margin-bottom: 20px;" title="greenpeace_lixo_eletronico" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/06/greenpeace_lixo_eletronico.jpg" alt="Gráfico das empresas mais e menos responsáveis com o e-lixo." width="595" height="424" /></a></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><span style="font-size: large;">O que podemos fazer para mudar isso?<br />
</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Do meu ponto de vista acredito que o consumidor precisa exigir mais dos fabricantes de equipamentos. Não é raro você comprar um monitor de LCD novinho em folha e ele vir a dar problema com 3 meses de uso. Isso é fruto da estratégia dos fabricantes de equipamentos que querem empurrar sempre para nós o último modelo, mas que para isso precisam que o modelo antigo já não nos atenda mais. Isso é <strong>&#8220;tecnologia fake&#8221;</strong> não pagamos por algo mais moderno, pagamos por correções de bugs, ineficiência, projetos beta que são comercializados e pagamos e pagamos; mas quem toma o prejuízo é o planeta que no rumo que está pode tornar-se o cenário castrofóbico mostrado no filme do <strong>Walt Disney &#8220;Wall-e&#8221;</strong>. Também é preciso utilizar a consiciência para se libertar daquelas <span style="text-decoration: underline;">propagandas &#8220;obscenas&#8221; da Apple</span> &amp; CIA. Eu sei que é difícil, mas é algo que deve ser feito para que a indústria pare de nos vender produtos alpha, beta, delta&#8230; e qualquer tipo de produto &#8220;mal acabado&#8221; e que teve o Design concebido pela Prada ou algum <span style="text-decoration: underline;">figurão da Moda</span>. Sei que isso é difícil, mas é um <span style="text-decoration: underline;">mau necessário</span>, ou melhor, um bem necessários que fazemos para o planeta e para nossos bolsos. Sou otimista acredito que a indústria ainda vai repensar essa estratégia que elevou a &#8220;<strong>reprodutibilidade técnica</strong>&#8221; a enésima potência. Acredito que o <strong>Playstation 5</strong> possa ser tão durável, parrudo e sustancioso como fora o ATARI. Não sou a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=9z0h1NNk1Ik&amp;feature=related" target="_blank">Susan Boyle</a> mas &#8220;I have a Dream&#8221;,&#8230;.rs</p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><span style="font-size: large;">Coloque em prática!<br />
</span></strong></span></p>
<p>Encontrei os <strong>10 mandamentos do usuário &#8220;verde&#8221;</strong> de tecnologia no site do G1, vejam abaixo:</p>
<div><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/06/10_mandamentos_lixo_eletrônico.jpg"><img class="size-full wp-image-435 alignnone" style="border: 0pt none; margin-top: 20px; margin-bottom: 20px;" title="10_mandamentos_lixo_eletrônico" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/06/10_mandamentos_lixo_eletrônico.jpg" alt="10 mandamentos lixo eletrônico A Sociedade de Consumo e o Lixo Tecnológico" width="600" height="275" /></a></div>
<div style="text-align: justify;"><strong>1) Pesquise</strong><br />
É importante descobrir se o fabricante tem                 preocupações com o ambiente e se recolherá as peças                 usadas para reciclagem, depois que o aparelho perder sua                 utilidade. <a href="http://www.greenpeace.org/international/campaigns/toxics/electronics/how-the-companies-line-up" target="_blank">Esta lista do Greenpeace</a> classifica as companhias, de acordo com iniciativas                 ligadas ao ambiente.</p>
<p><strong>2) Prolongue</strong><br />
Você não precisa trocar de celular todos                 os anos ou comprar um computador com essa mesma                 freqüência. Quanto mais eletrônicos adquirir, maior será                 a quantidade de lixo eletrônico. Por isso, cuide bem de                 seus produtos e aprenda a evitar os constantes apelos de                 troca.</p>
<p><strong>3) Doe</strong><br />
Caso seja realmente necessário comprar um                 novo eletrônico quando o seu ainda estiver funcionando,                 doe para alguém que vá usá-lo. Dessa forma, ainda é                 possível prolongar a vida útil do aparelho e a pessoa                 que recebê-lo não precisará comprar um novo.</p>
<p><strong>4) Recicle</strong><br />
Os grandes fabricantes de eletrônicos                 oferecem programas de reciclagem. Antes de jogar aquele                 monitor estragado no lixo, entre em contato com a                 empresa (via internet ou central de atendimento                 telefônico) e pergunte onde as peças são coletadas.                 Muitas assistências também coletam esse material.</p>
<p><strong>5) Substitua</strong><br />
Procure sempre fazer mais com menos.                 Produtos que agregam várias funções, como uma                 multifuncional, consomem menos energia do que cada                 aparelho usado separadamente. Também vale minimizar o                 uso de recursos ligados ao ambiente: para que imprimir,                 se dá para ler na tela?</p>
<p><strong>6) Informe-se</strong><br />
O usuário de tecnologia deve ser adepto ao                 consumo responsável, sabendo as conseqüências que seus                 bens causam ao ambiente. Por isso, é importante estar                 atento ao assunto &#8211; somente assim será possível eliminar                 hábitos ruins e tomar atitudes que minimizem o impacto                 do lixo eletrônico.</p>
<p><strong>7) Opte pelo original</strong><br />
As empresas que falsificam produtos não                 seguem políticas de preservação do ambiente ou se                 responsabilizam pelas peças comercializadas, depois que                 sua vida útil chega ao fim. Por isso, é sempre                 importante comprar eletrônicos originais.</p>
<p><strong>8 ) Pague</strong><br />
Os produtos dos fabricantes que oferecem                 programas de preservação ambiental podem ser mais caros                 &#8212; isso porque parte dos gastos com essas iniciativas                 pode ser repassada para o consumidor. A diferença de                 preço não chega a níveis absurdos e por isso, vale a                 pena optar pela alternativa “verde”.</p>
<p><strong>9) Economize energia</strong><br />
Na hora de comprar um eletrônico, opte                 pelo produto que consome menos energia. Além disso, o                 consumidor consciente deve usar fontes de energia limpa                 (como a solar) sempre que possível.</p>
<p><strong>10) Mobilize</strong><br />
É importante passar informações sobre lixo                 eletrônico para frente, pois muitos usuários de                 tecnologia não se dão conta do tamanho do problema.                 Divulgue, mas evite aqueles discursos inflados e                 catastróficos dos “ecochatos”, que não são nada                 populares.</div>
<div style="text-align: justify;"><em><strong>Fonte:</strong> G1, veja conteúdo <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL362506-6174,00-LIXO+TECNOLOGICO+GANHA+DESTAQUE+NA+SEMANA+DA+INCLUSAO+DIGITAL.html" target="_blank">clicando aqui</a>.</em></div>
<div style="text-align: justify;"><em><br />
</em></div>
<div style="text-align: justify;">Sempre é bom falar de temas que podem mudar o mundo, nós somos a geração da informação e devemos utilizar isso como vida e não apenas como Slogan. Eu mesmo resolvi colaborar com a frente de recolhimento de lixo eletônico, quem tiver um Playstation 2 ou Iphone modelo antigo eu aceito, rs.</div>
<div style="text-align: justify;">Mas falando sério, para quem quer se desfazer de equipamentos eu sugiro que conheçam a lista FreeCyle de São Paulo, lá todo mundo doa tudo sem dó, se quer conferir inscreva-se <strong><em>SaoPauloFreecycle-subscribe@yahoogroups.com</em></strong> ou acesse o <a href="http://groups.yahoo.com/group/SaoPauloFreecycle/summary" class="broken_link" ><strong>site</strong></a><strong>. </strong>Até o próximo POST, e se tiver preguiça para acessar o Blog adicione ele em seu leitor de Feed RSS <a href="http://feeds2.feedburner.com/diegobrito" target="_blank">clicando aqui</a> e se tiver preguiça para adicionar o FEED <a href="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=diegobrito&amp;loc=pt_BR" target="_blank">clica aqui que você receberá meus posts sempre por e-mail</a>, até <img src='http://www.diegobrito.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' title="A Sociedade de Consumo e o Lixo Tecnológico" /> </div>
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De onde vem os bebês? Perguntinha ingênua feita por qualquer criança.
Para onde vai o nosso lixo eletrônico? De onde vem a necessidade de produzir o e-lixo? Perguntinha que não quer calar e serve para todos nós Geeks, Publicitários, Marketeiros, Descolados, Cinéfilos &amp; Cia .
Gente, vamos comprar agora! A Apple lançou o Iphone 3G. Você já tem um aparelho Blue-Ray? Você já jogou Rock Band do Nintendo Wii? O seu Ipod tem 1 terabyte e acende no escuro?  Vamos Comprar Agora!!!!!
Somos eternas crianças: o meu celular é MENOR que o seu!
Todos os dias são lançados novos equipamentos eletrônicos, são eles desde  modelos novos de televisores ou gadgets do dia-a-dia, celulares, players, etc. Uma verdade precisa ser dita, não é possível que a tecnologia avança tão rapidamente. A amarga e cega realidade é que somos &#8220;doutrinados&#8221; pela sociedade de consumo e suas estratégia de marketing da obsolescência planejada. No mundo capitalista em que vivemos as pessoas já nascem infectadas com o &#8220;vírus da moda&#8221;. Nossa, eu adoro a moda, não quero critica-la enquanto expressão e arte. O problema não é a moda, mas sim, o modismo viral, que embora ainda não constatado é uma patologia de toda criança. Mãe, fulano tem um carrinho maior que o meu, compra mãe, compra! Ouvi uma frase na semana passada de um cliente que é do segmento de Modelismo da qual gostaria de compartilhar: &#8220;A diferença do adulto e da criança é que conforme crescem os brinquedos vão ficando mais caros&#8221; &#8211; quando ouvi isso, parei, respirei e pensei, esse cara tem toda a razão. Somos &#8220;crianças grandes&#8221; e a moda é o nosso quintal, adoramos os modismos, nos banhamos nele como se fosse nos oferecer uma vida eterna na &#8220;terra do nunca&#8220;.
A que preço? 
Diversas ONG&#8217;s se empenham, políticos como o ex vice presidente americano Al Gore, anônimos em todo o planeta dia após dia lutam contra os males causados pela falta de consciência ecológica. São evangelizadores de gaia na luta contra os crimes contra o Planeta.
Esses dias atras fui a farmácia e quando estava no caixa percebi que havia um reservatório para depósito de pilhas usadas. Achei a idéia genial e curioso como sou fui dar uma bisbilhotada para ver quantas pilhas tinham &#8211; absolutamente nenhuma! Esse tipo de campanha é totalmente #fail me parece que é apenas para a marca dizer, fazemos nossa parte, somos responsáveis.
Vocês sabiam que empresas como a Microsoft e Nintendo estão entre as mais irresponsáveis pois extrapolam no uso de         substâncias tóxicas e não possuem iniciativas significativas de recolhimento dos         equipamentos usados? Por outro lado, Sony e Sony Ericsson saem na frente mas não de goleada, confira o ranking da lista de &#8220;fabricantes de eletrônicos verdes&#8221; segundo a ONG Greenpeace.

O que podemos fazer para mudar isso?

Do meu ponto de vista acredito que o consumidor precisa exigir mais dos fabricantes de equipamentos. Não é raro você comprar um monitor de LCD novinho em folha e ele vir a dar problema com 3 meses de uso. Isso é fruto da estratégia dos fabricantes de equipamentos que querem empurrar sempre para nós o último modelo, mas que para isso precisam que o modelo antigo já não nos atenda mais. Isso é &#8220;tecnologia fake&#8221; não pagamos por algo mais moderno, pagamos por correções de bugs, ineficiência, projetos beta que são comercializados e pagamos e pagamos; mas quem toma o prejuízo é o planeta que no rumo que está pode tornar-se o cenário castrofóbico mostrado no filme do Walt Disney &#8220;Wall-e&#8221;. Também é preciso utilizar a consiciência para se libertar daquelas propagandas &#8220;obscenas&#8221; da Apple &amp; CIA. Eu sei que é difícil, mas é algo que deve ser feito para que a indústria pare de nos vender produtos alpha, beta, delta&#8230; e qualquer tipo de produto &#8220;mal acabado&#8221; e que teve o Design concebido pela Prada ou algum figurão da Moda. Sei que isso é difícil, mas é um mau necessário, ou melhor, um bem necessários que fazemos para o planeta e para nossos bolsos. Sou otimista acredito que a indústria ainda vai repensar essa estratégia que elevou a &#8220;reprodutibilidade técnica&#8221; a enésima potência. Acredito que o Playstation 5 possa ser tão durável, parrudo e sustancioso como fora o ATARI. Não sou a Susan Boyle mas &#8220;I have a Dream&#8221;,&#8230;.rs
Coloque em prática!

Encontrei os 10 mandamentos do usuário &#8220;verde&#8221; de tecnologia no site do G1, vejam abaixo:

1) Pesquise
É importante descobrir se o fabricante tem                 preocupações com o ambiente e se recolherá as peças                 usadas para reciclagem, depois que o aparelho perder sua                 utilidade. Esta lista do Greenpeace classifica as companhias, de acordo com iniciativas                 ligadas ao ambiente.
2) Prolongue
Você não precisa trocar de celular todos                 os anos ou comprar um computador com essa mesma                 freqüência. Quanto mais eletrônicos adquirir, maior será                 a quantidade de lixo eletrônico. Por isso, cuide bem de                 seus produtos e aprenda a evitar os constantes apelos de                 troca.
3) Doe
Caso seja realmente necessário comprar um                 novo eletrônico quando o seu ainda estiver funcionando,                 doe para alguém que vá usá-lo. Dessa forma, ainda é                 possível prolongar a vida útil do aparelho e a pessoa                 que recebê-lo não precisará comprar um novo.
4) Recicle
Os grandes fabricantes de eletrônicos                 oferecem programas de reciclagem. Antes de jogar aquele                 monitor estragado no lixo, entre em contato com a                 empresa (via internet ou central de atendimento                 telefônico) e pergunte onde as peças são coletadas.                 Muitas assistências também coletam esse material.
5) Substitua
Procure sempre fazer mais com menos.                 Produtos que agregam várias funções, como uma                 multifuncional, consomem menos energia do que cada                 aparelho usado separadamente. Também vale minimizar o                 uso de recursos ligados ao ambiente: para que imprimir,                 se dá para ler na tela?
6) Informe-se
O usuário de tecnologia deve ser adepto ao                 consumo responsável, sabendo as conseqüências que seus                 bens causam ao ambiente. Por isso, é importante estar                 atento ao assunto &#8211; somente assim será possível eliminar                 hábitos ruins e tomar atitudes que minimizem o impacto                 do lixo eletrônico.
7) Opte pelo original
As empresas que falsificam produtos não                 seguem políticas de preservação do ambiente ou se                 responsabilizam pelas peças comercializadas, depois que                 sua vida útil chega ao fim. Por isso, é sempre                 importante comprar eletrônicos originais.
8 ) Pague
Os produtos dos fabricantes que oferecem                 programas de preservação ambiental podem ser mais caros                 &#8212; isso porque parte dos gastos com essas iniciativas                 pode ser repassada para o consumidor. A diferença de                 preço não chega a níveis absurdos e por isso, vale a                 pena optar pela alternativa “verde”.
9) Economize energia
Na hora de comprar um eletrônico, opte                 pelo produto que consome menos energia. Além disso, o                 consumidor consciente deve usar fontes de energia limpa                 (como a solar) sempre que possível.
10) Mobilize
É importante passar informações sobre lixo                 eletrônico para frente, pois muitos usuários de                 tecnologia não se dão conta do tamanho do problema.                 Divulgue, mas evite aqueles discursos inflados e                 catastróficos dos “ecochatos”, que não são nada                 populares.
Fonte: G1, veja conteúdo clicando aqui.


Sempre é bom falar de temas que podem mudar o mundo, nós somos a geração da informação e devemos utilizar isso como vida e não apenas como Slogan. Eu mesmo resolvi colaborar com a frente de recolhimento de lixo eletônico, quem tiver um Playstation 2 ou Iphone modelo antigo eu aceito, rs.
Mas falando sério, para quem quer se desfazer de equipamentos eu sugiro que conheçam a lista FreeCyle de São Paulo, lá todo mundo doa tudo sem dó, se quer conferir inscreva-se SaoPauloFreecycle-subscribe@yahoogroups.com ou acesse o site. Até o próximo POST, e se tiver preguiça para acessar o Blog adicione ele em seu leitor de Feed RSS clicando aqui e se tiver preguiça para adicionar o FEED clica aqui que você receberá meus posts sempre por e-mail, até  
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		</item>
		<item>
		<title>Criação não é um Dom</title>
		<link>http://www.diegobrito.com.br/archives/criacao-nao-e-um-dom</link>
		<comments>http://www.diegobrito.com.br/archives/criacao-nao-e-um-dom#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 07:02:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[criação]]></category>
		<category><![CDATA[Criação Publicitária]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvedores Criativos]]></category>
		<category><![CDATA[Designer]]></category>
		<category><![CDATA[Direção de Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Criativo]]></category>
		<category><![CDATA[Talento]]></category>

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		<description><![CDATA[Criação é técnica e dedicação. Programadores podem ser bons designers. Um debate polêmico com dicas e macetes sobre a ótica do publicitário Diego Brito.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/06/criacao_nao_e_um_dom.jpg" rel="lightbox[389]"><img class="size-medium wp-image-398 alignleft" title="criacao_nao_e_um_dom" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/06/criacao_nao_e_um_dom-300x231.jpg" alt="criacao nao e um dom 300x231 Criação não é um Dom" width="300" height="231" /></a>Talento ou dedicação? Esforço ou técnica? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">São essas e outras questões que muitos jovens designers possuem ao escolher a área de criação como profissão. Apesar de polêmico creio que muitos profissionais experientes concordam com meu ponto de vista sobre a questão.</p>
<p style="text-align: justify;">A criação é algo ainda hoje tratado como um talento excepcional, algo para ser admirado numa redoma de vidro. Ao meu ver é tão excepcional quanto programar um script ou prospectar uma conta comercial. No final das contas estamos falando da mesma coisa, desenvolver a técnica. Dom é ao meu ver algo que te dá uma <strong>&#8220;noção cega&#8221; do certo ou errado</strong>. E o que seria isso? Bom, um criativo que nunca tenha estudado teoria e conduz seu trabalho baseado em seu talento não possui embasamento para justificar suas ações o que lhe dá o parâmetro bilateral &#8211; do certo e o errado. Vou citar um exemplo: um designer que basea-se apenas em seu &#8220;dom&#8221; para desenvover seu trabalho não possui insumos para poder avaliar e pensar a respeito do que produz, é algo como mel de abelhas, o produto é bom e interessante mas é concebido de maneira despretensiosa ou até mesmo sem reflexão estratégica. Se você leu até aqui deve já estar pensando, esse cara vai dizer que <em>Leonardo</em> <em>Da Vinci</em> ou <em>Salvador Dali</em> não possuiam um dom exepcional, é por isso que quero traçar uma linha divisória entre Arte e Artesanato &#8211; como já disse o colega Washington Olivetto. <strong>Criação publicitária é artesanato</strong> e como tal requer técnica e planejamento para garantir sucesso e rentabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial black,avant garde;"><strong><span style="font-size: medium;">Controle de Variáveis na Criação</span><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Um diretor de criação sabe que uma boa peça precisa atender requisitos técnicos acima de apenas possuir uma boa idéia. Na verdade uma fórmula batida com uma boa roupagem é uma maior garantia de sucesso do que uma boa idéia. Infelizmente é esse o cenário prático do glamuroso mundo da criação publicitária, direção de arte, design gráfico&#8230; Seja na direção de arte online ou impressa o conhecimento e domínio da variável &#8220;x&#8221; é que faz um layout interessante, intrigante, ou até mesmo sensacional. Entre as variáveis mais importantes estão:</p>
<p style="text-align: justify;">- Contraste (alta luz, meio tom, sombras)</p>
<p style="text-align: justify;">- Cromia (entedimento e compreensão das cores)</p>
<p style="text-align: justify;">- Proporção (diagramação, estudo dos espaços)</p>
<p style="text-align: justify;">- Alinhamento (margens, sangrias, estilos)</p>
<p style="text-align: justify;">- Conceito (referências, sentido, coerência)</p>
<p style="text-align: justify;">- Peso (proporção visual, sensação, densidade)</p>
<p style="text-align: justify;">- Tipografia (leitura, adequação, tema)</p>
<p style="text-align: justify;">Cada qual com sua devida importância, porém para um bom layout é importante chegar no melhor denominador comum na hora de ajustar essas variáveis. O layout precisa possuir coerência no conceito, tipografia, proporção, cromia, e tudo adequado com a mensagem, cliente, briefing e target. Como podem ver é uma experiência muito mais conceitual do que apenas atribuir a palavra &#8220;dom&#8221;. Eu acredito no dom. Mas como já disse, no dom cego, algo como um diamante bruto que precisa entender o seu valor e o processo comercial cujo o qual está envolvido. <strong>Uma criação publicitária não é pautada pelo nosso espírito mas sim por nosso cliente </strong>e isso exije questões além do bonito e feio. Por experiência própria posso dizer que são muito raros, mas muito mesmo,  os clientes que recebem uma campanha que atenda o maior potencial que poderia atingir. A maioria das empresas não possuem gerentes de marketing capazes de poder separar gosto pessoal do interesse da empresa; infelizmente não ensinam isso nas faculdades ou MBA&#8217;s é algo que decorre de experiência, tentativa e erro, ou um simples bom senso. O engraçado é que <strong>quando as pessoas vão ao médico não questionam o remédio receitado</strong>, o tipo de antibiótico ou a dosagem sugerida, mas quando estão na posição de cliente e recebem uma campanha de uma agência/consultoria de propaganda e marketing tendem a de uma hora para outra a tornarem-se experts, <span style="text-decoration: line-through;">tira isso</span>, põe aquilo, isso eu não quero&#8230; Esse é o dia-a-dia de todo criativo, muitas vezes sua &#8220;obra&#8221; está sobre avaliação e crivo pessoal de uma pessoa (e conjûge, irmão, sócio, empregada, vizinho&#8230;) e não do target proposto no briefing. Em contrapartida também existem bons clientes, que são profundos conhecedores do público-alvo de sua empresa e são fundamentais na avaliação do processo criativo, pois podem poupar tempo contribuindo com dicas e sugestões.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/06/desenvolvedor_designer.jpg" rel="lightbox[389]"><img class="alignright size-medium wp-image-403" title="desenvolvedor_designer" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/06/desenvolvedor_designer-231x300.jpg" alt="desenvolvedor designer 231x300 Criação não é um Dom" width="231" height="300" /></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong>Um desenvolvedor pode ser designer?</strong></span><span style="font-family: arial black,avant garde;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Sim, não, depende, rs. Apesar de o perfil esteriotipado de um desenvolvedor e de um designer serem bem diferentes nada impede que um desenvolvedor possa ser designer e vice e versa. Como já dito criação publicitária envolve técnica e fórmulas, assim como qualquer linguagem de programação.  Existe um termo que antigamente era muito utilizado em criação, &#8220;<strong>Programação Visual</strong>&#8220;, esse termo ilustra bem a questão que estamos desenvolvendo, um layout pode ser programado. Ops, nada de <em>&#8220;Deep Blue&#8221;</em> e <em>&#8220;Garry Kasparov&#8221;</em> mas sim algo humano, tangível e extremamente possível. Um programador que queira aprender a fazer layouts precisará aprender a programar não em uma linguagem, mas em diversos <strong>dialetos artísticos</strong>, marqueteiros e do cotidiato. Não existe uma fórmula em criação, toda obra é singular, no entanto, o caminho é estudar a técnica e o conceito artístico.</p>
<p style="text-align: justify;">A pergunta que não quer calar é: <strong>um desenvolvedor pode ser um bom designer</strong>? Isso depende, pois um bom designer geralmente é alguém com talento (facilidade e boa compreensão artística) e técnica, fazendo uma metáfora, é como dizem os músicos, não basta tocar uma música é preciso senti-la na alma, <strong>o </strong><em><strong>feeling</strong></em><strong> é que faz de Carlos Santana meu guitarrista favorito</strong>, apesar de apreciar a boa técnica de Steve Vai ou Joe Satriani. Isso é algo intangível, mas acredito que o esforço e dedicação podem tornar uma pessoa esforçada e minimamente capaz a conseguir o que quiser, no entanto, cada caso é um caso e o resultado depende de cada pessoa. Não há como contestar que um menino prodígio como foi <em>Wolfgang Amadeus Mozart</em> não é um caso de extremo talento, algo que seria impossível de se realizar apenas com esforço e dedicação, para quem não sabe <em>Mozart</em> começou a compor aos 5 anos de idade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong>Qual é o segredo?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial black,avant garde;"><strong><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/06/thesecretlogo.jpg" rel="lightbox[389]"><img class="aligncenter size-full wp-image-413" title="thesecretlogo" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/06/thesecretlogo.jpg" alt="thesecretlogo Criação não é um Dom" width="474" height="203" /></a><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Criação é como um músico que não me lembro o nome já disse <strong>&#8220;&#8230;10% inspiração e 90% transpiração&#8230;&#8221;</strong>. E para isso é necessário estudar, ler e ir além do senso comum. Um criativo precisa desenvolver sua sensibilidade e conhecimento da comunicação social diariamente. É um aprendizado contínuo. Todo mundo pode ter boas idéias, o príncipio é entender que elas não &#8220;florescem no vácuo&#8221; é necessário estar sempre em <strong>busca de referências</strong>. Exposições culturais, mostras, fotografias, pessoas, filmes&#8230; ouvir e sentir as coisas sempre armazenando esses &#8220;dados&#8221; que no futuro poderão ser de grande valia na hora de se ter uma boa idéia. De onde vem a boa idéia? Do cruzamento das experiências, vivências, compreensão e sensibilidade do criativo. Portanto se tem algo que posso chamar de dom é o <strong>dom da vontade</strong>, e se você não o tem <span style="text-decoration: line-through;">não terá photoshop</span> ou <span style="text-decoration: line-through;">psicodiâmica das cores</span> que irá torná-lo um bom criativo.  <img src='http://www.diegobrito.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' title="Criação não é um Dom" /> </p>
<form id="vozme_form_e43b9258985646cc4f0b782227ecde17" method="post" name="vozme_form_e43b9258985646cc4f0b782227ecde17" target="e43b9258985646cc4f0b782227ecde17" action="http://vozme.com/text2voice.php"><input name="text" type="hidden" value="Criação não é um Dom. Talento ou dedicação? Esforço ou técnica? 
São essas e outras questões que muitos jovens designers possuem ao escolher a área de criação como profissão. Apesar de polêmico creio que muitos profissionais experientes concordam com meu ponto de vista sobre a questão.
A criação é algo ainda hoje tratado como um talento excepcional, algo para ser admirado numa redoma de vidro. Ao meu ver é tão excepcional quanto programar um script ou prospectar uma conta comercial. No final das contas estamos falando da mesma coisa, desenvolver a técnica. Dom é ao meu ver algo que te dá uma &#8220;noção cega&#8221; do certo ou errado. E o que seria isso? Bom, um criativo que nunca tenha estudado teoria e conduz seu trabalho baseado em seu talento não possui embasamento para justificar suas ações o que lhe dá o parâmetro bilateral &#8211; do certo e o errado. Vou citar um exemplo: um designer que basea-se apenas em seu &#8220;dom&#8221; para desenvover seu trabalho não possui insumos para poder avaliar e pensar a respeito do que produz, é algo como mel de abelhas, o produto é bom e interessante mas é concebido de maneira despretensiosa ou até mesmo sem reflexão estratégica. Se você leu até aqui deve já estar pensando, esse cara vai dizer que Leonardo Da Vinci ou Salvador Dali não possuiam um dom exepcional, é por isso que quero traçar uma linha divisória entre Arte e Artesanato &#8211; como já disse o colega Washington Olivetto. Criação publicitária é artesanato e como tal requer técnica e planejamento para garantir sucesso e rentabilidade.
Controle de Variáveis na Criação

Um diretor de criação sabe que uma boa peça precisa atender requisitos técnicos acima de apenas possuir uma boa idéia. Na verdade uma fórmula batida com uma boa roupagem é uma maior garantia de sucesso do que uma boa idéia. Infelizmente é esse o cenário prático do glamuroso mundo da criação publicitária, direção de arte, design gráfico&#8230; Seja na direção de arte online ou impressa o conhecimento e domínio da variável &#8220;x&#8221; é que faz um layout interessante, intrigante, ou até mesmo sensacional. Entre as variáveis mais importantes estão:
- Contraste (alta luz, meio tom, sombras)
- Cromia (entedimento e compreensão das cores)
- Proporção (diagramação, estudo dos espaços)
- Alinhamento (margens, sangrias, estilos)
- Conceito (referências, sentido, coerência)
- Peso (proporção visual, sensação, densidade)
- Tipografia (leitura, adequação, tema)
Cada qual com sua devida importância, porém para um bom layout é importante chegar no melhor denominador comum na hora de ajustar essas variáveis. O layout precisa possuir coerência no conceito, tipografia, proporção, cromia, e tudo adequado com a mensagem, cliente, briefing e target. Como podem ver é uma experiência muito mais conceitual do que apenas atribuir a palavra &#8220;dom&#8221;. Eu acredito no dom. Mas como já disse, no dom cego, algo como um diamante bruto que precisa entender o seu valor e o processo comercial cujo o qual está envolvido. Uma criação publicitária não é pautada pelo nosso espírito mas sim por nosso cliente e isso exije questões além do bonito e feio. Por experiência própria posso dizer que são muito raros, mas muito mesmo,  os clientes que recebem uma campanha que atenda o maior potencial que poderia atingir. A maioria das empresas não possuem gerentes de marketing capazes de poder separar gosto pessoal do interesse da empresa; infelizmente não ensinam isso nas faculdades ou MBA&#8217;s é algo que decorre de experiência, tentativa e erro, ou um simples bom senso. O engraçado é que quando as pessoas vão ao médico não questionam o remédio receitado, o tipo de antibiótico ou a dosagem sugerida, mas quando estão na posição de cliente e recebem uma campanha de uma agência/consultoria de propaganda e marketing tendem a de uma hora para outra a tornarem-se experts, tira isso, põe aquilo, isso eu não quero&#8230; Esse é o dia-a-dia de todo criativo, muitas vezes sua &#8220;obra&#8221; está sobre avaliação e crivo pessoal de uma pessoa (e conjûge, irmão, sócio, empregada, vizinho&#8230;) e não do target proposto no briefing. Em contrapartida também existem bons clientes, que são profundos conhecedores do público-alvo de sua empresa e são fundamentais na avaliação do processo criativo, pois podem poupar tempo contribuindo com dicas e sugestões.


Um desenvolvedor pode ser designer?

Sim, não, depende, rs. Apesar de o perfil esteriotipado de um desenvolvedor e de um designer serem bem diferentes nada impede que um desenvolvedor possa ser designer e vice e versa. Como já dito criação publicitária envolve técnica e fórmulas, assim como qualquer linguagem de programação.  Existe um termo que antigamente era muito utilizado em criação, &#8220;Programação Visual&#8220;, esse termo ilustra bem a questão que estamos desenvolvendo, um layout pode ser programado. Ops, nada de &#8220;Deep Blue&#8221; e &#8220;Garry Kasparov&#8221; mas sim algo humano, tangível e extremamente possível. Um programador que queira aprender a fazer layouts precisará aprender a programar não em uma linguagem, mas em diversos dialetos artísticos, marqueteiros e do cotidiato. Não existe uma fórmula em criação, toda obra é singular, no entanto, o caminho é estudar a técnica e o conceito artístico.
A pergunta que não quer calar é: um desenvolvedor pode ser um bom designer? Isso depende, pois um bom designer geralmente é alguém com talento (facilidade e boa compreensão artística) e técnica, fazendo uma metáfora, é como dizem os músicos, não basta tocar uma música é preciso senti-la na alma, o feeling é que faz de Carlos Santana meu guitarrista favorito, apesar de apreciar a boa técnica de Steve Vai ou Joe Satriani. Isso é algo intangível, mas acredito que o esforço e dedicação podem tornar uma pessoa esforçada e minimamente capaz a conseguir o que quiser, no entanto, cada caso é um caso e o resultado depende de cada pessoa. Não há como contestar que um menino prodígio como foi Wolfgang Amadeus Mozart não é um caso de extremo talento, algo que seria impossível de se realizar apenas com esforço e dedicação, para quem não sabe Mozart começou a compor aos 5 anos de idade.

Qual é o segredo?



Criação é como um músico que não me lembro o nome já disse &#8220;&#8230;10% inspiração e 90% transpiração&#8230;&#8221;. E para isso é necessário estudar, ler e ir além do senso comum. Um criativo precisa desenvolver sua sensibilidade e conhecimento da comunicação social diariamente. É um aprendizado contínuo. Todo mundo pode ter boas idéias, o príncipio é entender que elas não &#8220;florescem no vácuo&#8221; é necessário estar sempre em busca de referências. Exposições culturais, mostras, fotografias, pessoas, filmes&#8230; ouvir e sentir as coisas sempre armazenando esses &#8220;dados&#8221; que no futuro poderão ser de grande valia na hora de se ter uma boa idéia. De onde vem a boa idéia? Do cruzamento das experiências, vivências, compreensão e sensibilidade do criativo. Portanto se tem algo que posso chamar de dom é o dom da vontade, e se você não o tem não terá photoshop ou psicodiâmica das cores que irá torná-lo um bom criativo.   
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		<title>Do que os usuários gostam</title>
		<link>http://www.diegobrito.com.br/archives/do-que-os-usuarios-gostam</link>
		<comments>http://www.diegobrito.com.br/archives/do-que-os-usuarios-gostam#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 May 2009 07:29:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura de Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Redação]]></category>
		<category><![CDATA[criação]]></category>
		<category><![CDATA[Diagramação]]></category>
		<category><![CDATA[Diagramação para Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Direção de Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Google Analytics]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de Rejeição]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diegobrito.com.br/?p=297</guid>
		<description><![CDATA[Dicas para melhor a taxa de rejeição do seu site. Saiba como tornar o seu site mais amigável para o usuário através de técnicas de Diagramação, Redação e Arquitetura.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/05/928659what-women-want-posters.jpg" rel="lightbox[297]"><img class="alignleft size-medium wp-image-313" title="do_que_os_usuarios_gostam" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/05/928659what-women-want-posters-200x300.jpg" alt="do_que_os_usuarios_gostam" width="200" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: large;"><em><span style="font-family: times new roman,times;">Dicas para você se tornar o Mel Gibson da Web!</span></em></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Quem não se lembra de Nick Marshall, o <strong>publicitário encarnado por</strong> <strong>Mel Gibson</strong> no filme &#8220;<em><strong>Do que as Mulheres Gostam</strong></em>&#8220;? Dotado do poder de ler os pensamentos das mulheres Nick podia antever tendência e despertar necessidades de consumo no &#8220;sexo frágil&#8221; (nem sempre tão frágil asim, rs).</p>
<p style="text-align: justify;">Quem possui um projeto na web e monitora seus acessos por <em>Google Analytics</em> sabe daquela famosa &#8220;Taxa de Rejeição&#8221;, no entanto, muitas vezes não faz nada a respeito para poder melhorar; simplesmente encara o fato como &#8220;é normal para o meu tipo de site e público-alvo&#8221;. No máximo fica &#8220;entuchando&#8221; de informações para ver se a coisa anda o que na maioria das vezes torna o projeto um grande <strong>Franskstein.com</strong>. As vezes não dá para ser tão otimista e vale o ditado &#8220;<em>nao gaste vela com defunto morto</em>&#8220;. Não tenha medo, <strong>mudar não dói, pelo contrário, é um ótimo analgésico</strong> para projetos de websites (sistemas, web app) e principalmente para seus CEOs.</p>
<p>Fiz um apanhado de tópicos e segue abaixo algumas dicas de como antever o seu <strong>Target</strong> de forma a poder oferecer o que melhor lhe agrada nos meios digitais e quem sabe poder lhe conferir o título de <strong>Mel Gibson da Web</strong> <img src='http://www.diegobrito.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' title="Do que os usuários gostam" /> </p>
<p><span style="font-size: large;"><br />
<span style="font-size: x-large;">Diagramação</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">A diagramação é um dos fatores mais importantes para cativar um usuário para o seu site. No dia-a-dia da profissão já me deparei por várias vezes com criativos (designers, diretores de arte, web designer&#8230;) que ora ou outra cometiam algumas gafes por  falta de referencial teórico para auxiliar no processo de &#8220;paginação&#8221; (termo da minha época de bureau). O que eu percebo é que falta realmente prática e domínio da técnica de distribuir os elementos numa página. Sim, técnica. Não podemos somente nos basear pelo parâmetro do &#8220;<strong>ficou bonitinho</strong>&#8220;, temos que ter em mente que pessoas são diferentes e o conteúdo terá diferentes percepções por conta disso. Sim, isso eu já sei, e como resolver esse dilema? Simples, copiando a natureza (<em>método de Fibonacci)</em> e seguindo os ensinamentos de Charles Peirce acerca da ciência dos signos (semiótica). No google você encontrará bastante conteúdo a respeito das teorias de Fibonacci e sua <strong>proporção áurea</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_342" class="wp-caption aligncenter" style="width: 362px"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/05/ppc17.gif" rel="lightbox[297]"><img class="size-full wp-image-342" title="fibonacci_diagramacao" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/05/ppc17.gif" alt="fibonacci_diagramacao" width="352" height="248" /></a><p class="wp-caption-text">Proporção Áurea</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Já o melhor uso da semiótica Peirceana se dá ao entender o processo pelo qual passa a percepção dos signos e desta maneira poder &#8220;configurar&#8221; o layout para atender as necessidades e expectativas do projeto. Segue abaixo um exemplo com o método de aplicação:</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_347" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/05/semiosis2.jpg" rel="lightbox[297]"><img class="size-medium wp-image-347" title="semiosis2" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/05/semiosis2-300x273.jpg" alt="Semiótica Peirciana" width="300" height="273" /></a><p class="wp-caption-text">Semiótica Peirciana</p></div>
<p><span style="font-size: large;"><br />
<span style="font-size: x-large;">Redação</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Um dos maiores problemas em alguns sites é que são escritos por jornalistas</strong>, rs. Nada contra, eu tenho vários amigos jornalistas, no entanto, alguns ainda não entraram na era da Internet. Na web os textos são mais dinâmicos e nem sempre precisam seguir as &#8220;regrinhas&#8221; dissertativas que costumamamos ver nas revistas, é outro meio e consequentemente outra mensagem. Bons exemplos disso é a forma que os grandes portais e sites de revistas escrevem em sua versão online; a Folha online é bem diferente do jornal Folha de São Paulo. O conteúdo na Internet é mais rápido, frases mais curtas são melhores para prender a atenção de um usuário que pode estar freneticamente mexendo em seu iTunes, vendo um site de culinária, falando no msn com amigos e visitando o site de sua empresa. Você não tem toda a atenção do usuário, portanto não fale como se tivesse. Esse é o ponto fraco dos &#8220;<strong>Web Folders</strong>&#8221; sites institucionais que são uma xerox do material impresso da empresa  &#8211; isso com certeza é desistimulante para o usuário que busca na web informações complementares e não somente uma réplica do material impresso com frases do tipo &#8220;possuímos uma equipe altamente capacitada&#8221;, &#8220;agradecemos a preferência&#8221;, &#8220;aqui você é especial&#8221;, e por ai vai&#8230;. Segue abaixo algumas dicas para uma boa redação na Internet:</p>
<p style="text-align: justify;">- Utilizar frases curtas;</p>
<p style="text-align: justify;">- Lembre-se você não tem total a total atenção do usuário, portanto não aja como se tivesse;</p>
<p style="text-align: justify;">- Não diga inverdades, dubiedades ou enalteça demais o produto pois o usuário está a um clique do Google para comprovar o que você escreve;</p>
<p style="text-align: justify;">- Textos grandes são melhores para serem lidos na Internet, lembre-se que seu usuário pode ter uma certa idade e dificuldade com fontes menores que 12px;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><span style="font-size: large;"><br />
<span style="font-size: x-large;">Arquitetura<br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">Sites são, na maioria das vezes, fontes de informação e conhecimento e devem se comportar como tal. Tão importante quanto o design é a estrutura de informação e sua disposição para o usuário. O seu site não pode ser complexo como um labirinto para que as pessoas entendam do que se trata, deve ser algo direto e objetivo. Um dos 10 mandamentos do internauta é a &#8220;<strong>Lei do Menor Esforço</strong>&#8220;. A arquitetura de informação do site precisa fazer sentido na cabeça do público-alvo, do contrário este ficará &#8220;frustado&#8221; e com certeza deixará seu site contribuindo para a taxa de rejeição do mesmo. Dicas:</p>
<p style="text-align: justify;">- Faça <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2003/12/09/wireframe-documento-cada-vez-mais-importante/" target="_blank"><em>wireframes</em></a> antes de &#8220;abrir o Photoshop&#8221;;</p>
<p style="text-align: justify;">- Utilizar menus intuitivos tanto quanto atrativos;</p>
<p style="text-align: justify;">- Lembre-se a home é a capa do site, procure dispor um breve dos conteúdos mais importantes nela.</p>
<p style="text-align: justify;">- O fluxo de navegação precisa ser enxuto e objetivo, não faça o usuário &#8220;rodar em circulo&#8221; ou até mesmo entrar num &#8220;labirinto de links&#8221; (sempre que possível utilize um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Navega%C3%A7%C3%A3o_estrutural" target="_blank"><em>breadcrumb</em></a>);</p>
<p style="text-align: justify;">- Quase sempre o caminho da simplicidade é o melhor caminho (um controle remoto com vários botões fazia sucesso na década de 80, <strong>hoje o <em>hype</em> é algo como o Ipod</strong>);</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Faça bom proveito das dicas e caso tenha algo que eu não tenha citado e que gostaria de saber fique à vontade para comentar logo abaixo!</p>
<p style="text-align: justify;">
<form id="vozme_form_30e0419da91773885edffdbeb60dcc46" method="post" name="vozme_form_30e0419da91773885edffdbeb60dcc46" target="30e0419da91773885edffdbeb60dcc46" action="http://vozme.com/text2voice.php"><input name="text" type="hidden" value="Do que os usuários gostam. 

Dicas para você se tornar o Mel Gibson da Web!

Quem não se lembra de Nick Marshall, o publicitário encarnado por Mel Gibson no filme &#8220;Do que as Mulheres Gostam&#8220;? Dotado do poder de ler os pensamentos das mulheres Nick podia antever tendência e despertar necessidades de consumo no &#8220;sexo frágil&#8221; (nem sempre tão frágil asim, rs).
Quem possui um projeto na web e monitora seus acessos por Google Analytics sabe daquela famosa &#8220;Taxa de Rejeição&#8221;, no entanto, muitas vezes não faz nada a respeito para poder melhorar; simplesmente encara o fato como &#8220;é normal para o meu tipo de site e público-alvo&#8221;. No máximo fica &#8220;entuchando&#8221; de informações para ver se a coisa anda o que na maioria das vezes torna o projeto um grande Franskstein.com. As vezes não dá para ser tão otimista e vale o ditado &#8220;nao gaste vela com defunto morto&#8220;. Não tenha medo, mudar não dói, pelo contrário, é um ótimo analgésico para projetos de websites (sistemas, web app) e principalmente para seus CEOs.
Fiz um apanhado de tópicos e segue abaixo algumas dicas de como antever o seu Target de forma a poder oferecer o que melhor lhe agrada nos meios digitais e quem sabe poder lhe conferir o título de Mel Gibson da Web  

Diagramação
A diagramação é um dos fatores mais importantes para cativar um usuário para o seu site. No dia-a-dia da profissão já me deparei por várias vezes com criativos (designers, diretores de arte, web designer&#8230;) que ora ou outra cometiam algumas gafes por  falta de referencial teórico para auxiliar no processo de &#8220;paginação&#8221; (termo da minha época de bureau). O que eu percebo é que falta realmente prática e domínio da técnica de distribuir os elementos numa página. Sim, técnica. Não podemos somente nos basear pelo parâmetro do &#8220;ficou bonitinho&#8220;, temos que ter em mente que pessoas são diferentes e o conteúdo terá diferentes percepções por conta disso. Sim, isso eu já sei, e como resolver esse dilema? Simples, copiando a natureza (método de Fibonacci) e seguindo os ensinamentos de Charles Peirce acerca da ciência dos signos (semiótica). No google você encontrará bastante conteúdo a respeito das teorias de Fibonacci e sua proporção áurea

[/caption]

Já o melhor uso da semiótica Peirceana se dá ao entender o processo pelo qual passa a percepção dos signos e desta maneira poder &#8220;configurar&#8221; o layout para atender as necessidades e expectativas do projeto. Segue abaixo um exemplo com o método de aplicação:

[caption id=&quot;attachment_347&quot; align=&quot;aligncenter&quot; width=&quot;300&quot; caption=&quot;Semiótica Peirciana&quot;]

Redação
Um dos maiores problemas em alguns sites é que são escritos por jornalistas, rs. Nada contra, eu tenho vários amigos jornalistas, no entanto, alguns ainda não entraram na era da Internet. Na web os textos são mais dinâmicos e nem sempre precisam seguir as &#8220;regrinhas&#8221; dissertativas que costumamamos ver nas revistas, é outro meio e consequentemente outra mensagem. Bons exemplos disso é a forma que os grandes portais e sites de revistas escrevem em sua versão online; a Folha online é bem diferente do jornal Folha de São Paulo. O conteúdo na Internet é mais rápido, frases mais curtas são melhores para prender a atenção de um usuário que pode estar freneticamente mexendo em seu iTunes, vendo um site de culinária, falando no msn com amigos e visitando o site de sua empresa. Você não tem toda a atenção do usuário, portanto não fale como se tivesse. Esse é o ponto fraco dos &#8220;Web Folders&#8221; sites institucionais que são uma xerox do material impresso da empresa  &#8211; isso com certeza é desistimulante para o usuário que busca na web informações complementares e não somente uma réplica do material impresso com frases do tipo &#8220;possuímos uma equipe altamente capacitada&#8221;, &#8220;agradecemos a preferência&#8221;, &#8220;aqui você é especial&#8221;, e por ai vai&#8230;. Segue abaixo algumas dicas para uma boa redação na Internet:
- Utilizar frases curtas;
- Lembre-se você não tem total a total atenção do usuário, portanto não aja como se tivesse;
- Não diga inverdades, dubiedades ou enalteça demais o produto pois o usuário está a um clique do Google para comprovar o que você escreve;
- Textos grandes são melhores para serem lidos na Internet, lembre-se que seu usuário pode ter uma certa idade e dificuldade com fontes menores que 12px;


Arquitetura

Sites são, na maioria das vezes, fontes de informação e conhecimento e devem se comportar como tal. Tão importante quanto o design é a estrutura de informação e sua disposição para o usuário. O seu site não pode ser complexo como um labirinto para que as pessoas entendam do que se trata, deve ser algo direto e objetivo. Um dos 10 mandamentos do internauta é a &#8220;Lei do Menor Esforço&#8220;. A arquitetura de informação do site precisa fazer sentido na cabeça do público-alvo, do contrário este ficará &#8220;frustado&#8221; e com certeza deixará seu site contribuindo para a taxa de rejeição do mesmo. Dicas:
- Faça wireframes antes de &#8220;abrir o Photoshop&#8221;;
- Utilizar menus intuitivos tanto quanto atrativos;
- Lembre-se a home é a capa do site, procure dispor um breve dos conteúdos mais importantes nela.
- O fluxo de navegação precisa ser enxuto e objetivo, não faça o usuário &#8220;rodar em circulo&#8221; ou até mesmo entrar num &#8220;labirinto de links&#8221; (sempre que possível utilize um breadcrumb);
- Quase sempre o caminho da simplicidade é o melhor caminho (um controle remoto com vários botões fazia sucesso na década de 80, hoje o hype é algo como o Ipod);

Faça bom proveito das dicas e caso tenha algo que eu não tenha citado e que gostaria de saber fique à vontade para comentar logo abaixo!

" /><input name="lang" type="hidden" value="pt" /><input name="gn" type="hidden" value="ml" /><input type="hidden" id="interface" name="interface" value="full" />
			<div style="text-align:left;">
			
				<input style="float:left;" type="image" width="40" height="40" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/plugins/vozme/img/megaphone40x40w.gif" alt="Ouça este post" onclick="window.open('', '30e0419da91773885edffdbeb60dcc46', 'width=600,height=370,scrollbars=yes,location=yes,menubar=yes,resizable=yes,status=yes,toolbar=yes');">
				<div style="margin-left:48px; text-align:left;"><a style="font-size:12px;" href="javascript:void(0);" onclick="window.open('', '30e0419da91773885edffdbeb60dcc46', 'width=600,height=370,scrollbars=yes,location=yes,menubar=yes,resizable=yes,status=yes,toolbar=yes'); document.getElementById('vozme_form_30e0419da91773885edffdbeb60dcc46').submit();">Ouça<br/>este post</a></div>
			</div></form><img src="http://www.diegobrito.com.br/?ak_action=api_record_view&id=297&type=feed" alt=" Do que os usuários gostam"  title="Do que os usuários gostam" /><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.diegobrito.com.br%2Farchives%2Fdo-que-os-usuarios-gostam&amp;linkname=Do%20que%20os%20usu%C3%A1rios%20gostam" target="_blank"><img src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Processo criativo do site da D2B Consultoria</title>
		<link>http://www.diegobrito.com.br/archives/processo-criativo-site-d2b-consultoria</link>
		<comments>http://www.diegobrito.com.br/archives/processo-criativo-site-d2b-consultoria#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 01:53:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[criação]]></category>
		<category><![CDATA[d2b consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[dica]]></category>
		<category><![CDATA[layout]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diegobrito.com.br/?p=175</guid>
		<description><![CDATA[Explicação de como funciona o processo criativo para a criação de um site seguindo os padrões da web 2.0]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/04/site_d2b.jpg" rel="lightbox[175]"><img class="size-medium wp-image-176   alignright" style="margin-right: 20px; margin-left: 20px; margin-bottom: 10px;" title="Site D2B Consultoria" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/04/site_d2b-300x184.jpg" alt="www.d2bconsultoria.com.br" width="300" height="184" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;Depois de muitas perguntas resolvi compartilhar o processo criativo que nos levou a construir o <a href="http://www.d2bconsultoria.com.br" target="_blank">site</a> da D2B Consultoria, aqui para a Comunidade Contraste <img src='http://www.diegobrito.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' title="Processo criativo do site da D2B Consultoria" />  </strong>&#8220;</p>
<p style="text-align: justify;">Olá galera! Hoje vou falar de um assunto que já estão me perguntando a mais de um mês, desde quando subimos o site da D2B Consutoria para o ar. Bom, vou explicar o processo criativo e como ocorreu o desenvolvimento do projeto, de maneira a &#8220;matar cusriosidade&#8221; e também poder contribuir com o aprendizado coletivo. Primeiramente tenho que dizer: <span style="text-decoration: line-through;"><strong>não é Flash!</strong></span> Me perguntaram após o site ir ao ar que  era muito bacana porque utilizava Flash. Não, eu disse. O site é <span style="text-decoration: underline;">puro XHTML + DHTML +  JAVASCRIPT + JQUERY + AJAX</span>. Ué, pensei que era Flash, foi a resposta que ouvi algumas vezes. Bom, para desenvolvedores e diretores de arte da web 2.0 sabem que hoje em dia pode ser um &#8220;tiro no pé&#8221; começar um projeto inteiro em Flash, pois acarreta em prejuízos de <a href="http://www.d2bconsultoria.com.br/dicionario2/index.php?title=Categoria:SEO_%28Search_Engine_Optimization%29" class="broken_link"  target="_blank">SEO</a> (Search Engine Optimization), ou seja, o site dificilmente aparece bem posicionado na busca orgânica do google. Graças aos milagres visuais oferecidos pela biblioteca javascript Jquery (<a href="http://jquery.com/" target="_blank">saber mais sobre Jquery</a>), conseguimos desenvolver uma navegação intuitiva e diferenciada da maioria dos websites. Com uma proposta de navegação em duplo eixo (x,y) oferecemos uma experiência com o conteúdo de maneira particular, cada usuário trilha seu próprio caminho no <a href="http://www.d2bconsultoria.com.br" target="_blank">site da D2B Consultoria</a>. Bom primeiramente queríamos um site que estivesse alinhado com nossa proposta de consultoria em marketing estratégico e que refletisse nossa <em>expertise</em> em <a href="http://www.diegobrito.com.br/archives/falando-de-web-20" target="_blank">web 2.0</a>. Após alguns <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brainstorming" target="_blank">brainstormings</a> e rafs chegamos a esse layout:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/04/d2b_site_antigo.jpg" rel="lightbox[175]"><img class="size-medium wp-image-194 alignleft" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" title="d2b_site_antigo" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/04/d2b_site_antigo-157x300.jpg" alt="d2b site antigo 157x300 Processo criativo do site da D2B Consultoria" width="128" height="245" /></a> O visual ficou um pouco com cara de Blog e com aqueles rodapés &#8220;kilométricos&#8221; que custumamos ver bastante hoje em dia. Utilizamos alguns gadgets externos e uma linguagem descontraída. Fizemos o dever de casa mas no final das contas chegamos a conclusão que não era isso que queríamos. O site estava seguindo a <strong>&#8220;modinha&#8221; web 2.0</strong>, e sinceramente não era esse nosso objetivo. Não queríamos ter um site da moda, queríamos algo que traduzisse nossa essência que é a criação de projetos com base em marketing digital, seguindo metodologias próprias de desenvolvimento e com o perfil de consultoria, <span style="text-decoration: line-through;">não agência</span>! Ai voltamos a estaca zero. Lápis, papel e correr para sala de reunião para pensar novamente a respeito do site da D2B Consultoria. Conversando com minha sócia por algumas horas chegamos a conclusão que nosso site teria uma navegação em uma página só. E o que seria isso? Bom, um projeto que o usuário não precisasse entrar em links, mas sim, literalmente navegaria pelo conteúdo de forma intuitiva. Essa foi a premissa inicial. Logo após, visitamos alguns sites para ver referências de sites com navegação em uma página só. Entre eles os que mais nos inspiraram foram esses:</p>
<ul>
<li><a href="# http://www.jorgedrexler.com/" target="_blank">http://www.jorgedrexler.com/</a></li>
<li><a href="http://inside.nile.ru/#years-2008/" target="_blank">http://inside.nile.ru/#years-2008/</a></li>
</ul>
<p><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/04/hypercube7.png" rel="lightbox[175]"><img class="size-medium wp-image-197 alignright" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" title="hypercube" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/04/hypercube7-300x225.png" alt="hypercube7 300x225 Processo criativo do site da D2B Consultoria" width="108" height="81" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Outra referência importante para citar é influência da trilogia de filmes da série <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cube" target="_blank">&#8220;Cubo&#8221;</a>. A nevagação em quadrantes foi uma idéia pensando na dinâmica de movimentação do Cubo, onde os personagens tentavam sair &#8220;desesperadamente&#8221; por conta das armadilhas espalhadas pelos quadrantes que iam desde gases letais até esguichos de ácido. Bom, realmente por este ângulo não nos baseamos muito no Cubo, fique tranquilo pois você não será surpreendido com armadilhas enquanto navegar no site da D2B Consultoria, rsrs. Mas com relação a movimentação confesso que nos inspiramos bastante no Cubo.</p>
<p style="text-align: justify;">Com base nessas referências lá fui eu brincar com meus papéis e após alguns minutos tinhamos algo como isso:</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_203" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/04/raf_d2b_site.jpg" rel="lightbox[175]"><img class="size-medium wp-image-203" title="raf_d2b_site" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/04/raf_d2b_site-300x207.jpg" alt="raf d2b site 300x207 Processo criativo do site da D2B Consultoria" width="300" height="207" /></a><p class="wp-caption-text">Brincando de colar post-it</p></div>
<p style="text-align: justify;">Os post-its foram uma forma de organizar as idéias de maneira lúdica, como um teste psicotécnico ou algo do tipo. Pensando mais um pouco fui &#8220;rafear&#8221; a idéia para ver o que poderia sair daí, e obtivemos isso:</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_204" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/04/raf_d2b_secoes.jpg" rel="lightbox[175]"><img class="size-medium wp-image-204" title="raf_d2b_secoes" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/04/raf_d2b_secoes-300x218.jpg" alt="Rascunho do mapa de seções" width="300" height="218" /></a><p class="wp-caption-text">Rascunho do mapa de seções</p></div>
<p style="text-align: justify;">Ficamos debatendo sobre esses rascunho e chegamos a fazer uns outros 4 ou 5 modelos com base nesse. Tinhamos chegado em um concenso do que seria a estrutura macro do projeto, no entanto, agora ficava uma das questões mais delicadas: e o layout? Vamos seguir qual estilo? Qual tipografia? Qual linguagem? Bom, lá fomos nós meditar um pouco e no dia seguinte resolvi fazer uma experiência, e não é que deu certo! Veja:</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_205" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/04/fundo_rabiscado.jpg" rel="lightbox[175]"><img class="size-medium wp-image-205" title="fundo_rabiscado" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/04/fundo_rabiscado-300x153.jpg" alt="Layout rabiscado do background do site da D2B Consultoria" width="300" height="153" /></a><p class="wp-caption-text">Layout rabiscado do background do site da D2B Consultoria</p></div>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: justify;">Saiu a base do layout. Tivemos a idéia de fazer uma espécie de diagrama, representando o planejamento estratégico (um dos diferenciais de nossa consultoria), onde o site todo seria um mapa de uma apresentação da empresa. As setas ao longo do layout representantam essa idéia, o restante vocês já conhecem! Mas para quem não viu ainda segue abaixo:</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_206" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/04/mapa_site_d2b.jpg" rel="lightbox[175]"><img class="size-medium wp-image-206" title="mapa_site_d2b" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/04/mapa_site_d2b-300x151.jpg" alt="Layout final do site em versão macro" width="300" height="151" /></a><p class="wp-caption-text">Layout final do site em versão macro</p></div>
<p style="text-align: justify;">Após termos feito a base do layout o restantente fluiu, como deve ser em qualquer trabalho criativo. Como já disse o grande Toquinho em &#8220;Aquarela&#8221;:</p>
<blockquote><p><em>Numa folha qualquer<br />
Eu desenho um sol amarelo<br />
E com cinco ou seis retas<br />
É fácil fazer um castelo&#8230;</em></p></blockquote>
<p><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/04/mister-m.jpg" rel="lightbox[175]"><img class="size-medium wp-image-219 alignleft" title="mister-m" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/04/mister-m-227x300.jpg" alt="mister m 227x300 Processo criativo do site da D2B Consultoria" width="227" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">E assim foi por ai que chegamos ao resultado final do site de nossa consultoria. Espero que tenha ajudado a contribuir de alguma forma para o conhecimento coletivo. É raro você ver alguém falando de como fez isso ou aquilo, lembro de alguém que fazia isso bastante. <strong>MISTER M</strong>&#8230;rs</p>
<h1>Até o próximo post e fiquem tranquilos para comentar aqui embaixo!</h1>
<form id="vozme_form_c80f96da45df12c03307f88b85bced0d" method="post" name="vozme_form_c80f96da45df12c03307f88b85bced0d" target="c80f96da45df12c03307f88b85bced0d" action="http://vozme.com/text2voice.php"><input name="text" type="hidden" value="Processo criativo do site da D2B Consultoria. 
&#8220;Depois de muitas perguntas resolvi compartilhar o processo criativo que nos levou a construir o site da D2B Consultoria, aqui para a Comunidade Contraste   &#8220;
Olá galera! Hoje vou falar de um assunto que já estão me perguntando a mais de um mês, desde quando subimos o site da D2B Consutoria para o ar. Bom, vou explicar o processo criativo e como ocorreu o desenvolvimento do projeto, de maneira a &#8220;matar cusriosidade&#8221; e também poder contribuir com o aprendizado coletivo. Primeiramente tenho que dizer: não é Flash! Me perguntaram após o site ir ao ar que  era muito bacana porque utilizava Flash. Não, eu disse. O site é puro XHTML + DHTML +  JAVASCRIPT + JQUERY + AJAX. Ué, pensei que era Flash, foi a resposta que ouvi algumas vezes. Bom, para desenvolvedores e diretores de arte da web 2.0 sabem que hoje em dia pode ser um &#8220;tiro no pé&#8221; começar um projeto inteiro em Flash, pois acarreta em prejuízos de SEO (Search Engine Optimization), ou seja, o site dificilmente aparece bem posicionado na busca orgânica do google. Graças aos milagres visuais oferecidos pela biblioteca javascript Jquery (saber mais sobre Jquery), conseguimos desenvolver uma navegação intuitiva e diferenciada da maioria dos websites. Com uma proposta de navegação em duplo eixo (x,y) oferecemos uma experiência com o conteúdo de maneira particular, cada usuário trilha seu próprio caminho no site da D2B Consultoria. Bom primeiramente queríamos um site que estivesse alinhado com nossa proposta de consultoria em marketing estratégico e que refletisse nossa expertise em web 2.0. Após alguns brainstormings e rafs chegamos a esse layout:
 O visual ficou um pouco com cara de Blog e com aqueles rodapés &#8220;kilométricos&#8221; que custumamos ver bastante hoje em dia. Utilizamos alguns gadgets externos e uma linguagem descontraída. Fizemos o dever de casa mas no final das contas chegamos a conclusão que não era isso que queríamos. O site estava seguindo a &#8220;modinha&#8221; web 2.0, e sinceramente não era esse nosso objetivo. Não queríamos ter um site da moda, queríamos algo que traduzisse nossa essência que é a criação de projetos com base em marketing digital, seguindo metodologias próprias de desenvolvimento e com o perfil de consultoria, não agência! Ai voltamos a estaca zero. Lápis, papel e correr para sala de reunião para pensar novamente a respeito do site da D2B Consultoria. Conversando com minha sócia por algumas horas chegamos a conclusão que nosso site teria uma navegação em uma página só. E o que seria isso? Bom, um projeto que o usuário não precisasse entrar em links, mas sim, literalmente navegaria pelo conteúdo de forma intuitiva. Essa foi a premissa inicial. Logo após, visitamos alguns sites para ver referências de sites com navegação em uma página só. Entre eles os que mais nos inspiraram foram esses:

http://www.jorgedrexler.com/
http://inside.nile.ru/#years-2008/


Outra referência importante para citar é influência da trilogia de filmes da série &#8220;Cubo&#8221;. A nevagação em quadrantes foi uma idéia pensando na dinâmica de movimentação do Cubo, onde os personagens tentavam sair &#8220;desesperadamente&#8221; por conta das armadilhas espalhadas pelos quadrantes que iam desde gases letais até esguichos de ácido. Bom, realmente por este ângulo não nos baseamos muito no Cubo, fique tranquilo pois você não será surpreendido com armadilhas enquanto navegar no site da D2B Consultoria, rsrs. Mas com relação a movimentação confesso que nos inspiramos bastante no Cubo.
Com base nessas referências lá fui eu brincar com meus papéis e após alguns minutos tinhamos algo como isso:

[/caption]
Os post-its foram uma forma de organizar as idéias de maneira lúdica, como um teste psicotécnico ou algo do tipo. Pensando mais um pouco fui &#8220;rafear&#8221; a idéia para ver o que poderia sair daí, e obtivemos isso:



[caption id=&quot;attachment_204&quot; align=&quot;aligncenter&quot; width=&quot;300&quot; caption=&quot;Rascunho do mapa de seções&quot;]
Ficamos debatendo sobre esses rascunho e chegamos a fazer uns outros 4 ou 5 modelos com base nesse. Tinhamos chegado em um concenso do que seria a estrutura macro do projeto, no entanto, agora ficava uma das questões mais delicadas: e o layout? Vamos seguir qual estilo? Qual tipografia? Qual linguagem? Bom, lá fomos nós meditar um pouco e no dia seguinte resolvi fazer uma experiência, e não é que deu certo! Veja:


[/caption]

Saiu a base do layout. Tivemos a idéia de fazer uma espécie de diagrama, representando o planejamento estratégico (um dos diferenciais de nossa consultoria), onde o site todo seria um mapa de uma apresentação da empresa. As setas ao longo do layout representantam essa idéia, o restante vocês já conhecem! Mas para quem não viu ainda segue abaixo:


[caption id=&quot;attachment_206&quot; align=&quot;aligncenter&quot; width=&quot;300&quot; caption=&quot;Layout final do site em versão macro&quot;]
Após termos feito a base do layout o restantente fluiu, como deve ser em qualquer trabalho criativo. Como já disse o grande Toquinho em &#8220;Aquarela&#8221;:
Numa folha qualquer
Eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo&#8230;

E assim foi por ai que chegamos ao resultado final do site de nossa consultoria. Espero que tenha ajudado a contribuir de alguma forma para o conhecimento coletivo. É raro você ver alguém falando de como fez isso ou aquilo, lembro de alguém que fazia isso bastante. MISTER M&#8230;rs
Até o próximo post e fiquem tranquilos para comentar aqui embaixo!
" /><input name="lang" type="hidden" value="pt" /><input name="gn" type="hidden" value="ml" /><input type="hidden" id="interface" name="interface" value="full" />
			<div style="text-align:left;">
			
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				<div style="margin-left:48px; text-align:left;"><a style="font-size:12px;" href="javascript:void(0);" onclick="window.open('', 'c80f96da45df12c03307f88b85bced0d', 'width=600,height=370,scrollbars=yes,location=yes,menubar=yes,resizable=yes,status=yes,toolbar=yes'); document.getElementById('vozme_form_c80f96da45df12c03307f88b85bced0d').submit();">Ouça<br/>este post</a></div>
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		<title>Falando de Web 2.0</title>
		<link>http://www.diegobrito.com.br/archives/tudo-sobre-web2</link>
		<comments>http://www.diegobrito.com.br/archives/tudo-sobre-web2#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 22:38:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[comparativo]]></category>
		<category><![CDATA[Evolução da Web]]></category>
		<category><![CDATA[História da Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[
Bom, acredito que todos já tenham ouvido falar desse termo. Mas e o que ele significa? Segundo a wikipedia web 2.0 é:
&#8220;&#8230;a segunda geração de comunidades e serviços, tendo como conceito a &#8220;Web como plataforma&#8221;, envolvendo wikis, aplicações baseadas em folksonomia, redes sociais e Tecnologia da Informação&#8230; (ler mais)&#8221;

Existem muitos que criticam o termo pois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/04/web20.jpg" rel="lightbox[141]"><img class="size-medium wp-image-144 alignleft" style="margin-left: 5px; margin-right: 20px;" title="web20" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2009/04/web20-300x225.jpg" alt="web20 300x225 Falando de Web 2.0" width="210" height="158" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Bom, acredito que todos já tenham ouvido falar desse termo. Mas e o que ele significa? Segundo a wikipedia web 2.0 é:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;&#8230;a segunda geração de comunidades e serviços, tendo como conceito a &#8220;Web como plataforma&#8221;, envolvendo wikis, aplicações baseadas em folksonomia, redes sociais e Tecnologia da Informação&#8230; (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Web2.0" target="_blank">ler mais</a>)&#8221;<br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">Existem muitos que criticam o termo pois o julgam marqueteiro. Já outros se empolgam e chegam até a dizer que é uma revolução da Internet. Partidarismos a parte, não quero entrar nessa disputa de &#8220;cabo de força&#8221;. Independente do rótulo todos concordam que algo mudou ou evoluiu na web &#8211; e por ai que seguirá nosso raciocínio. O que é e o que não é web 2.0 afinal? Segue abaixo uma lista que elaborei com base em minhas experiências:</p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
</em></p>
<table style="height: 74px;" border="0" width="537">
<caption>
<h1>O que é e o que não é Web 2.0?</h1>
</caption>
<thead>
<tr>
<th>Não é Web 2.0</th>
<th>É Web 2.0</th>
</tr>
</thead>
<tbody></tbody>
<tbody>
<tr>
<td>Código produzido em HTML.</td>
<td>Código produzido em XHTML.</td>
</tr>
<tr>
<td>Utilização de Tabelas na construção do código para estruturar o layout e o conteúdo.</td>
<td>Código produzido em Tableless, ou seja, sem tabelas para estruturar o layout, mas sim, o uso de CSS.</td>
</tr>
<tr>
<td>Sites construído sem estrutura semântica.</td>
<td>Sites produzidos com <a href="http://www.d2bconsultoria.com.br/dicionario2/index.php?title=Categoria:SEO_(Search_Engine_Optimization)" class="broken_link"  target="_blank">SEO</a> (Search Engine Optmization).</td>
</tr>
<tr>
<td>Código escrito sem metodologia.</td>
<td>Código produzido de acordo com padrões web.</td>
</tr>
<tr>
<td>Internet Explorer 6</td>
<td>Firefox 3</td>
</tr>
<tr>
<td>Sites que restingem através de severas moderações a participação dos usuários.</td>
<td>Wikis e sistemas de participação onde o usuário pode expor sua opnião de forma simples e transparente.</td>
</tr>
<tr>
<td>Utilização excessiva de recursos visuais em Flash.</td>
<td>Utilização de bibliotecas javascript para efeitos visuais, tais como, Jquery, Prototype, MooTools, etc.</td>
</tr>
<tr>
<td>Produzir o layout e o código fonte no mesmo arquivo.</td>
<td>Utilizar CSS para dinamizar e otimizar a exibição da página.</td>
</tr>
<tr>
<td>Conexão discada (rede Dial-Up).</td>
<td>Cable Modem, 3G e banda larga.</td>
</tr>
<tr>
<td>Chat e ICQ.</td>
<td>Redes sociais (Orkut, Facebook, Twitter&#8230;) e Msn.</td>
</tr>
<tr>
<td>Pop-Up e SPAM.</td>
<td>Pop-Up Modal e White List.</td>
</tr>
<tr>
<td>Asp, Php, CGI.</td>
<td>AspX, Php 5, Ajax, XML, RSS.</td>
</tr>
<tr>
<td>Acessar diversos sites para ver as notícias diárias de seu interesse.</td>
<td>Utilizar widgets, igoogle, RSS, podcast, blogs, videocast, comunidades e micro-blog para manter-se informado.</td>
</tr>
<tr>
<td>Sites que funcionam em computadores.</td>
<td>Sites cross-platform, ou seja, que funcionem em outros dispositivos como celulares, smartphones, PDA&#8217;s, video-games e demais dispositivos com conexão a Internet.</td>
</tr>
<tr>
<td>&#8220;Web Folders&#8221;, ou seja, sites que apenas fazem o papel de ser um material da empresa na Internet, sem estratégia de marketing digital.</td>
<td>Sites utilizados como ferramentas importantes no mix de comunicação da empresa e resposável pela conversão de novos clientes e demais estratégias de marketing digital.</td>
</tr>
<tr>
<td>Internet sem resultados mensuráveis.</td>
<td>Data Intelligence e ferramentas web analytics que possibilitam extrair relatórios detalhados sobre a experiência do usuário e <a href="http://www.d2bconsultoria.com.br/dicionario2/index.php?title=Categoria:ROI_(Return_On_Investment)" class="broken_link"  target="_blank">retorno sobre o investimento</a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Bom é isso! Espero ter ajudado a melhor compreender o que vem a ser a tão falada web 2.0. Para debater acerca do tema ou falar a respeito sinta-se à vontade para comentar este post.</p>
<form id="vozme_form_097940f8fc566ea08d28fc01cdfbc2e3" method="post" name="vozme_form_097940f8fc566ea08d28fc01cdfbc2e3" target="097940f8fc566ea08d28fc01cdfbc2e3" action="http://vozme.com/text2voice.php"><input name="text" type="hidden" value="Falando de Web 2.0. 
Bom, acredito que todos já tenham ouvido falar desse termo. Mas e o que ele significa? Segundo a wikipedia web 2.0 é:
&#8220;&#8230;a segunda geração de comunidades e serviços, tendo como conceito a &#8220;Web como plataforma&#8221;, envolvendo wikis, aplicações baseadas em folksonomia, redes sociais e Tecnologia da Informação&#8230; (ler mais)&#8221;

Existem muitos que criticam o termo pois o julgam marqueteiro. Já outros se empolgam e chegam até a dizer que é uma revolução da Internet. Partidarismos a parte, não quero entrar nessa disputa de &#8220;cabo de força&#8221;. Independente do rótulo todos concordam que algo mudou ou evoluiu na web &#8211; e por ai que seguirá nosso raciocínio. O que é e o que não é web 2.0 afinal? Segue abaixo uma lista que elaborei com base em minhas experiências:




O que é e o que não é Web 2.0?



Não é Web 2.0
É Web 2.0





Código produzido em HTML.
Código produzido em XHTML.


Utilização de Tabelas na construção do código para estruturar o layout e o conteúdo.
Código produzido em Tableless, ou seja, sem tabelas para estruturar o layout, mas sim, o uso de CSS.


Sites construído sem estrutura semântica.
Sites produzidos com SEO (Search Engine Optmization).


Código escrito sem metodologia.
Código produzido de acordo com padrões web.


Internet Explorer 6
Firefox 3


Sites que restingem através de severas moderações a participação dos usuários.
Wikis e sistemas de participação onde o usuário pode expor sua opnião de forma simples e transparente.


Utilização excessiva de recursos visuais em Flash.
Utilização de bibliotecas javascript para efeitos visuais, tais como, Jquery, Prototype, MooTools, etc.


Produzir o layout e o código fonte no mesmo arquivo.
Utilizar CSS para dinamizar e otimizar a exibição da página.


Conexão discada (rede Dial-Up).
Cable Modem, 3G e banda larga.


Chat e ICQ.
Redes sociais (Orkut, Facebook, Twitter&#8230;) e Msn.


Pop-Up e SPAM.
Pop-Up Modal e White List.


Asp, Php, CGI.
AspX, Php 5, Ajax, XML, RSS.


Acessar diversos sites para ver as notícias diárias de seu interesse.
Utilizar widgets, igoogle, RSS, podcast, blogs, videocast, comunidades e micro-blog para manter-se informado.


Sites que funcionam em computadores.
Sites cross-platform, ou seja, que funcionem em outros dispositivos como celulares, smartphones, PDA&#8217;s, video-games e demais dispositivos com conexão a Internet.


&#8220;Web Folders&#8221;, ou seja, sites que apenas fazem o papel de ser um material da empresa na Internet, sem estratégia de marketing digital.
Sites utilizados como ferramentas importantes no mix de comunicação da empresa e resposável pela conversão de novos clientes e demais estratégias de marketing digital.


Internet sem resultados mensuráveis.
Data Intelligence e ferramentas web analytics que possibilitam extrair relatórios detalhados sobre a experiência do usuário e retorno sobre o investimento.



Bom é isso! Espero ter ajudado a melhor compreender o que vem a ser a tão falada web 2.0. Para debater acerca do tema ou falar a respeito sinta-se à vontade para comentar este post.
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		<title>Marketing Digital, como usar isso?</title>
		<link>http://www.diegobrito.com.br/archives/tudo-sobre-marketing-digital</link>
		<comments>http://www.diegobrito.com.br/archives/tudo-sobre-marketing-digital#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 01:41:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia Digital]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[presença digital]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Já não é nenhum segredo que o diferencial competitivo de uma marca pode estar em como ela se relaciona com seus clientes através da Internet. Meus clientes sempre falam algo do tipo, &#8220;&#8230;eu não sei como funciona mas eu quero isso!&#8221;. E &#8220;isso&#8221; nada mais é do que Marketing Digital. Hoje as pessoas estão cada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.d2bconsultoria.com.br/diegobrito/wp-content/uploads/2009/04/presenca_digital.jpg" rel="lightbox[57]"><img class="size-medium wp-image-65 alignleft" title="presenca_digital" src="http://www.d2bconsultoria.com.br/diegobrito/wp-content/uploads/2009/04/presenca_digital-300x180.jpg" alt="presenca digital 300x180 Marketing Digital, como usar isso?" width="300" height="180" /></a>Já não é nenhum segredo que o diferencial competitivo de uma marca pode estar em como ela se relaciona com seus clientes através da Internet. Meus clientes sempre falam algo do tipo, &#8220;&#8230;eu não sei como funciona mas eu quero isso!&#8221;. E &#8220;isso&#8221; nada mais é do que Marketing Digital. Hoje as pessoas estão cada vez mais exigentes e com toda razão. Um projeto seja de website ou campanha necessita de um <a href="http://www.d2bconsultoria.com.br/dicionario2/index.php?title=Categoria:Planejamento" class="broken_link"  target="_blank">planejamento estratégico</a>, caso contrário, o bordão &#8220;Propaganda é gasto&#8221;, é provável que esteja correto. Seria como navegar em alto-mar sem bússola (e claro que também sem sol, constelações e etc&#8230;.). É isso que é o Marketing Digital, um &#8220;Norte&#8221;, ou seja, um início meio e fim onde é possível mensurar, quantificar e avalaiar o retorno do investimento (ROI).</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3><span style="font-weight: normal;"><strong>A</strong><strong>baixo vou dar algumas dicas de boas práticas no marketing digital que você pode começar a aplicar a partir de agora:</strong></span></h3>
<p><span style="font-weight: normal;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1º  Utilizar o </strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunicação_Integrada" target="_blank"><strong>CIM</strong></a><strong> (Comunicação Integrada de Marketing)</strong>, desta forma sua estratégia de Marketing Digital estará sempre alinhada com a comunicação de uma forma macro. Essa estratégia garante um fortalecimento na marca (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Branding" target="_blank"><em>branding</em></a>) e maior potência na mensagem de sua campanha.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2º O usuário é o foco</strong>. E o que isso quer dizer? Simples, para que sua estratégia seja um sucesso o usuário precisa estar no centro das atenções, pois ele será o responsável para validar se sua campanha foi boa ou ruim. Trocando em miúdos, o conteúdo da mensagem (site, campanha, social media&#8230;) deve sempre estar de acordo com o que o seu público-alvo espera ouvir de uma empresa/serviço/pessoa como você. Não são um nem dois projetos legais pra caramba que foram sinônimo de prejuízo para seus proprietários. Existem inúmeras boas idéias e bons layouts que no final das contas eram bons para serem moldurados na parede e adornados por seu criador. <span style="text-decoration: underline;"><span id="tip-unique_id" class="ttip-span">O importante é o usuário!!!</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3º Seja uma praga</strong>, <strong>no bom sentido</strong>. Empresas que são sinônimos de sucesso em marketing digital estão presentes em redes sociais (orkut, ning, facebook, twitter&#8230;). Mas somente criar um monte de perfis não vai fazer de sua marca um sucesso &#8211; é necessário fazer o acompanhamento devido e dialogar com a comunidade e o mais importante, estar aberto a ouvir críticas e consequentemente elogios.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como, onde e quando?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Resposta: Já!</p>
<p style="text-align: justify;">Não perca mais nenhum dia. Se você possui sua marca na Internet e não trabalha sua <a href="http://www.d2bconsultoria.com.br/dicionario2/index.php?title=Categoria:Presença_Digital" class="broken_link"  target="_blank">presença digital</a>, através da utilização do marketing digital, procure uma empresa especialista na área <a href="http://www.d2bconsultoria.com.br" target="_blank">(clique e acesse o site de minha consultoria)</a> para lhe auxiliar, os benefícios são imediatos .</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">
<div id="ttip-unique_id" class="ttip-div">E nunca se esqueça disso <img src='http://www.diegobrito.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' title="Marketing Digital, como usar isso?" /> </div><form id="vozme_form_07ccaf5d16b2f369bc14e6ac0ce27b2e" method="post" name="vozme_form_07ccaf5d16b2f369bc14e6ac0ce27b2e" target="07ccaf5d16b2f369bc14e6ac0ce27b2e" action="http://vozme.com/text2voice.php"><input name="text" type="hidden" value="Marketing Digital, como usar isso?. Já não é nenhum segredo que o diferencial competitivo de uma marca pode estar em como ela se relaciona com seus clientes através da Internet. Meus clientes sempre falam algo do tipo, &#8220;&#8230;eu não sei como funciona mas eu quero isso!&#8221;. E &#8220;isso&#8221; nada mais é do que Marketing Digital. Hoje as pessoas estão cada vez mais exigentes e com toda razão. Um projeto seja de website ou campanha necessita de um planejamento estratégico, caso contrário, o bordão &#8220;Propaganda é gasto&#8221;, é provável que esteja correto. Seria como navegar em alto-mar sem bússola (e claro que também sem sol, constelações e etc&#8230;.). É isso que é o Marketing Digital, um &#8220;Norte&#8221;, ou seja, um início meio e fim onde é possível mensurar, quantificar e avalaiar o retorno do investimento (ROI).

Abaixo vou dar algumas dicas de boas práticas no marketing digital que você pode começar a aplicar a partir de agora:


1º  Utilizar o CIM (Comunicação Integrada de Marketing), desta forma sua estratégia de Marketing Digital estará sempre alinhada com a comunicação de uma forma macro. Essa estratégia garante um fortalecimento na marca (branding) e maior potência na mensagem de sua campanha.
2º O usuário é o foco. E o que isso quer dizer? Simples, para que sua estratégia seja um sucesso o usuário precisa estar no centro das atenções, pois ele será o responsável para validar se sua campanha foi boa ou ruim. Trocando em miúdos, o conteúdo da mensagem (site, campanha, social media&#8230;) deve sempre estar de acordo com o que o seu público-alvo espera ouvir de uma empresa/serviço/pessoa como você. Não são um nem dois projetos legais pra caramba que foram sinônimo de prejuízo para seus proprietários. Existem inúmeras boas idéias e bons layouts que no final das contas eram bons para serem moldurados na parede e adornados por seu criador. O importante é o usuário!!!
3º Seja uma praga, no bom sentido. Empresas que são sinônimos de sucesso em marketing digital estão presentes em redes sociais (orkut, ning, facebook, twitter&#8230;). Mas somente criar um monte de perfis não vai fazer de sua marca um sucesso &#8211; é necessário fazer o acompanhamento devido e dialogar com a comunidade e o mais importante, estar aberto a ouvir críticas e consequentemente elogios.
Como, onde e quando?
Resposta: Já!
Não perca mais nenhum dia. Se você possui sua marca na Internet e não trabalha sua presença digital, através da utilização do marketing digital, procure uma empresa especialista na área (clique e acesse o site de minha consultoria) para lhe auxiliar, os benefícios são imediatos .

E nunca se esqueça disso  " /><input name="lang" type="hidden" value="pt" /><input name="gn" type="hidden" value="ml" /><input type="hidden" id="interface" name="interface" value="full" />
			<div style="text-align:left;">
			
				<input style="float:left;" type="image" width="40" height="40" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/plugins/vozme/img/megaphone40x40w.gif" alt="Ouça este post" onclick="window.open('', '07ccaf5d16b2f369bc14e6ac0ce27b2e', 'width=600,height=370,scrollbars=yes,location=yes,menubar=yes,resizable=yes,status=yes,toolbar=yes');">
				<div style="margin-left:48px; text-align:left;"><a style="font-size:12px;" href="javascript:void(0);" onclick="window.open('', '07ccaf5d16b2f369bc14e6ac0ce27b2e', 'width=600,height=370,scrollbars=yes,location=yes,menubar=yes,resizable=yes,status=yes,toolbar=yes'); document.getElementById('vozme_form_07ccaf5d16b2f369bc14e6ac0ce27b2e').submit();">Ouça<br/>este post</a></div>
			</div></form><img src="http://www.diegobrito.com.br/?ak_action=api_record_view&id=57&type=feed" alt=" Marketing Digital, como usar isso?"  title="Marketing Digital, como usar isso?" /><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.diegobrito.com.br%2Farchives%2Ftudo-sobre-marketing-digital&amp;linkname=Marketing%20Digital%2C%20como%20usar%20isso%3F" target="_blank"><img src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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